Universidade do Futebol

Artigos

05/01/2016

A descontinuidade na história do desporto e José Mourinho

Foi dia de festa na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa. O Dr. José Mourinho, treinador de futebol e figura de maior relevo tecnocientífico e midiático daquela Faculdade, visitou a escola onde se licenciou e doutorou e disse aos alunos o que eles aguardavam (e de longe vislumbram) numa ansiedade incontida: o que é preciso fazer, o que é preciso estudar, para se poder ser um treinador respeitado e vitorioso, no futebol altamente competitivo?… Estou certo que ele não hesitou, ao responder: Não é porque se leem muitos livros, sobre metodologia do treino ou sobre a estratégia e a tática no futebol, que você é um treinador de sucesso, no futebol ou em qualquer outra modalidade. A leitura, o estudo são indispensáveis, mas as qualidades de liderança e a vivência do futebol são a base onde tudo assenta.

Uma das originalidades dos velhos treinadores reside no fato de julgarem que a sua prática profissional pode funcionar, com imaculada exatidão, desconhecendo o paradigma científico que a explicasse. E, sem o conhecimento do paradigma, como encontrar o método necessário? Ora, o desporto é um dos aspetos da motricidade humana, ou seja, do movimento, intencional e em grupo, da transcendência”. É o mesmo que dizer: o objeto de observação e de estudo de um treinador de futebol (ou de um treinador desportivo) são os jogadores da equipe que lidera e das equipes adversárias. Numa palavra só: são pessoas!

Para ler o artigo na íntegra, basta clicar aqui

Comentários

Deixe uma resposta