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Tenho lido nas últimas semanas muito comentário, entrevistas e suposições sobre os desdobramentos da nova resolução da Fifa que pretende “acabar” com o fatiamento de direitos econômicos entre empresários de futebol.

Acho muito interessante chegarmos neste estágio de profissionalização do futebol em termos globais com este tipo de debate. É, na realidade, espantoso, uma vez que se desvirtuou completamente o papel de agente neste mercado.

Até onde se sabe, o agente é de jogador e, portanto, deve aferir seus dividendos pelos serviços prestados aos atletas. Os clubes se tornaram parte deste processo por meio da figura dos “direitos econômicos” por força de um processo de sucateamento de suas estruturas de organização interna.

É lógico que os “bons agentes”, como o mercado costuma chamar, passaram a realizar uma contribuição significativa na formação de atletas. Ora, estes realizam apoio direto para que muitas crianças e adolescentes possam ter a oportunidade de se tornarem jogadores profissionais. E como se sabe, precisa trabalhar com muitos para que uma pequena quantidade dê o resultado financeiro desejado.

A bem da verdade, esse processo, reitero, só ocorreu nos últimos anos pela ineficiência do trabalho dos clubes e das entidades que administram o futebol.

A proposta de reordenamento da Fifa apenas surge para enquadrar novamente a relação entre clube-atleta-agente que, como eu disse, foi amplamente desvirtuada.

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