Universidade do Futebol

Gpaf

18/01/2008

Ações motoras do árbitro de futebol durante as partidas

A descrição das ações motoras durante a prática esportiva vem sendo desenvolvida em inúmeros esportes, sendo mais um componente para garantir a cientificidade do treinamento. Mediante a essa descrição, o preparador físico pode estimar o volume de treinamento para seu atleta, baseando-se no volume de atividades físicas realizada pelo atleta durante a competição (Da Silva, 2005).

A nomenclatura pode variar de autor para autor. Latiskevits (1991) chama de descrição das capacidades competitivas; essa nomenclatura é também adotada por Godik (1996). Já Garcia (1994) prefere chamar de exigências do desenvolvimento do jogo e características do rendimento máximo do jogador.

Independentemente da nomenclatura adotada, todos têm por objetivo descrever como se comporta um jogador durante a competição, ou seja, quais as técnicas mais utilizadas, quanto tempo o atleta fica parado, correndo, saltando. Esses dados são importantes para a elaboração do treinamento, no sentido de torná-lo mais específico.

As informações observadas são utilizadas para definir quais as capacidades físicas que devem ser desenvolvidas durante o treinamento visando uma melhora na parte física. O desenvolvimento de uma maior capacidade física se dá pelas características do esporte, ou seja, pelas características observadas (Da SILVA, 2005).

Quando se tem conhecimento das capacidades competitivas, pode-se desenvolver medidas profiláticas como atividades físicas para o fortalecimento articular e muscular e exercícios compensatórios, visando um equilíbrio harmonioso dos membros.

O treinamento deve preparar o atleta para desenvolver bem todas as ações do jogo; para tanto, há necessidade de conhecê-las e recorrer a atividades cuidadosamente planejadas e executadas; caso contrário, o treinamento será inadequado ou até inútil. Deve-se simular ao máximo as condições de jogo durante o treinamento para que ele alcance êxito. Com o treinamento específico os sistemas energéticos utilizados durante a competição são predominantemente desenvolvidos.

A distância global percorrida pelos árbitros durante a partida varia entre 9 a 13 km (REILLY e GREGSON, 2005). O trabalho pioneiro na descrição das ações motoras do árbitro de futebol, citado em inúmeros trabalhos científicos, foi desenvolvido por Asimi, Tagari e Ohashi em 1988, no Japão. Nesse estudo, os autores analisaram a distância percorrida durante o jogo por duas classes de árbitros: uma da liga japonesa, ou seja, árbitros nacionais, e outra de árbitros internacionais. O deslocamento médio dos árbitros nacionais foi de 10.168±756 metros, sendo que os árbitros internacionais deslocam-se em média 9736±1077 metros. Essa variação no deslocamento total será discutida mais adiante.

Catterall et. al. (1993) publicou um estudo analisando as ações motoras do árbitro inglês. Nesse estudo, observa uma diminuição da distância total média percorrida pelos árbitros durante a partida, ou seja, os árbitros ingleses percorrem em média 9438 ± 707 metros durante o jogo. Esses autores também verificaram que há uma diferença significativa entre o volume de deslocamento entre o primeiro e segundo tempo da partida, sendo essa queda correspondente a 5%, ou seja, o árbitro tende a diminuir a distância percorrida no segundo tempo de partida. Além disso, foi observado que a cada seis segundos em média o árbitro apresentaria mudanças em sua ação motora.

Em 1994 foi publicado na Austrália um estudo desenvolvido na Tasmânia envolvendo árbitros de futebol. Após analisarem 20 jogos, Johnston e McNaughton (1994) concluíram que o árbitro da Tasmânia percorre em média 9408±834 metros, sendo que, apesar de uma queda no deslocamento total no segundo tempo de partida, a diferença apresentada entre os deslocamentos do primeiro e segundo tempo não era estatisticamente significativa.

O primeiro trabalho publicado no Brasil de nosso conhecimento sobre a descrição das ações motoras do árbitro de futebol foi publicado por nosso grupo de estudo em 1999. Nesse estudo, Da Silva e Rodriguez-Añez (1999) descrevem que o árbitro brasileiro se desloca em média 9209±628,6 metros. Nesse estudo foi observado qual era o tempo e a distância percorrida pelos árbitros em cada ação motora, mas principalmente na forma de corrida e sprint (corrida de alta velocidade).

Determinou-se que a maioria dos piques na forma de corrida variam de três a seis segundos e que a distância percorrida nesse tempo seria de 9,52 a 18,98 metros. Já na forma de sprint o tempo médio de cada pique seria de cinco a oito segundos, sendo percorridos nesse tempo entre 25,45 a 40,64 metros. Apesar de haver ocorrido uma queda na distância percorrida pelos árbitros no segundo tempo de partida, ela não foi estatisticamente significativa quando comparada com a do primeiro tempo.

No ano de 2001 foram publicados três artigos descrevendo as ações motoras dos árbitros de futebol, dois envolvendo árbitros italianos e outro envolvendo árbitros dinamarqueses. D´Ottavio e Castagna (2001a) descreveram as ações motoras dos árbitros italianos. Para esses autores, o árbitro se desloca em média 11376±1600 metros durante a partida. Quando comparadas as distâncias percorridas entre o primeiro e segundo tempo, não foi encontrada diferença estatisticamente significativa. Esses autores ainda relatam que as corridas de alta velocidade desenvolvidas pelos árbitros no transcorrer da partida não excederiam dois a quatro segundos, sendo percorrido nesse intervalo de tempo uma distância de 30 metros.

Nesse mesmo ano, esses mesmos autores publicaram outro artigo descrevendo as ações motoras do árbitro de futebol. Contudo, com uma amostragem maior. Nesse segundo trabalho, D´Ottavio e Castagna (2001b) relatam que o árbitro percorre uma distância média de 11469±983 metros. Porém, ao contrário do primeiro trabalho, foi observado que os árbitros apresentaram um decréscimo de 4% no volume das ações motoras desenvolvidas no segundo tempo de partida, sendo que essa diferença foi estatisticamente significativa aos olhos da estatística.

Como comentado anteriormente, em 2001 também foi publicado um artigo descrevendo as ações motoras envolvendo árbitros dinamarqueses. Nesse estudo, krustrup e Bangsbo (2001) relatam que durante uma partida o árbitro percorre uma distância média de 10.07±0.13 km. Apesar de ser observada uma queda na performance física do árbitro no segundo tempo, esse decréscimo não foi estatisticamente significativo quando comparado com o deslocamento do primeiro tempo. Ainda segundo esses autores, a cada 4,3 segundos o árbitro mudaria sua ação motora no transcorrer do jogo, apresentando em média 1268 atividades motoras.

Em 2002, em Portugal, foi publicado um artigo descrevendo a ação motora do árbitro durante a partida. Contudo, esse trabalho publicado por Rebelo et al. (2002) não informa a distância percorrida pelo árbitro em cada ação motora, mas descreve quanto tempo o árbitro permanece em cada ação motora. Voltaremos a falar desse trabalho à frente. Nesse mesmo ano, na Itália, foi publicado um artigo que relacionava a concentração sangüínea de lactato com o desempenho do árbitro durante o jogo. Nesse estudo, Castagna et al. (2002) afirmam que durante uma partida o árbitro percorreria 11584±1017 metros, sendo que foi observada uma diferença estatisticamente significativa entre a distância percorrida no primeiro tempo versus o segundo tempo de jogo.

Em 2004, nosso grupo de pesquisa voltou a publicar no Brasil um trabalho que tinha como objetivo principal verificar a desidratação do árbitro de futebol durante a partida. Contudo, nesse trabalho observamos que o deslocamento médio do árbitro durante o jogo seria de 10718±890 metros.

Nesse mesmo ano, na Itália, foi publicado outro trabalho descrevendo a ação motora do árbitro durante o jogo. Entretanto, agora Castagna et al. (2004) descreviam as ações motoras de árbitro de nível nacional e internacional, como fez Asami et al. (1988). Esses autores observaram que o deslocamento dos árbitros internacionais foi inferior ao deslocamento dos árbitros de nível nacional. O deslocamento médio do árbitro internacional foi de 11218±1056 metros durante os 90 minutos de jogo, contra 12956±548 metros apresentados pelos árbitros de nível nacional, sendo que essa diferença foi estatisticamente significativa.

As hipóteses levantadas por esses autores para justificar essa diferença no deslocamento entre esses dois grupos seriam: a estratégia diferente de arbitragem, agressividade do time e o nível de preparação dos árbitros. Apesar das diferenças entre a distância total percorrida por cada grupo, não foi encontrada diferença estatisticamente significativa entre o volume de deslocamento executado no primeiro tempo versus o segundo em ambos os grupos.

O estudo mais recente que temos conhecimento que descreve as ações motoras do árbitro durante o jogo foi publicado no ano passado e foi desenvolvido utilizando árbitros ingleses. Nesse trabalho, Weston et al. (2006) descreve que o árbitro durante o jogo percorreria uma distância média de 11622±739 metros. Também foi observado que existia uma diferença significativa entre o deslocamento médio do primeiro versus o deslocamento do segundo tempo.

Todos os estudos envolvendo a descrição das ações motoras do árbitro de futebol aqui apresentados confirmam que a atividade física do árbitro durante a partida utiliza predominantemente energia proveniente do metabolismo aeróbico.

As ações motoras descritas na literatura cientifica podem ser agrupas em seis categorias: caminhada, trote, deslocamento de costa, corrida, sprint (corrida de alta velocidade) e paralisação. O árbitro passa a maior parte do tempo andando durante a partida. No estudo desenvolvido pelo nosso grupo (Da SILVA e RODRIGUEZ-AÑEZ, 1999) observou-se que o árbitro brasileiro permaneceu 58% do tempo total de jogo andando. No estudo envolvendo árbitros dinamarqueses, Krustrup e Bangsbo, (2001) também observaram que o árbitro permanecia a maior parte do tempo do jogo andando, e isso correspondeu a 40%. Asami et al., (1988) e Rebelo et al. (2000) relatam também uma porcentagem significativa de deslocamento na forma de caminhada. Nos dois estudos os árbitros japoneses e portugueses andaram 33% do tempo de jogo, respectivamente.

A segunda ação motora mais utilizada pelos árbitros é o trote. Em nosso estudo (Da SILVA e RODRIGUEZ-AÑEZ, 1999), os árbitros haviam se deslocado 15% do tempo de jogo na forma de trote, mesma porcentagem descrita por Krustrup e Bangsbo, (2001). Já Rebelo et al., (2002), descrevem um percentual de 25,9% nessa ação motora para árbitros portugueses. Contudo, outros estudos apresentam percentuais muito mais altos para essa ação motora. Asami et al., (1988) relataram 48% em árbitros japoneses, Catterall et al., (1993), 47% em árbitros ingleses e Johnston e McNaughton, (1994) relatam que em 46,6% do tempo total de jogo o árbitro da Tasmânia desloca-se trotando.

Ao analisarmos os dados até esse ponto, verificamos que uma dessas duas ações motoras sempre aparece se revezando como a primeira ou segunda forma principal de deslocamento do árbitro de futebol. Quando uma aumenta, a outra diminui.

Uma ação motora que apresenta uma velocidade que é superior ao deslocamento andando mas é menor que o deslocamento na forma de trote é o deslocamento de costas. Quando somamos o tempo dessas três ações motoras (andando, trotando e de costas), verificamos que o árbitro permanece nessas ações motoras de 60 a 90% do tempo total do jogo (ASAMI et al., 1988; CATTERALL et al., 1993; JOHNSTON e MCNAUGHTON, 1994; Da SILVA e RODRIGUEZ-AÑEZ, 1999; KRUSTRUP e BANGSBO, 2001; REBELO et al., 2002).

Para Johnston e Mcnaughton (1994) e Rebelo et al., (2002), o árbitro de futebol gasta mais de 60% do tempo de jogo em atividades físicas de baixa intensidade, isso é: andar, trotar e deslocamento de costa. Contudo, esses autores não consideraram o tempo que os árbitros permanecem parados durante o jogo.

Quando somamos esse tempo com o tempo que o árbitro executa as atividades de baixa intensidade, verificamos que, no caso dos árbitros aqui estudados, isso passa a representar 93% do tempo total de jogo. No estudo de Rebelo et al. (2002) que apresenta o tempo que o árbitro permanece parado e a classificação das ações motoras como a nossa, o tempo em que os árbitros permanecem em ação motora de baixa intensidade corresponde a 95% do tempo total da partida.

Corridas de velocidade de moderada e alta intensidade são muito pouco executadas pelo árbitro de futebol. Na literatura científica, o tempo médio dessas formas de deslocamento varia de 4 a 19% do tempo de jogo (ASAMI et al., 1988; CATTERALL et al., 1993; JOHNSTON e MCNAUGHTON, 1994; Da SILVA e RODRIGUEZ-AÑEZ, 1999; KRUSTRUP e BANGSBO, 2001; REBELO et al., 2002). Assim como Rebelo et al. (2002), concordamos que esses tipos de ações motoras somente são desenvolvidos pelos árbitros em situações de contra-ataque de uma das equipes, ou quando está para ocorrer uma situação clara de gol; nesses momentos, os árbitros procuram o melhor ângulo dentro de campo para visualizar as jogadas.

Existem varias hipóteses que poderiam ser levantadas para justificar as diferenças observadas nas distâncias percorridas pelos árbitros em cada ação motora. Para Castagna et al. (2004), essa diferença poderia ser em decorrência do nível da forma física e do status do treinamento. Castagna et al. (2002), Castagna e D´Ottavio (2001) e Krustrup e Bangsbo (2001) afirmam que a boa forma aeróbia tem uma forte relação com a cobertura total da partida e com as atividades principais de jogo executadas pelo árbitro de elite durante a competição.

Finalmente, as diferenças de estilo de jogo (entre países) também devem ser levadas em conta quando se comparam resultados encontrados em diferentes estudos (REBELO et al., 2002; HELSEN e BULTYNCK, 2004). Outro fator a ser considerado são as diferentes condições ambientais (temperatura e umidade relativa do ar) em que aconteceram os jogos analisados nesses diversos estudos.

Durante uma partida de futebol, o árbitro deve analisar as jogadas que ocorrem em uma área que mede em média 8.250 m2. Num período que varia de quatro a seis segundos, o árbitro muda sua ação motora (CATTERALL et al., (1993); KRUSTRUP e BANGSBO, 2001). Portanto, durante os 90 minutos de jogo, ele realiza, em média, 1268 atividades diferentes (KRUSTRUP e BANGSBO, 2001). Em termos de exigências perceptuais-cognitivas, um árbitro de elite toma aproximadamente 137 decisões observáveis por jogo (HELSEN e BULTYNCK, 2004). Segundo esses autores ainda, dado o tempo efetivo de jogo, um árbitro de alto nível toma 3-4 decisões por minuto.

Apesar desse grande número de artigos descrevendo as ações motoras do árbitro de futebol, muitas vezes me deparo com inúmeros acadêmicos e profissionais do meio esportivo com dúvida sobre o volume e o tipo de atividade física do árbitro durante o jogo.

Isso poderia ser parcialmente justificado pelo difícil acesso às revistas científicas internacionais e o idioma no qual esses trabalhos são publicados, pois grande parte está em inglês. Assim sendo, espero que essa breve revisão possa sanar algumas dúvidas das pessoas que estudam e trabalham com o profissional do apito, no sentido de melhorar o seu programa de treinamento e orientação nutricional.

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Comentários

  1. Cristian Wagner disse:

    Gostaria de uma explicação sobre o significado do sinal entre as distâncias percorridas pelos árbitros, achei bem confuso oque significa eles, das de já agradeço o retorno.

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