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Futebol da Ciência

Este livro é um livro didático para refletir o fluxo global de treinamento físico no futebol moderno através de estudo e trabalho em vários anos no Brasil, e o primeiro livro de preparação física no futebol da Coreia do Sul.

Nos tempos atuais, o futebol não é tudo o que era no passado, evoluiu muito desde que apareceu pela primeira vez o "futebol de força" pela equipe britânica na Copa do Mundo de 1966. Entre eles, o crescimento foi mais significativo no treinamento físico que é responsável pela aptidão dos jogadores.

O conceito de treinamento físico do futebol, que tinha dado mais atenção na parte técnica, agora é transformado no "futebol da ciência", por pesquisas sistemáticas e esforços dos treinadores que se formaram em Ciência do Desporto (Educação Física e Fisiologia do Exercício).

No chute com pé interno, o que os músculos são envolvidos? O que os músculos são menos utilizados do que chutar com pé de frente? Quais músculos são mais focados em arremesso parado e em arremesso de corrida nos membros inferiores? Quais são as variedades de métodos e os equipamentos para medir a capacidade física dos jogadores? De formação de atletas, a fim de se preparar para a temporada de longo e curto prazo, qual é o planejamento? Como é a preparação necessária para a fase competitiva? As posições dos jogadores em treinamento, como se diferenciam?

Este livro contém uma grande variedade e especialidade sobre a preparação física no futebol moderno. Os conteúdos são os seguintes: A previsão para o futuro, a história e a transição da preparação física no futebol, pré-aquisitos e atitude para os preparadores físicos serem atendidos, a teoria básica da Fisiologia do Exercício, da Biomecânica e da nutrição de futebol, as condições físicas necessárias para cada posição e força dos jogadores, os testes físicos, os estudos relacionados com o futebol da ciência mundial, a periodização física anual, as várias técnicas de treinamentos para fortalecimento completo e manutenção, o programa de prevenção de lesões, a reabilitação de pós-lesão, e os equipamentos de nova geração.

Sobre o autor

Jaemyeong Shin, Formado em Educação Física na PUCRS, Brasil e mestrando em Treino de Alto Rendimento na FMH-UTL, Portugal. Atual preparador físico do juvenil, Casa Pia A.C., Portugal.
 

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Futebol 3D – Como nasce um craque

“Futebol 3D – Como nasce um craque” é uma obra de ficção que aborda com certo lirismo os bastidores da trajetória profissional comum a muitos dos nossos ídolos do esporte.

A obra, sobretudo, busca conscientizar nossos jovens sobre a existência de outros talentos tão importantes quanto ser um extraordinário jogador de futebol no Brasil.

Sobre o autor
Marco Provazzi é escritor, jornalista e funcionário público
 

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Código Brasileiro de Justiça Desportiva Comentado

A Justiça Desportiva, não obstante o reconhecimento constitucional (CF/88, art. 217), sempre foi vista como uma “caixa de pandora”. Tal concepção era comum a torcedores, fossem eles letrados ou iletrados, versados nas ciências jurídicas ou não.

Era deveras conhecida como “tapetão”, uma pecha que trazia uma lamentável ideia subliminar de que o quanto ali julgado se contrapunha aos resultados obtidos dentro do campo ou quadra de jogo, piscina ou qualquer espaço onde se disputa competição esportiva.

Ao longo dos anos, este ramo, até então indecifrável, distante e quase mítico, passa a ganhar uma maior visibilidade e notoriedade, sendo visto como mais próximo e melhor compreendido pela imprensa, pelos torcedores e pela própria comunidade jurídica.

A “caixa de pandora” foi aberta. Compreender a Justiça Desportiva, sua legislação e práxis se impôs.

Nesta perspectiva, um estudo mais detalhado do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), instrumento legal que lastreia e informa a Justiça Desportiva, se tornaria necessário para apeifeiçoar e aprimorar tal instituição, ampliar o debate sobre seus institutos, os conceitos ali trazidos, enfim, democratizar ainda mais as discussões travadas no âmbito das Cortes Desportivas.

O CBJD foi editado em 2003 (Resolução ME/CNE 1, de 23.12.2003, DOU 24.12.2003) — em substituição ao antigo Código Brasileiro Disciplinar do Futebol e outros dispositivos similares próprios de outras modalidades desportivas —, e sofreu duas significantes alterações, uma em 2006 (Resolução ME/CNE 11, de 29.03.2006, DOU 31.03.2003), outra em 2009 (Resolução ME/CNE 29, de 10.12.2009, DOU 31.12.2009), esta última com vigência a partir de janeiro de 2010.

Malgrado o tempo em que está em vigor, repise-se, somado à longa existência da Justiça Desportiva no pais, já se exigia uma análise em pormenor por profissionais que militam na nesta seara há anos.

Assim, sendo o principal instrumento de trabalho de todos os militantes nos diversos órgãos Judicantes do país – auditores, procuradores, advogados, dentre outros – merecia ser destrinchado por olhares e impressões de diversos atores.

Partindo desta premissa, os coordenadores desta obra, Milton Jordão (BA), Paulo Gradela (PR) e Paulo Bracks (MG), conceberam a ideia de realizar um comentário técnico de todos os artigos vigentes, em face das novas redações a partir de 2010 vigorando.

Para tanto, foram convocados autores de diversos estados do país, não só membros da Justiça Desportiva, mas militantes nesta especifica e promissora área do Direito.

Já que o intuito era, e continua sendo, o de abranger todo o Brasil, essencial que fossem eleitos representantes que fossem de diversos Estados, buscando atingir, ao máximo, todos os quadrantes da nação.

Não só. Primordial que constassem do trabalho auditores e procuradores dos TJDs e STJDs, bem como advogados atuantes na área fim de dar ao trabalho enfoques diversos acerca de todo o conteúdo. Buscou-se a harmonia nas redações, mas respeitou-se integralmente a liberdade de pensamento de cada profissinal.

Se o trabalho não é inédito, pretende-se que seja único em abrangência e conteúdo.

Dessa forma, a pretensão dos coordenadores é a de que este trabalho chegue às mãos de todos os profissionais atuantes na relevante e constitucional Justiça Desportiva brasileira, transformando-se em ferramenta diária, sem prejuízo, por óbvio, de que o simples interessado no tema ou mero curioso possa também dele fazer uso para ampliar os seus conhecimentos.

Sobre os autores

Paulo Cesar Gradela Filho é advogado. Auditor do Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD/PR) do Futebol. Membro da Comissão de Direito Desportivo da OAB/PR. membro do Instituto Brasileiro de Direito Desportivo – IBDD, professor titular de Processo Civil da Faculdade Metropolitana de Curitiba – FAMEC. Pós-graduado pela Escola da Magistratura do Paraná – EMAP. Especialista em Direito Processual Civil pelo Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais. Autor de artigos sobre Direito Desportivo.

Paulo Bracks é assessor judiciário do TJMG (Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais); Especialista em Ciências Criminais; presidente da 4ª Comissão Disciplinar do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) do Futebol; auditor da 1ª Comissão Disciplinar do STJD do Basquete; presidente do TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) de Futebol Society de Minas Gerais; Membro do Conselho Consultivo da Revista Síntese/IOB de Direito Desportivo; Vice Presidente do IMDD (Instituto Mineiro de Direito Desportivo) e Professor da disciplina “Justiça Desportiva” em Cursos de Pós-graduação em Direito Desportivo. Autor de obras e artigos sobre Direito Desportivo.

Milton Jordão é advogado. Conselheiro do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP)/Ministério da Justiça; Conselheiro de Seccional da OAB/BA; procurador do STJD do Basquete; Procurador do STJD do Futebol; presidente e associado-fundador do Instituto de Direito Desportivo da Bahia (IDDBA); Associado do Instituto Brasileiro de Direito Desportivo (IBDD) e Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim); membro do Conselho Editorial da Revista Síntese de Direito Penal e Processo Penal; membro do Conselho Editorial da Revista Síntese de Direito Desportivo; mestre em Políticas Sociais e Cidadania pela UCSAL; Professor de Direito Penal e Desportivo; coordenador do livro “Direito Desportivo & Esporte”; autor de obras e artigos sobre Direito Desportivo, Direito Penal e Processo Penal.

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O Rádio e as Copas do Mundo

Este livro faz parte de um amplo estudo sobre a relação do rádio com as coberturas da Copa do Mundo e conta com a participação de 21 autores, pesquisadores dos Grupos de Pesquisa de Comunicação e Esporte e também do grupo de Pesquisa de Rádio e Mídia Sonora da Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação.

São 17 artigos; pesquisas que detalham aspectos históricos, socioculturais e tecnológicos, bem como relatos de experiências regionais, que envolvem o futebol e a produção radiofônica em Copas do Mundo em que rádio brasileiro esteve presente.

Cada artigo se relaciona com uma Copa do Mundo, começando a partir da Copa de 1938 e terminando com a Copa de 2010, na África do Sul.

Sobre o autor

Márcio de Oliveira Guerra é natural de Juiz de Fora (MG) e formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora.

Também é doutor em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e mestre em Comunicação e Cultura e especialista em Marketing.

Atualmente é professor na graduação da UFJF das disciplinas rádio; jornalismo esportivo; cerimonial e eventos; telejornalismo, e do programa de pós-graduação da Facom/UFJF – mestrado e especialização em Comunicação Empresarial; TV e Internet, além de Teatro.

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Rádio x TV

A obra é um estudo realizado com o objetivo de mostrar como a narrativa do radiofônica do futebol conquistou o torcedor e o quanto a narração do jogo pela televisão ainda encontra dificuldade para cativar este mesmo público.

O livro ainda faz uma comparação de como as duas mídias se encontraram com o futebol e como este esporte interferiu no desenvolvimento do rádio e da televisão.

O conteúdo ainda traz as escolas de narradores que surgiram com o decorrer do tempo.

Sobre o autor

Márcio de Oliveira Guerra é natural de Juiz de Fora (MG) e formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora.

Também é doutor em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e mestre em Comunicação e Cultura e especialista em Marketing.

Atualmente é professor na graduação da UFJF das disciplinas rádio; jornalismo esportivo; cerimonial e eventos; telejornalismo, e do programa de pós-graduação da Facom/UFJF – mestrado e especialização em Comunicação Empresarial; TV e Internet, além de Teatro.

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Construindo uma forma de jogar – Guia de treino para iniciantes

Resenha

O livro “Construindo uma forma de jogar – Guia de treino para iniciantes” é um e-book em formato digital, dinâmico e gratuito, voltado a todos os que desejam atuar como treinadores de futebol, sejam eles estudantes ou que já têm alguma experiência como profissional.

O conteúdo é bastante didático e explicativo e conta com muitos exercícios de treinamentos no campo e aulas gratuitas sobre a organização tática.

A importância do treino na formação do atleta e da equipa; a relação entre o treino e a competição; a idealização do treino; introdução aos princípios do treino; as fases do jogo no futebol; esquemas gerais para as várias fases do jogo; o controle emocional no futebol e concentração psicológica; são alguns dos temas abordados nesta obra.

“Teoria do Futebol pretende que cada leitor tenha o melhor acesso a um conjunto de temáticas, com desejo de refletir sobre elas e os seus autores, que procure atualizar toda a informação e aprendizagem conseguida, que critique, mas mais do que isso, que não leve cada palavra como uma verdade universal e Impermutável”, diz o autor em seu prefácio.

Como foi publicado no mundo virtual, este livro disponibiliza toda sua informação sem qualquer tipo de custo, basta apenas baixá-lo no endereço www.teoriadofutebol.com.

Sobre o autor

Valter Donaciano Correia é fundador e administrador do site Teoria do Futebol

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Futebol: a transformação de times competitivos

A genealogia do futebol, os primórdios de um esporte que mexe com a alma, com o social e que envolve multidões em torno do mundo da bola. O autor procura neste estudo fazer esta abordagem, dos primeiros passos do futebol no século XIX ao passado recente de crise e hipoteca patrimonial nos clubes nacionais, em que abrange assuntos variados para que o leitor possa compreender sobre o tema. Como o futebol surgiu, e ressurgiu através de transformações políticas e novos modelos de gestão.

O livro contém historias longínquas e experiências recentes. Casos de bastidores, registros factuais e treinamentos técnicos, táticos e físicos. Mas antes de qualquer coisa, é um convite a se pensar o futebol em todo o seu alcance, desde os apaixonados pelo tema aos profissionais em gestão esportiva e especialistas em Ciência do Desporto e professores de Educação Física.

Preço de Capa
: R$ 35,00

Departamento editorial e divulgação: (51) 3019. 2102

 

Sobre o autor

Elio Salvador Praia Carravetta, Ph.D – Experiência de 38 anos, na área técnica de esportes de elevado rendimento. Com participação em campeonatos Estadual, Nacional, Sul Americano, Mundial e Jogos Olímpicos. Atua dede 1997 no Departamento de Futebol do Sport Club Internacional: Coordenação de Preparação Física e Reabilitação Física.

 

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Nunca fui Santo

Em 16 de maio de 1992, o Palmeiras vence o Guaratinguetá por 4 a 0 num amistoso. Um jovem goleiro de 19 anos se ajoelha, ergue os dedos apontando para o céu e agradece a Deus. Nascia um ritual embaixo das traves ao mesmo tempo em que o futebol brasileiro via nascer um dos melhores arqueiros de todos os tempos. Seu nome, Marcos Roberto Silveira Reis, ou grandiosamente “Marcão”, que realizava o sonho de jogar pelo Palmeiras, ser o número 12 e o número 1 da história recente do clube alviverde.

De lá pra cá foram 532 jogos defendendo a camisa alviverde, alternando momentos de herói e vilão, às vezes num mesmo jogo. Mas que deixou, por trás das glórias e das decepções, um legado de garra, orgulho, lealdade, experiência, inspiração, raça e otimismo. Sua história de vida, longe e fora dos gramados, ou debaixo das traves, entre a linha do gol e a pequena área, é conhecida agora em depoimento inédito ao jornalista Mauro Beting, no livro Nunca fui Santo, da editora Universo dos Livros.

“Não é só um dos melhores goleiros que vi, mas uma das melhores pessoas que existem pra defender nossas cores e credos. Foram 20 anos pulando os tantos quilos pra nos fazer pular de alegria e orgulho e ficar de joelhos, agradecendo por seus milagres palmeirenses e brasileiros, campeões estaduais, nacionais, continentais e mundiais”, elogia o palmeirense Mauro Beting, na introdução do livro. 

Do interior de São Paulo à capital. Do seu time do coração ao oriente mais distante, Japão e Coréia do Sul, onde conquistou o pentacampeonato mundial pela seleção brasileira, em 2002. “Não dava pra eu jogar na frente, fui recuado pro meio. Depois pra zaga. Daí…”, lembra o goleiro. Vinte anos de carreira depois e muitas boladas, foram vários triunfos de um esportista que manteve a humildade, soube “baixar a bola e não se achar” e conquistou a admiração até de torcedores dos times rivais.

Nunca fui Santo é uma declaracão de amor ao Palmeiras, time que sempre admirou e torceu, contrariando o pai corinthiano. São causos engraçados dos bastidores do verdão e da seleção, contadas com o seu jeitão caipira e bem-humorado, dentre os quais o famoso pênalti defendido de Marcelinho Carioca, na semifinal da Libertadores, em 1999. Uma partida que lhe rendeu a “canonização”, e a partir de então suas defesas milagrosas seriam seguidas pelos locutores de rádio e televisão com um sonoro e vibrante São Marcos.

Em mais uma demonstração de amor ao clube, Marcos recusou uma proposta para defender o time inglês Arsenal para continuar comandando o Palmeiras na segunda divisão do Campeonato Brasileiro de 2003. “Quebraria a perna pra ser campeão da Série B. Aquele campeonato valia mais do que a Copa do Mundo de 2002”. Na condição de líder do time, mandou seu recado aos que não quiseram continuar em 2003 para jogar a “Segundona” – “Esses estão na minha lista negra. Opa, quer dizer, na lista verde”.

Como não só de lances espetaculares vive o goleiro, Marcos relembra as falhas e as decepções – bola largada que originou o gol de Keane na final do Mundial Interclubes contra o Manchester United e a derrota para Boca Juniors na Libertadores de 2001.

Em Nunca fui Santo, Marcos revela os bastidores da concentração e o aprendizado com seus técnicos, em especial Felipão e Luxemburgo, e os treinadores de goleiros Carlos Pracidelli e Valdir de Moraes. E não deixa de lado o carinho que nutre pelos colegas de time e adversários, como Vampeta, e os goleiros e ídolos Velloso, Sérgio (que lhe ajudou muito no primeiro ano de clube) e seus reservas na seleção, Rogério Ceni e Dida.

Em 14 de janeiro de 2012, Marcos pendurou as luvas. Foram 532 partidas pelo Palmeiras. “Umas 510 pra lembrar e, pra falar a verdade, umas 10 pra esquecer.”, ressalta. As dores e o sentimento de não conseguir mais repetir as atuações dos anos anteriores, sem a mesma agilidade e reflexo, o fez abandonar a pequena área. O ídolo deixou os treinos e o gostinho de pisar em campo com milhares de torcedores gritando o seu nome em uníssono para se dedicar à clínica São Marcos – um centro de reabilitação e fisioterapia pra pessoas comuns e também pra profissionais sem condições financeiras. A família palmeirense, que lhe concedeu o título de embaixador do clube, sempre continuará no seu coração. Como ele mesmo ironiza, “não uso black-tie, só verde-tie.”


Trechos do livro Nunca fui Santo:

“O pessoal lá de trás é sempre o vilão. Não importa que o ataque não marcou, que o meio-campo não pegou na intermediária. A culpa será nossa. Precisamos defender a nossa meta e nos defender fora de campo também”.

“Uma honra? Uma roubada! Vai que eu entro só para a disputa e não cato nenhum pênalti? Quem seria o responsável pela derrota? Eu! Naquela época, não tinha esse cartaz todo. Era apenas o reserva de um grande goleiro como o Velloso. Eu já tinha sido chamado para a Seleção pelo Zagallo, em 1996, depois de 18 jogos como titular. Fui reserva do Zetti em Brasil 3 x 1 Lituânia, em Teresina, em outubro. Mas só isso. Quando o Velloso se recuperara da lesão, voltara a ser o número um. Com toda razão e merecimento. Embora eu tentasse cavar uma brecha, né? A gente costumava dividir o quarto em concentração. Eu sempre deixava o ar condicionado no máximo para ver se ele pagava uma gripe para então eu poder jogar. E o Velloso nem espirro dava! Eu tive de parar com a brincadeira por que achei que iria sobrar uma pneumonia pra mim.”

“Um dia a gente estava junto, no segundo andar do prédio onde morava, lá na Lapa. Tinha um cara empurrando um Monza. Estava garoando. Chamei o Zezinho para ajudar a empurrar o carro que parecia quebrado. O cara agradeceu quando o carro pegou no tranco e disse “obrigado, fica com Deus!”. A gente estava voltando para o apê quando chegou um cara correndo, dobrando a esquina: “Vocês viram um Monza passar aqui? É o meu carro que foi roubado!”.

Eu sempre tive bons reflexos: “Monza? Aqui? Não vi, não”.

Como eu ia falar pro cara que tinha ajudado a empurrar o carro dele que estava sendo furtado? Como eu iria saber que o cara que pedia ajuda era um ladrão?

Pelo menos era um ladrão bem educado que mandou a gente ficar com Deus“.

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Futebol: Gestão e Treinamento

A presente obra procura não ser apenas uma pesquisa bibliográfica sobre o futebol e sua estrutura, mas sim uma obra que relaciona conceitos e conhecimentos sobre uma postura de profissional e de profissão, que precisamos ter, não somente nos campos de futebol, mas a cada dia.

E nesse contexto os autores mostram a cada dia em sua profissão, o resultado de suas inquietações e propostas sobre o futebol que agora podem ser lidos e analisados por todos nós.

O planejamento, as estratégias, a tática e técnica a ser desenvolvida, passando pela liderança e gestão de pessoas são algumas das atribuições deste novo profissional. E este profissional tem influência direta nas equipes em que trabalha.

Seu papel passa a ser fundamental nesta estrutura, pois ele deixa de ser apenas aquele que treina e seleciona atletas e começa a ter uma visão e participação maior como gestor de pessoas.

Sobre o autores

Paulo Roberto Alves Falk é especialista em treinamento, técnicas e táticas esportivas pela Universidade Anhanguera – Uniderp, Campo Grande. Bacharel em educação física pela rede de Faculdades Integradas Univest – Facvest., Lages. Professor na escola de futebol conveniada ao Grêmio na cidade de Lages. Ainda trabalha como monitor do Programa Segundo Tempo.

Já Dyane Paes Pereira é formada em educação física

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Direito Desportivo & Esporte – Temas Selecionados

Chegamos com alegria ao terceiro volume da obra Direito Desportivo & Esporte – Temas Selecionados, iniciativa que nasceu no II Seminário Esporte & Justiça Desportiva, em 2010, realizado em Salvador/Bahia, e incrementou sua repercussão nacional após a concretização da parceria entre o Instituto de Direito Desportivo da Bahia e o Instituto Mineiro de Direito Desportivo – IMDD, materializada no segundo volume, publicado no ano passado.

Apesar do perceptível crescimento do Direito Desportivo, ainda temos um oongo caminho a percorrer e muito a explorar. E é justamente pelo intuito de explorar, ensinar, aprender e reciclar que esse livro vem se consolidando no meio jus-desportivo.

O mercado do esporte movimenta bilhões de dólares. O futebol, por exemplo, movimenta, em média trezentos bilhões de dólares por ano, valor semelhante ao PIB (Produto Interno Bruto) da Argentina.

Neste cenário existem diversos interesses: torcedores, mídia, publicidade, transportes, hospedagens, materiais esportivos e um grande número de empregos diretos e indiretos.

O esporte, portanto, deixou de ser uma atividade lúdica, secundária e profissionalizou-se. O dirigente, como profissional passou a se dedicar integralmente ao atendimento das necessidades de uma indústria em franca expansão.

O Brasil organizará a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016 e para a realização destes eventos há necessidade de se buscar o conhecimento, organização e regulamentação a fim de que o desporto possa acompanhar sua evolução profissional atendendo às necessidades do mercado. (…)