A importância de práticas sustentáveis nas organizações esportivas: Um estudo sobre o Projeto EcoTorcedor

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INTRODUÇÃO
Ante o agravamento das questões sociais, ambientais e econômicas após trinta anos de crescimento econômico do pós-guerra, iniciou-se uma série de debates internacionais sobre a necessidade de reforma do presente modelo de desenvolvimento baseado no crescimento econômico sem contemplar a preservação ambiental e a promoção social.

Através dos debates da Primeira Conferência Mundial sobre o Homem e o Meio Ambiente, realizada em Estocolmo, na Suécia, em 1972, entre o desenvolvimento zero e o eco desenvolvimento e as pesquisas realizadas pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, através da Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, a partir de 1982, liderada pela primeira-ministra da Noruega Gro Harlem Brundtland, resultaram na publicação do relatório “Nosso Futuro Comum”, também chamado de “Relatório Bruntland”, que define o conceito de desenvolvimento sustentável: “é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras atenderem as suas próprias necessidades” (BRUNDTLAND, 1991: 46).

Nesse sentido, estados, governos, empresas, ONG’s e organismos multilaterais têm um papel de destaque no processo de execução do desenvolvimento sustentável. No que se refere às organizações esportivas ligadas ao futebol, de acordo com o Plano de Modernização do Futebol Brasileiro da Fundação Getúlio Vargas (2000), essa indústria movimenta cerca de 250 bilhões de dólares anualmente o que demonstra o potencial dessa indústria em contribuir de maneira superlativa para edificação e consolidação das práticas sustentáveis tanto no Brasil quanto no mundo.

Como fundação ao ante-exposto, pode-se citar o projeto Eco Torcedor, parceria realizada junto aos clubes de futebol da primeira divisão do estado de São Paulo com a Federação Paulista de Futebol. As ações realizadas pelo programa foram: plantio de bosques urbanos, coleta de resíduos sólidos recicláveis, doações sociais, seleção sustentável, escola sustentável e ecopa. Como resultado do projeto no Campeonato Paulista Série A1, de 2013, mais de uma tonelada de resíduos recicláveis foram coletados nos eco pontos instalados nos estádios, foram plantadas 16.260 mudas para a formação de bosques urbanos, foram arrecadados12.220 itens em roupas e brinquedos e três toneladas de alimentos não perecíveis além de 35 mil itens de higiene e limpeza para as ONG’s.

Portanto, dado seu caráter inovador e altamente relevante para o desenvolvimento sustentável e a possibilidade de sua aplicação na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016 e em outras modalidades esportivas, tanto no Brasil quanto no mundo, e a sua movimentação financeira, justifica-se sua pesquisa através deste artigo.

Logo o objetivo geral desta pesquisa é dissertar de maneira descritiva e exploratória o Projeto Eco Torcedor executado pela Federação Paulista de Futebol na Séria A1 do Campeonato Paulista de 2013 de 19 de janeiro até 19 de maio e sua importância para implementação e consolidação das práticas sustentáveis nas organizações esportivas por onde também o tema da pesquisa está delimitado. Como objetivo especifico, o objetivo é apontar seu grau de inovação e seus resultados nas dimensões ambientais, sociais e econômicas da sustentabilidade e a sua possibilidade de aplicação em outras modalidades esportivas tanto no Brasil quanto no Mundo.

O meio de investigação utilizado foi a pesquisa bibliográfica que é realizada a partir do levantamento de referências teóricas já analisadas e publicadas por meios escritos e eletrônicos tais como livros, artigos científicos, web sites. Isso permite ao pesquisador conhecer o que já foi estudado sobre o assunto. (FONSECA, 2002).

Para alcançar o objetivo da pesquisa, foi realizado levantamento bibliográfico nas bases dados da Scientific Electronic Library Online; Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente; Sistema integrado de Bibliotecas da Universidade Estadual Paulista, Universidade de São Paulo e da Universidade Estadual de Campinas; Instituto Ethos e Federação Paulista de Futebol.

Essas fontes foram acessadas através da internet no mês de junho de 2013. Nessas bases de dados foram cruzadas as seguintes palavras-chaves: desenvolvimento sustentável, sustentabilidade organizacional, esporte, futebol e projeto eco torcedor, posteriormente, foram avaliados e selecionados os artigos mais relevantes.

SUSTENTABILIDADE
O conceito de desenvolvimento sustentável surgiu com o nome de eco desenvolvimento no início dos anos setenta. Foi resultado do esforço para encontrar uma via opcional àquelas que se opunham tanto ao desenvolvimentismo quanto ao crescimento zero, defendido pelo Clube de Roma. O livro Os Limites do Crescimento, elaborado por Meadows, em 1972, para esse clube, defendia a necessidade de estabelecer imediatamente mecanismos de proteção ambiental que agissem corretivamente sobre os problemas causados pelo desenvolvimento econômico e de reverter a dinâmica demográfica para atingir, em médio prazo, uma população estável (LEIS, 1996). Em linhas gerais, o crescimento econômico precisava parar para se evitar o esgotamento dos recursos naturais e para que a poluição provocasse uma queda brusca do nível de vida (ROMEIRO, 2012).

A polarização entre desenvolvimentismo e crescimento zero aconteceu na Primeira Conferência Mundial sobre o Homem e o Meio Ambiente realizada em Estocolmo, na Suécia, em 1972. Na conferência todas as conclusões do relatório do Clube de Roma foram rejeitadas. Foi acordado defender a necessidade do crescimento econômico para os países pobres e considerar a própria pobreza como uma das causas dos problemas ambientais desses países. A proposição eco desenvolvimentista de que é necessário e possível intervir e direcionar o processo de desenvolvimento econômico, de modo a conciliar crescimento econômico, bem estar social e preservação ambiental, passa a ter aceitação, sendo esse processo denominado desenvolvimento sustentável.

Em 1982, a Conferência de Nairobi, promovida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, decidiu pela criação da Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento liderada pela primeira-ministra da Noruega Gro Harlem Brundtland. Os resultados do trabalho foram publicados em 1987 no documento intitulado Nosso futuro comum também conhecido como Relatório Bruntland.

De maneira similar ao eco desenvolvimentismo, os autores do relatório Bruntland (1991) consideram o que deve ser entendido como desenvolvimento sustentável:

[…] um processo de transformação no qual a exploração dos recursos, a direção dos investimentos, a orientação do desenvolvimento tecnológico e a mudança institucion
al se harmonizam e reforça o potencial presente e futuro, a fim de atender as necessidades e aspirações futuras […] é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras atenderem as suas próprias necessidades (p.46).

O desenvolvimento sustentável pode ser alcançado com uma série de medidas capazes de garantir o aumento do Produto Interno Bruto, o acesso à renda, à saúde e à educação e a redução dos impactos ambientais decorrentes do consumo e da produção.

Para Altenfelder (2004), no que se refere às organizações, a preocupação com a sustentabilidade tem avançado, pois as mesmas têm responsabilidade na preservação do meio ambiente, bem como na promoção da qualidade de vida da sociedade e na comunidade na qual estão inseridas. Uma organização sustentável precisa ter: postura ética, colaboração com a sociedade e com o meio ambiente; os valores da companhia e o seu direcionamento devem estar claros para os colaboradores, fornecedores, clientes, comunidade, sociedade e governo. A adoção de uma postura transparente nos seus objetivos fortalece a sua legitimidade social e ambiental. (INSTITUTO ETHOS, 2013).

Para aplicação dos princípios sustentáveis nas organizações, de acordo com o Instituto Ethos (2013), deve-se buscar trazer benefícios para a sociedade, propiciar a realização profissional dos colaboradores e promover benefícios para os fornecedores e para o meio ambiente paralelamente trazendo retorno aos seus acionistas.

De acordo com Holliday (2003), essas organizações estão empreendendo esforços para divulgar seus desempenhos em relação às questões econômicas, sociais e ambientais através da divulgação periódica dos relatórios de sustentabilidade. Essas publicações contêm informações que refletem responsabilidade social e ambiental da empresa através de indicadores.

Através da análise dos indicadores de sustentabilidade, as organizações podem mensurar seu nível de sustentabilidade, possibilitando aprimorar as práticas na busca do desenvolvimento sustentável e criar valor aos seus stakeholders: colaboradores, fornecedores, acionistas, sociedade, comunidade, governo e clientes.

FUTEBOL: PODER ECONÔMICO E INFLUÊNCIA SOCIAL
Oficialmente, o ano de 1894 é considerado como marco da entrada do futebol no Brasil. Nesse ano, Charles Miller retorna ao país e funda um time de futebol na cidade de São Paulo para praticar esse esporte que havia conhecido durante o período que passou como estudante na Inglaterra (ROSENFELD, 2007). A localização da sede do clube de futebol é um fator que pode contribuir para a sua consolidação entre os grandes clubes nacionais e, com isso, permitir que tenha acesso aos recursos financeiros necessários para manter-se nessa posição em um contexto no qual o futebol é tratado e administrado como um negócio (AIDAR; LEONCINI, 2002a). No Brasil, oficialmente, ou pelo menos para a história desse esporte, o futebol é caracterizado como um esporte introduzido e praticado pela elite econômica e, com isso, arregimenta como admiradores um púbico desse mesmo segmento social (BURHNS, 2000).

Vê-se, portanto, que o futebol apresenta um caráter notadamente de sociabilidade em uma sociedade que se formava através do poder econômico e da cultura específica de cada região. Para Aidar e Leoncini (2002b), a partir da década de 70, o futebol passa por diversas transformações no contexto mundial. Passa a ser um esporte global, modificando assim o contexto como os clubes são gerenciados. Surge então o conceito de clube empresa. Com isso, algumas modificações ocorrem: torcedores são incentivados a tornarem-se “sócios- torcedores” e além de apenas torcedores e passam a vivenciar o dia a dia desses clubes de futebol. Surge então o marketing esportivo. De acordo com Araújo (2002), este visa aumentar o reconhecimento do público, reforçar a imagem corporativa, estabelecer identificação com segmentos específicos do mercado, combater ou antecipar-se a ações da concorrência, envolver a empresa com a comunidade, conferir credibilidade ao produto com a associação à qualidade e emoção do evento.

Sendo os três principais aspectos do desenvolvimento sustentável: ambiente, economia e comunidade, o desenvolvimento sustentável é um processo em constante evolução reunindo fatores culturais, sociais, econômicos e ambientais sendo necessário para criar oportunidades, prosperidade e escolhas e deve proceder de modo que deixe alternativas disponíveis para as gerações futuras.

Em busca de se adequar aos conceitos modernos de administração e gerenciamento, os clubes e instituições esportivas têm adotado a prática da sustentabilidade no seu cotidiano. Em um estudo prévio o esporte demorou a adotar o desenvolvimento sustentável. Enquanto empresas vêm adotando essa prática há anos, o esporte ainda carece de muito estudo e aperfeiçoamento nessa área.

O PROJETO ECOTORCEDOR
Em busca de colocar em prática toda a discussão iniciada no tópico anterior, empresas de marketing e ligadas ao futebol, colocaram em prática o projeto “Eco Torcedor” com o patrocínio de grandes empresas e apoio institucional da Federação Paulista de Futebol. A ideia foi concebida após o Brasil ser confirmado sede da Copa do Mundo de 2014. O idealizador, Lívio Giosa, também membro do comitê de sustentabilidade do campeonato mundial no Brasil, afirma que: trata-se do melhor momento para se falar de sustentabilidade com o público torcedor. Caracteriza-se como um trabalho de conscientização e participação da sociedade paulista nas questões de sustentabilidade através do futebol. O Eco Torcedor surge como uma inovação disruptiva de novo mercado. Os serviços são mais acessíveis e simples que podem ser adquiridos e utilizados por toda uma nova faixa demográfica; clientes que não são atendidos por organizações tradicionais do setor. (ANDREW; SIRKIN, 2007).

Para a consolidação do projeto definiu-se importantes e necessários conceitos e a partir daí, inicia-se a proposta de conscientizar e fomentar as práticas descritas abaixo:

• Consumo consciente: O consumidor consciente busca o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal e a sustentabilidade do planeta e reflete a respeito de seus atos de consumo e como eles repercutirão não só sobre si mesmo, mas também sobre as relações sociais, econômicas e naturais.

• Desenvolvimento sustentável: É o processo que responde às necessidades do presente sem comprometer o desenvolvimento das gerações futuras. O seu objetivo é assegurar o equilíbrio das três dimensões do desenvolvimento sustentável (econômica, social e ambiental) com uma governança (gestão) pe
rmanente.

• Sustentabilidade: Pode ser definida como o principal valor de uma sociedade com as características necessárias para consolidar um sistema social justo, ambientalmente equilibrado e economicamente próspero por um longo período de tempo desenvolvido à luz da gestão continuada.

A fim de materializar o envolvimento da sociedade no projeto, são propostas atividades de interação com os torcedores, sendo elas:

• Plantio de Bosques Urbanos: A organização incentivou as prefeituras de 17 cidades representadas pelas 20 equipes que disputaram o Campeonato Paulista de Futebol em 2013 a entregarem um “Bosque Urbano”, ou seja, um marco ambiental com um mínimo de 1.000 (mil) árvores.

• Coleta de Resíduos Sólidos Recicláveis: A organização criou o “Ecoponto” em que em um jogo por rodada, durante as 19 rodadas do primeiro turno do campeonato, os torcedores são incentivados a participarem da coleta seletiva e destinarem corretamente os resíduos sólidos recicláveis gerados em casa e no estádio.

• Doações Sociais: A organização, juntamente com a Prefeitura, deverá criar um “Posto de Coleta” em um jogo das 19 rodadas do primeiro turno. Os torcedores são incentivados a doarem roupas, agasalhos, alimento e/ou brinquedos.

• Fanáticos: Serão premiados os 32 torcedores com maior participação “física” nos jogos do Campeonato Paulista no 1º turno. Estes torcedores são cadastrados no aplicativo “fanáticos” e assinalaram a cada rodada a sua ida ao jogo que compareceu. No final da campanha deverá comprovar a sua presença nos jogos declarados através da entrega, à organização, dos tickets de cada jogo.

• Seleção Sustentável: Os torcedores que participaram através do aplicativo Ecotorcedor são premiados, os 11 que mais acumularem pontos nas diversas ações pontuam para este programa.

• Ecopa: O torcedor, que se cadastrou nos aplicativos “Ecotorcedor” e “Meu Estádio”, é identificado além das 6 torcidas que mais acumularam pontos através das ações individuais de cada torcedor. Os 16 torcedores que mais pontuaram em cada uma delas representaram seu time em um torneio eliminatório contra os demais classificados.

• Bolão: O Torcedor, que realizou seu cadastro no aplicativo “Ecotorcedor” e posteriormente no “Bolão”, indicou os seus palpites de todas as rodadas, acumulou pontos através de pontuação específica e até ganhou brindes exclusivos.

• Quiz: O Torcedor que se cadastrou no aplicativo “Ecotorcedor” e posteriormente no “Quiz” respondeu diversas perguntas referentes à história do Campeonato Paulista, sustentabilidade e sobre os patrocinadores em todas as rodadas, e assim, acumulou pontos através de palpites em cada rodada e somou pontos em seu ranking.

• Escola Sustentável: Foi premiada a instituição de ensino (fundamental, médio ou superior) composta por uma equipe de mínimo 3 pessoas e no máximo 10 pessoas, com o auxilio de um Tutor que elaborou um vídeo com ações sustentáveis que gerem benefícios, na prática, para o seu Município, Bairro ou Escola.

RESULTADOS
Como resultado do projeto, mais de 1 tonelada de resíduos recicláveis foram coletados nos eco pontos instalados nos estádios, foram plantadas 16.260 mudas para a formação de bosques urbanos, foram arrecadados de 12.220 itens em roupas e brinquedos, três toneladas de alimentos não perecíveis e 35 mil itens de higiene e limpeza para distribuição entre as entidades de assistência social. Dado seus resultados e sua simplicidade de projeto, o mesmo pode ser intercambiado tanto para outras modalidades esportivas quanto para outros países, porém, o grau de êxito do projeto está diretamente atrelado à capacidade de público, carisma que a modalidade esportiva exerce sobre a sociedade e o grau de consciência sócio ambiental da mesma.

CONCLUSÃO
Ante aos desafios econômicos e sociais que se apresentam no início do século XXI, notadamente pela crise euro americana e pelo agravamento das questões ambientais em escala mundial, fez-se necessário que estados, governos, empresas, organismos multilaterais e organizações esportivas se comprometessem com a implementação de práticas sustentáveis, conceito edificado pela Conferencias de Estocolmo em 1972 e o pelo Relatório Bruntland. Nesse esforço, as organizações esportivas têm um papel de destaque, pois, além de sua movimentação bilionária, a mesma exerce poder carismático sobre a sociedade.

Nesse sentido, o projeto Eco Torcedor vem ao encontro das necessidades da contemporaneidade. Esse trabalho realizado de maneira pioneira no Brasil pode ser considerado uma inovação disruptiva de novo mercado, ou seja, caracteriza-se por buscar novos consumidores e pela criação de uma nova rede de valor, ou seja, integra a não-oferta e a não-demanda criando um novo mercado, além de contemplar as dimensões econômicas, sociais e ambientais da sustentabilidade.

Os resultados alcançados em sua primeira edição e a forma no qual foi executado permitem sua intercambialidade tanto para outras modalidades esportivas quanto para outros países, porém, o grau de êxito do projeto está diretamente atrelado à capacidade de público, carisma que a modalidade esportiva exerce sobre a sociedade e o grau de consciência sócio ambiental da mesma. Além disso, se aplicado em grandes eventos esportivos a serem realizados no Brasil em 2014 e 2016 elevarão de maneira substantiva a ampliação da conscientização das práticas sustentáveis na sociedade brasileira, igualmente, consolidarão o Brasil como uma potencia sustentável.

Portanto o projeto Eco Torcedor vem ao encontro dos esforços promovidos pelas organizações esportivas tanto dos clubes de futebol quanto da Federação Paulista de Futebol em agregar valor as suas respectivas marcas, construir e fundamentar vantagem competitiva, promover a inclusão social através de doações sociais, preservação e promoção ambiental através da criação de bosques urbanos, coleta de resíduos sólidos recicláveis e o exercício da educação ambiental em toda a sociedade através da escola sustentável, portanto, ações em consonância com os princípios sustentáveis e dos desafios a serem superados no século XXI.

REFERÊNCIAS

Altenfelder, R. 2004, 06 de maio. Desenvolvimento sustentável. Gazeta Mercantil, p. 3

Andrew, J. M.; Sirkin, H. L. 2007. Pay Back: A Recompensa Financeira da Inovação. São Paulo, SP: Campus.

Aidar; A. C. K.; Leoncini, M. P. 2002a. As Leis Econômicas e o Futebol: a estrutura do novo negócio. In: Aidar; A. C. K.; Leoncini, M. P.; Oliveira, J. C. 2002b. A Nova Gestão do Futebol. Rio de Janeiro, RJ: FGV.

Araujo, A. G. 2002. Plac
ar favorável. Revista Marketing, 349(2), 22-28.

Brundtland, G. H. 1991. Nosso futuro comum: comissão mundial sobre meio ambiente e desenvolvimento. Rio de Janeiro, RJ: Fundação Getúlio Vargas.

Burhns, H. T. 2000. Futebol, Carnaval e Capoeira: entre as gingas do corpo brasileiro. Campinas, SP: Papirus.

Rosenfeld, A. 2007. Negro, Macumba E Futebol. São Paulo, SP: Perspectiva.

Fonseca, J. J. S. 2002. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza, CE: UEC.

Holliday, C.; Schimidheiny, S.; Watts, P. 2002. Cumprindo o prometido: casos de sucesso de desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro, RJ: Campus.

Instituto Ethos. 2013. Valores, Transparência e Governança. Recuperado em 30 de julho de 2013, de http://www3.ethos.org.br/conteudo/gestao-socialmente-responsavel/valores-transparencia-e-governanca/#.UfhzM9LFXfI

Leis, H. R. 1996. O labirinto: ensaios sobre ambientalismo e globalização. São Paulo, SP: Gaia Blumenau/Furb.
Relatório final do plano de modernização do futebol brasileiro. 2000. Rio de Janeiro, RJ: Fundação Getulio Vargas, Confederação Brasileira de Futebol.

Romeiro, A. R. 2012. Desenvolvimento sustentável: uma perspectiva econômico-ecológica. Estudos avançados, 26 (74), 65-92.  

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