Transformar clubes em empresas é bom ou ruim?

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Falamos com diretor executivo do Sport Recife, Lucas Drubscky

Em entrevista ao Fut Talks, o diretor do Sport Recife, Lucas Drubscky, o executivo mais jovem do Brasil, falou sobre a transformação de clubes em empresas, profissionalização do futebol, e sobre a dificuldade de lidar com a cultura dos estatutários amadores. Veja como foi esse bate-papo!

Ao ser questionado sobre o modelo de gestão clube-empresa, o executivo se posicionou. “É uma faca de dois gumes. A gente tem clubes com um modelo de gestão estatutário que são exemplos de gestão de um projeto de futebol. E temos clubes geridos pelo modelo empresarial que são exemplos de como não se deve tocar o futebol”, diz.

Por outro lado, ele acredita que o modelo clube-empresa seja uma tendência no Brasil. “A gente tem exemplos recentes aí de clubes que não tiveram sucesso, passaram por grandes dificuldades nessa transição de modelo de maneira não muito adequada”, pontua.

Drubscky também discorre sobre profissionalização, gestão de pessoas, e bagagem acadêmica. Além de conhecimento técnico, o executivo valoriza a habilidade de lidar com a cultura e a política do clube. “Sofro muitas vezes por ser jovem, porque o poder de convencimento tem muito a ver com os cabelos brancos”, diz.

O Fut Talks é um projeto da Universidade do Futebol que traz duas vezes na semana, nomes importantes do esporte para tratar de temas polêmicos que envolvem aspectos técnicos, de gestão, estratégia e política. Um espaço do pensar estratégico para a transformação do futebol.

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