Propostas de padronização dos elementos do jogo nas categorias de base

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*Alex Nascif, Thadeu Rodrigues, Marcelo Matta e Luiz Fernando Sousa
O futebol é um dos esportes com maior número de espectadores e praticantes ao redor do mundo. Um dos motivos para esta paixão pode ser justificado pela imprevisibilidade do jogo, onde nem sempre a melhor equipe ou o melhor elenco vence, pois é possível que um grupo menos qualificado seja mais efetivo, através de melhor estratégia, melhor gestão do espaço de jogo ou eficiência. Assim, percebe-se a importância que a tática, aqui entendida com gestão de espaço, seja considerada uma dimensão de extrema importância no processo de formação do jovem futebolista ao longo do tempo.
Sabe-se que durante a formação do futebolista deve-se adequar as exigências dos treinos e das competições de acordo com suas características de crescimento, desenvolvimento e maturação biológica (MALINA et al., 2004). No entanto, é comum observarmos um desrespeito a este conceito, submetendo os jovens praticantes a treinos e a competições nos moldes dos adultos, ou seja, levando uma criança ou um jovem a ter de gerir um espaço do campo semelhante ao do adulto.
Ao pesquisar sobre o tema, encontramos competições estaduais e regionais onde crianças de 10 até 13 anos competem em formato de 11×11, com traves, bolas e dimensões do campo semelhantes aos dos adultos. Observando este cenário podemos perceber o quanto contraproducente pode ser um jovem tentar preencher um espaço em que talvez nem um adulto consiga preencher de forma efetiva. Além disso, alguns estudos reforçam a ideia de que a expertise é atingida através da maior exposição possível em horas e práticas de qualidade na atividade em questão. Esta informação nos leva a questionar, será que a criança estará sendo mais estimulada em um jogo de 11×11, em campos de medidas para adultos, ou em jogos de 5×5 ou 7×7 com medidas proporcionais? Este questionamento é baseado no fato de que o maior contato com a bola parece possibilitar ao envolvido uma maior estimulação de tomadas de decisão e ações dentro do jogo, potencializando o seu desenvolvimento cognitivo, motor e fisiológico de forma sistêmica.
Para ler o texto na íntegra, basta clicar aqui

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