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A série B do campeonato brasileiro assombra os torcedores dos grandes clubes de todo país. Neste momento, o Vasco luta para sair da zona do rebaixamento e o São Paulo, Corinthians e Flamengo estão próximos dela.

Cada jogo exige o máximo dos jogadores pressionados pela torcida e diretorias. Até Rogério Ceni, quem poderia imaginar, perdeu três pênaltis seguidos que prejudicaram a equipe que precisava somar pontos. Nem a experiência do veterano jogador e sua fama de artilheiro foi suficiente para intimidar o goleiro adversário como acontecia até recentemente. Justo durante a fase em que o time estava entre os quatro últimos colocados Rogério assumiu a responsabilidade da cobrança do pênalti e …falhou!!!

Como explicar fases como esta que nada dá certo? Culpa do calendário? Das viagens? Do cansaço? Tudo contribui, sem dúvida, mas, além do cansaço físico, tem que ser considerado, e como, o lado emocional.

Quando a equipe e os jogadores, individualmente, perdem a confiança e ficam inseguros frente aos desafios, cada bola perdida, cada falta desnecessária e cada pênalti não convertido parecem confirmar que a jornada não será favorável e que o adversário, dificilmente, será superado.

Os maus resultados vão se sucedendo e o estado de tensão aumentando. Neste momento aparecem as evidências sobre a necessidade de planejamento para responder ao complexo fenômeno da preparação do esportista. Preparação que busca a individualização de procedimentos físicos e psicológicos para garantir o desenvolvimento e o aperfeiçoamento da excelência esportiva.

Sem equilíbrio emocional o atleta se desgasta muito mais fisicamente. Corre de maneira desarvorada, faz faltas desnecessárias, se desentende com os companheiros enfim, a falta de coordenação motora em consequência do estresse físico e mental age de maneira desastrosa comprometendo a habilidade para passar a bola, driblar e chutar a gol.

A influência dos estados de tensão e frustração provocados por situações semelhantes àquelas vivenciadas pelo Palmeiras, quando foi rebaixado, e pelas equipes citadas, para fugir da zona de degola, justifica a necessidade de atenção psicológica permanente.

Não que o trabalho do psicólogo do esporte, de maneira isolada, possa salvar a equipe, mas contribui para a detecção de fatores responsáveis por situações que, aparentemente, parecem ser irreversíveis.

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