As redes sociais e o comitê de reforma da CBF

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A CBF diz ter recebido mais de 120 mil mensagens nos três dias seguintes à criação do comitê de reformas, quinta-feira passada. Falta ao comitê mais gente que tenha se debruçado sobre os problemas do futebol nos últimos anos. Exatamente por isso, precisa ter participação de quem está do lado de fora, sem compromisso com ninguém.
Ter Carlos Alberto Torres e Ricardo Rocha, com todo o respeito, é olhar para o que o Brasil fez, não para o que precisa fazer.
Ricardo Rocha e Carlos Alberto poderiam estar. Desde que existam também outras frentes representadas. Por exemplo, Raí, Paulo André, João Paulo Medina…
A resposta da CBF à observação é que houve conversas para ter a participação de alguns destes nomes e nenhum demonstrou interesse. Fato é que deveria haver mais gente que se dedicou a estudar os problemas do futebol por dez, vinte, trinta anos.
Confira o texto na íntegra clicando aqui
PVC

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