Entrevistas

02/12/2016

Victor Hugo – preparador físico do sub-20 do Botafogo de Futebol e Regatas

"O jogo é uma união dos comportamentos de vários jogadores. Estes precisam ser coordenados entre si"

O futebol é um esporte que vem sofrendo grandes transformações, tanto na parte técnica quanto na administrativa, e os clubes estão se aperfeiçoando para atenderem as demandas desse novo mercado. Por conta dessas novas exigências, os profissionais que atuam nesse meio, precisam estar sempre em busca de atualização profissional a fim de se adaptarem a essa nova realidade.

Atualmente preparador físico da equipe sub-20 do Botafogo de Futebol e Regatas, Victor Hugo acredita que para que exista a integração entre os trabalhos físicos e táticos com os atletas, o preparador físico precisará entender de tática/estratégia, respeitando a função do jogador no modelo de jogo da equipe.

Cada vez mais teremos que entender o lado mental para poder fazer qualquer avaliação. Nossa vida é composta por comportamentos gerados a partir de hábitos, jogadores são pessoas também”, diz Hugo.

Nessa entrevista concedida à Universidade do Futebol, o preparador físico falou sobre as dificuldades de implantar a visão sistêmica dentro dos clubes, a conquista do título nacional, e muito mais. Confira:

Universidade do Futebol – Fale sobre sua trajetória no futebol e sua formação profissional?

Victor Hugo – Comecei como jogador, com passagem por alguns clubes na base. Após interromper a carreira, cursei bacharelado em Educação Física na Universidade Federal do Rio de Janeiro, de 2007 a 2012. Durante a graduação comecei como estagiário no sub-13 da Portuguesa do Rio de Janeiro, em 2009, e ao mesmo tempo era preparador físico auxiliar do Futsal Feminino da UFRJ. Em 2010, fui cursar um ano da minha graduação na Universidade do Porto, e em 2011 ingressei no CR Flamengo como estagiário do sub-15. Ainda em 2011, fui auxiliar da Fisiologia das Categorias de Base do clube.

Ao final da temporada 2012, fui efetivado como observador técnico do CR Flamengo, categorias de base, com a função de análise de jogo, e em meados de 2013 fui promovido ao Profissional do CR Flamengo como analista de jogo, onde fiquei até o fim da temporada. Em março de 2014 trabalhei como analista de cinemática para o Time Brasil nos Jogos Sul-Americanos, no Chile, e no mesmo ano foi aprovado meu mestrado em Treino de Alto Rendimento – Futebol – na Universidade do Porto, sob orientação do professor Dr. Júlio Garganta, mestrado que curso até o presente momento sob a co-orientação do Dr. Fabrício Vasconcellos da UERJ aqui no Brasil.

No Botafogo FR, cheguei em setembro 2015, vindo do primeiro ano do mestrado na FADEUP para ser preparador físico/auxiliar no sub-17. Em 2016, fui promovido ao sub-20, também como preparador físico, função que exerço até o presente momento.

Victor Hugo representando o Brasil na análise de performance dos Jogos Sul-Americanos. Crédito: Arquivo Pessoal
Victor Hugo representando o Brasil na análise de performance dos Jogos Sul-Americanos. Crédito: Arquivo Pessoal

Universidade do Futebol – Como você se mantém atualizado em sua área de atuação?

Victor Hugo – Como as obrigações no sub-20 são muito mais pesadas, bem próximas do exigido no profissional, e limitam o tempo da pesquisa e leitura, eu mantenho contato constante com amigos portugueses e espanhóis, colegas do mestrado e com amigos brasileiros que estão inseridos no contexto acadêmico para indicação de livros e artigos, estudos e novidades do mundo do futebol já direcionadas a um assunto específico.

Participo do grupo de estudos de futebol na UERJ, o LABESFUT, e mantenho comunicação com outros preparadores físicos, observadores de jogo (analistas), treinadores, fisioterapeutas e psicólogos de alguns clubes, para alimentar discussões e reflexões. Costumo sempre colocar textos e vídeos nos grupos de trabalho para discutirmos.

Universidade do Futebol – Como se dá a integração entre as equipes de base e o departamento de futebol profissional?

Victor Hugo – No Botafogo tem acontecido de forma bem agradável. Ainda temos que evoluir, mas acho que o caminho está sendo construído de forma bem positiva. A presença do Jair Ventura e do Felipe “Tigrão”, que foram treinadores na base do clube, ajuda neste aspecto. Também temos a presença de outros profissionais que começaram na base do clube como estagiários e estão no profissional hoje, também ajuda muito na adaptação do jogador que sobe e no melhor diálogo com a base. A distância entre estes dois “mundos” vem diminuindo cada vez mais por aqui.

Universidade do Futebol – Como é organizado o calendário anual da equipe sub-20? Quantos jogos e competições são disputados ao longo do ano? Você acredita que falta uma melhor organização neste quesito por parte das Federações e da Confederação Brasileira de Futebol?

Victor Hugo – Não é dos mais organizados. Considerando a nossa temporada sendo iniciada em janeiro, temos Copa SP (nos primeiros dias), Estadual (Taça Guanabara e Taça Rio), Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Taça Octávio Pinto Guimarães e a Copa RS (antigo brasileiro). Hoje, no presente momento desta entrevista, outubro 2016, temos disputados 70 jogos no ano! É muito jogo. Chegamos nas finais do Brasileiro e do Estadual (dois turnos), estamos a um jogo da final da OPG e nas oitavas da Copa do Brasil. Ou seja, esse número pode ir a 80 jogos, se formos avançando e ainda com a Copa RS.

É muito jogo com intervalos curtos de preparação, causa uma grande dificuldade na formação do jogador, pois passamos muito tempo apenas jogando e recuperando. Com o avançar do Campeonato Brasileiro, que acontece no mesmo período do Estadual, tivemos entre março e agosto apenas três semanas cheias (sem jogo no meio da semana). Tivemos uma situação de disputar as semifinais da Taça Rio contra Fluminense e a segunda fase do Brasileiro em jogos quarta e sábado direto. Depois, final da Taça Rio contra Flamengo, e final do Estadual contra Flamengo logo em seguida. Foram quatro semanas de clássicos e decisões. Foi um sufoco, mas conseguimos recuperar os jogadores das viagens e jogos decisivos. Disse ao Eduardo Barroca que a final contra o Flamengo era nosso limite, nosso último jogo. Se tivesse mais um depois daquele, não aguentaríamos. Foram seis meses muito intensos. O calendário do futebol de base precisa de atualização.

Universidade do Futebol – Quais as ferramentas de controle e avaliação utilizadas nas categorias de base para acompanhar a evolução do jovem jogador nos diversos aspectos de jogo? Elas têm sido eficazes?

Victor Hugo – O Setor de Análise de Jogo, liderado pelo Rodrigo Mira, tem atuado muito próximo da comissão técnica e conseguimos criar alguns parâmetros para avaliar o jogo. O jogo é a melhor ferramenta de avaliação do treino e da evolução do jogador. Se a equipe reproduz no jogo os comportamentos treinados durante a semana, o treino está sendo bem executado. Temos a nossa forma característica de jogar e buscamos dentro do jogo analisar alguns padrões de movimentação, interação/comunicação entre jogadores e funções coletivas e individuais para determinar se um jogador está cumprindo seu papel bem ou não e saber se ele evoluiu com os conteúdos adquiridos durante as sessões de treino.

Ainda na evolução do jogador, o clube tem alguns princípios globais para cada categoria e as comissões técnicas avaliam ao longo do ano a evolução do jogador nestes aspectos. Estes princípios vão se tornando mais elaborados, mais exigentes, em relação ao conteúdo, conforme a subida de categoria. É como na escola, vamos agregando conteúdos e novos comportamentos aos que o jogador já possui. Não há perda, há evolução do jogar.

As cargas de treino são controladas de acordo com o conteúdo que vai ser transmitido aos jogadores, com mais ou menos complexidade, dependendo do dia. Individualmente, fazemos alguns treinos denominados técnico-específicos, onde colocamos situações de jogo e tomada de decisão específicas de cada posição/função. Utilizamos uma adaptação do PSE (Percepção Subjetiva do Esforço) como controle de carga individual.

Também há uma integração entre departamento médico e preparadores físicos, para avaliações globais do movimento de cada jogador, onde descobrimos a melhor forma de desenvolver um equilíbrio corporal/funcional para cada jogador.

Victor Hugo com os atletas do sub-20 do Botafogo de Futebol e Regatas. Crédito: Arquivo Pessoal
Victor Hugo com os atletas do sub-20 do Botafogo de Futebol e Regatas. Crédito: Arquivo Pessoal

Universidade do Futebol – Como as categorias de base do clube lidam com a presença, muitas vezes nociva, de empresários de futebol?

Victor Hugo – Acho que essa influência diminuiu bastante. Posso falar pelo clube que defendo, o Botafogo, onde não sofremos nenhuma pressão de empresários ou pessoas externas ao contexto da equipe na escalação de jogadores. O Eduardo Freeland, o Manoel Renha e o Tristão têm conduzido o processo com excelência e não deixam que essas turbulências externas afetem nosso trabalho.

Universidade do Futebol – Para você, quais os principais desafios a serem superados nas categorias de base no Brasil?

Victor Hugo – Este é um assunto do qual eu gosto, vou tentar ser breve. Falando de Brasil, acho que superar a deficiência no repertório cognitivo e motor da criança jovem que chega ao clube. Saber conduzir um processo de formação onde não se produzam robôs do futebol. Antes, tínhamos o famoso futebol de rua, os campos de várzea e as brincadeiras no asfalto, areia e terra batida. Hoje, com o crescimento das cidades, não temos tanto esse “esporte” essencial na formação motora de uma criança. Logo entram em uma escolinha de futebol, em grama sintética, e muitas vezes encaram treinos analíticos mecanizados que não trazem ganho nenhum no seu desenvolvimento cognitivo e motor. Tudo é muito controlado, muito ordenado, pouco criativo, pouco livre. Acho que os clubes precisam criar estratégias para que o jovem jogador, lá pelo sub-13, sub-12, jogue o máximo de vezes possível o jogo, para que a criança crie seu próprio repertório motor e cognitivo, estimulando a criatividade. Tem que jogar/treinar em campos diferentes, em tamanhos e com quantidade de jogadores diferentes, com regras diferentes e sem a precipitação de especialização em uma posição, ou seja, deve rodar em várias posições no campo de jogo.

Falando de Rio de Janeiro, pois não sei como funciona em outros centros, precisamos criar um melhor calendário para essas categorias mais inferiores, como os sub-11, sub-12, sub-13. Alguns clubes jogam apenas 10/15 jogos no ano. E o mais importante, precisamos mudar as dimensões do campo e balizas, além das regras, e adapta-las ao desenvolvimento desta faixa etária. O goleiro nesta categoria tem um forte fator desmotivador, pois qualquer chute alto resulta em gol. Outros jogadores têm fatores desmotivadores quando enfrentam garotos mais desenvolvidos no aspecto maturacional e estes já conseguem ocupar um espaço maior, num campo muito grande, que muitos miúdos não conseguem e se frustram com a impossibilidade de disputar com os mais maduros. Além disso, o campo menor possibilita mais participação dos garotos, mais toques na bola. Já existem diversos estudos sobre o benefício de regras adaptadas para categorias inferiores, falta alguém que tenha real poder, começar a mudar isso.

Funcionários do Botafogo de Futebol e Regatas comemorando a conquista do Carioca. Crédito: Arquivo Pessoal
Funcionários do Botafogo de Futebol e Regatas comemorando a conquista do Carioca. Crédito: Arquivo Pessoal

Universidade do Futebol – Como é a sua relação de estruturação de trabalho com o treinador? Como você estrutura o treino?

Victor Hugo – Muito boa. O Eduardo Barroca me deixa à vontade para auxiliar nas funções durante o treino e para montar atividades complementares ao treino dele. Estamos sempre em contato para ajustar carga diária, a limitação de cada jogador, momento do treino em relação a campeonato, retorno de jogadores que estavam no Departamento Médico.

Sobre meu treino, eu acredito no treino complementar, principalmente no treino de mobilidade articular. Por isso, a preparação física e os fisioterapeutas se reuniram e começamos a elaborar um programa individualizado de mobilidade articular e equilíbrio corporal. Como dizem em Portugal, é o treino para poder treinar. Para que o jogador disfrute de toda sua capacidade de movimentação em alto rendimento e esteja sempre apto nos treinamentos a desenvolver as condições específicas do nosso jogo. O programa consiste em potencializar o que o jogador possui de bom, de acordo com sua prestação no modelo de jogo da equipe e suas características posturais e morfológicas. Por exemplo, se temos um jogador muito veloz, vamos valorizar o movimento que o auxilie a executar mais vezes e de forma mais leve, sem agredir o corpo, ao invés de tentar colocar uma característica de movimentos que ele não possui para “equilibrar” qualidades. Usando outro exemplo, se temos um jogador que utiliza muito proteção de bola, muita disputa e confronto, vamos valorizar movimentos destas ações, e não tentar torná-lo rápido, algo que não é característica do seu jogar e nem da sua prestação dentro do nosso modelo. Respeitamos toda adaptação neuromotora que o corpo do jogador adquiriu ao longo de anos. Respeitamos que cada um tem sua maneira de correr, saltar, agachar e todo movimento adaptado a anos de experiências motoras de cada um.

Fora isso, todo meu trabalho se dá no campo, em jogos reduzidos e condicionados, incentivando o jogador a cumprir sua função no modelo de jogo da equipe, nos comportamentos coletivos e individuais que pretendemos alcançar. Acredito que resistência e força para jogar são pautadas na função do jogador. Mais resistente está quanto mais tempo ele aguentar exercer sua função no jogo. Não utilizamos máquinas de academia ou treinamentos físicos isolados para desenvolver uma valência física com objetivo de desenvolver o jogo, tudo se dá nos treinos com o modelo de jogo pretendido, dentro dos jogos reduzidos e condicionados.

Universidade do Futebol – Considerando a integração dos trabalhos físicos e táticos aplicados, nessa perspectiva, como você vê a inserção do preparador físico na comissão técnica daqui a alguns anos? Você acredita que existe chance dessa função perder sua aplicação?

Victor Hugo – Cada vez mais o preparador físico precisa entender de tática/estratégia. Mesmo o trabalho complementar tem que ser feito respeitando a função do jogador no modelo de jogo da equipe, para que ele possa potencializar sua prestação. Não acho que a função perderá sua aplicação, mas ela vai evoluir, como vem evoluindo e já vemos excelentes preparadores físicos no nosso futebol. Um assunto que eu acredito que deve ser conhecimento de todos, preparadores e treinadores, é a identificação e criação de hábitos e comportamentos. O lado mental. Cada vez mais teremos que entender o lado mental para poder fazer qualquer avaliação. Nossa vida é composta por comportamentos gerados a partir de hábitos, jogadores são pessoas também. Vou citar um exemplo: com a chegada do Eduardo Barroca, houve uma mudança na nossa organização defensiva, e passamos a marcar em bloco mais alto do que os garotos faziam antes. Nos primeiros jogos, algumas pessoas criticaram o nosso volante (jogamos no 1-4-1-4-1) dizendo ser lento e sem dinâmica, me pediram até trabalho complementar com ele. Eu disse que era apenas uma mudança de comportamento que o modelo de jogo gerou e ele estava adaptando-se. Com bloco mais baixo, ele era mais protegido, e como houve mudança ao bloco mais alto, ele ficava mais exposto e teria que se adaptar a isso. A comissão acreditou nesse lado cognitivo e assim que ele assimilou sua função no novo modelo se tornou nosso principal jogador no funcionamento da equipe. Os hábitos e comportamentos adquiridos nos treinos são importantíssimos, refletem no jogo. O jogo é uma união dos comportamentos de vários jogadores. Estes precisam ser coordenados entre si.

Universidade do Futebol – De forma geral, quais os principais obstáculos que você vê hoje em dia para se implantar nos clubes de futebol trabalhos que tenham uma visão sistêmica e interdisciplinar? Quais as vantagens que você vê na implantação de um trabalho com estas características?

Victor Hugo – Principalmente o preconceito carregado em alguns paradigmas arcaicos. Existem clubes que não possuem ou, se possuem, não admitem participação do setor de psicologia esportiva durante treinos e jogos. Tem treinadores que não aceitam que o seu preparador físico entenda e participe das elaborações táticas do jogo. Tem lugares onde o fisioterapeuta apenas cura lesões. São muitos exemplos.

No Botafogo, estamos cada vez mais consolidando a visão sistêmica. Ainda temos muito o que ajustar, mas o clube todo vem aperfeiçoando essa visão. Um bom exemplo foi a participação de muitos na principal conquista deste ano, o Brasileiro sub-20. Começou quando os preparadores e fisioterapeutas se reuniram para montar em conjunto um programa de prevenção de lesão, aquele que citei lá em cima, que visa preparar o atleta individualmente para estar apto ao máximo de sua prestação. Falando da minha parte, fui mais além e comecei a fazer um treino específico nos dias pós-jogo, junto com fisioterapeutas, para recuperação dos jogadores, junto com a mobilidade articular. O resultado foi muito expressivo, já que nesses 8 meses de trabalho em conjunto, tivemos apenas uma lesão muscular do time titular, na véspera do último jogo, mesmo com esse calendário de jogos em sequência. E no grupo sub-20, apenas uma outra lesão muscular desde a implementação deste trabalho.

E o principal, a melhor integração que busco é com a psicologia. Há alguns meses, todo trabalho regenerativo pós-jogo tem também um trabalho com a psicóloga da base, a Etiene Castro, para desenvolver o foco e para relaxar a mente pós-jogo. Muitos dizem que o futebol é muito mais cognitivo do que físico, mas é raro ver clubes que adotam estratégias de recuperação mental, e focam apenas em liberação miofascial, crioterapia, alongamentos etc. Sempre pensei nisso e decidimos inserir uma recuperação mental/cognitiva com uma especialista nisso. Está sendo muito bem aceito pelos jogadores e fortalece ainda mais o trabalho sistêmico.

Universidade do Futebol – Desde 1999, ao vencer a Taça BH de Juniores, o Botafogo não ganhava um título nacional. Quais foram os trabalhos realizados para que o time chegasse a final e conquistasse o título nacional?

Victor Hugo – Foi uma junção de vários fatores, o clube todo voltou-se a este objetivo. Sabíamos desse jejum e a responsabilidade aumentou com o avançar da competição. Mas os jogadores estavam muito focados, muito determinados. Um grupo de jogadores com comprometimento e respeito ao clube imensos. Um apoio incondicional de todos os botafoguenses, de todos os setores do clube e das demais categorias. Foi uma conquista muito especial pelo envolvimento de todos que participam do dia-a-dia de todas as outras categorias de base do clube. Muitos funcionários compareceram na final, alugaram um ônibus e foram até Itaquera para dar força. A torcida sempre deu muito apoio, foram várias as mensagens de incentivo que chegavam aos jogadores e comissão. Foi muito especial. O clube se uniu e acreditou no trabalho que vem fazendo na base, há alguns anos, evoluindo cada vez mais. E a tendência é evoluir ainda mais, pelas pessoas que hoje compõem as categorias de base do Botafogo FR.

Comentários

  1. Luis Bassani disse:

    Esse Victor Hugo vai longe, anotem isso!

  2. Rodrigo Almeida disse:

    Concordo com o Luís. Humildade, competência, visão, estudos, e coragem. Anotem esse nome: Victor Hugo. É unânime as boas referências desse profissional, eis aqui a descrição de poucas delas.

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