Aplicação tática supera o talento individual

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O futebol vem evoluindo a cada dia que passa, e parece que muitos países do mundo perceberam isso, mas algumas grandes potências do futebol mundial (como Brasil e Argentina), não.

Hoje em dia, fica cada vez mais evidente que equipes não tão poderosas vencem campeonatos e jogos, quando iniciam a competição sem tanto alarde quanto outras, que contam com grandes estrelas nos seus elencos.

Isso fica cada vez mais claro quando pegamos exemplos de conquista recentes como o Coritba, que venceu o Campeonato Paranaense, ficou cerca de 30 jogos sem perder e chegou à final da Copa do Brasil sem nenhum “craque” de alearde em seu elenco, ou o Corinthians, que fez campanha impecável nas primeiras rodadas do Brasileiro-11 nas mesmas situações.

Essas “surpresas” não conseguiram esses resultados puramente por sorte ou coincidência, mas por algo que apesar de fundamental é ignorado ou desconhecido por muitos: a aplicação tática, que não é nada mais do que desempenhar com aplicação as funções coletivas ou individuais requisitadas pelo Modelo de Jogo proposto.

Muitas equipes, que contam com enormes talentos individuais, “acreditam” que com apenas bons jogadores podem vencer campeonatos, o que geralmente não ocorre já que é impossível vencer um torneio sem a aplicação tática de todos os atletas em campo; se não a têm, acabam tornando o desempenho da equipe pífio com desorganização, o que consequentemente gera a derrota.

Ao contrário de muitos países, o Brasil em geral está muito atrasado neste quesito, e vem contando apenas com seus talentos para resolver, o que de fato não traz resultados (basta lembrar das últimas duas Copas do Mundo e da última Copa América), e a única maneira de mudar isso é alterar o trabalho das categorias de base, conscientizando e capacitando ao atleta, desde cedo. E ao que parece infelizmente estamos longe deste caminho.

Leia mais:
O uso da neurolinguística no treinamento de futebol

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