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Vasco da Gama aposta no Investimento na Base

Para o diretor de Futebol do Vasco, André Mazzuco, priorizar a formação de talentos é a saída financeira para os clubes brasileiros

Todos os anos clubes passam por dificuldades para segurar atletas ou para fazer novas contratações. Para o diretor de Futebol do Vasco da Gama, André Mazzuco, investir nas categorias de base garante ótimos resultados a médio e longo prazo.

“A categoria de base é a sustentação, não podemos recorrer a ela somente na crise, mas poucos clubes conseguem ter um trabalho sustentável”, diz.

Segundo Mazzuco, mais de 60% do plantel do Vasco é formado nas categorias de base. Aqui somos privilegiados porque temos um trabalho muito bem feito, contando com coordenadores metodológico e técnico e um processo de formação constante”, avalia.

Com a chegada da dificuldade financeira, a base costuma sofrer com os cortes, mas para o executivo, não faz sentido, porque é uma parte muito pequena do orçamento dos clubes. “O problema não está ali. O clube está atuando justamente onde pode estar a solução, onde você pode formar bons jogadores. Mais do que nunca, a base não pode ser a salvação. É onde nós temos que fomentar, investir e dar condições para que possamos desenvolver bons atletas”, diz.

Veja o bate-papo completo:

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Daniela Castro defende união dos setores para melhorar o esporte brasileiro

Confira a entrevista completa com a advogada no Fut Talks

Para Daniela Castro, sócia da Impacta Advocacy e diretora-executiva do Pacto pelo Esporte no Brasil, escândalos e má gestão no setor esportivo ainda afastam patrocinadores. “Há muitos CEOs, que quando você fala do esporte até demonstram interesse, mas ressaltam também o medo da parte da reputação e do compliance”, diz.

O Pacto pelo Esporte no Brasil, criado em 2015, é um acordo entre empresas patrocinadoras do esporte brasileiro para contribuir para a prática de governança, integridade e transparência do segmento. “O esporte não é uma prioridade nas políticas públicas e nem no setor privado, então entendemos o Pacto como um espaço para sensibilizar as empresas para o esporte”, diz.

Veja o bate-papo completo:

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Transformar clubes em empresas é bom ou ruim?

Falamos com diretor executivo do Sport Recife, Lucas Drubscky

Em entrevista ao Fut Talks, o diretor do Sport Recife, Lucas Drubscky, o executivo mais jovem do Brasil, falou sobre a transformação de clubes em empresas, profissionalização do futebol, e sobre a dificuldade de lidar com a cultura dos estatutários amadores. Veja como foi esse bate-papo!

Ao ser questionado sobre o modelo de gestão clube-empresa, o executivo se posicionou. “É uma faca de dois gumes. A gente tem clubes com um modelo de gestão estatutário que são exemplos de gestão de um projeto de futebol. E temos clubes geridos pelo modelo empresarial que são exemplos de como não se deve tocar o futebol”, diz.

Por outro lado, ele acredita que o modelo clube-empresa seja uma tendência no Brasil. “A gente tem exemplos recentes aí de clubes que não tiveram sucesso, passaram por grandes dificuldades nessa transição de modelo de maneira não muito adequada”, pontua.

Drubscky também discorre sobre profissionalização, gestão de pessoas, e bagagem acadêmica. Além de conhecimento técnico, o executivo valoriza a habilidade de lidar com a cultura e a política do clube. “Sofro muitas vezes por ser jovem, porque o poder de convencimento tem muito a ver com os cabelos brancos”, diz.

O Fut Talks é um projeto da Universidade do Futebol que traz duas vezes na semana, nomes importantes do esporte para tratar de temas polêmicos que envolvem aspectos técnicos, de gestão, estratégia e política. Um espaço do pensar estratégico para a transformação do futebol.

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Goleiro Rafael fala sobre a preparação física e psicológica de um atleta profissional

O goleiro Rafael, do Atlético Mineiro, conversou com a nossa equipe sobre a importância da  preparação psicológica de um atleta para suportar a pressão e sobre o rigor da performance física exigido para obter bons resultados dentro de campo.

No último jogo oficial, Rafael deu mais de 40 passes – número que pode ser comparado a de um meio-campista. Esse dado é reflexo de uma transformação na atuação dos goleiros. Saber jogar bem com os pés tem sido uma exigência cada vez maior.

“O meu treinamento hoje é totalmente diferente de anos atrás. Faço diversos trabalhos visando melhorar o controle de bola com os pés e a posse de bola. Isso me exige muito mais concentração”, conta.

O goleiro do Galo também falou sobre o papel do dirigente de clubes. Ele acredita que precisa ir muito além da busca por resultados dentro das quatro linhas. “Se um dia eu me tornar um dirigente do futebol, meu foco será fazer o clube transformar vidas, pois esse esporte pode realmente fazer a diferença na vida das pessoas. O futebol pode ser um dos meios mais eficazes de melhorarmos o país”, diz.

Confira o vídeo completo desse bate-papo com os nossos dirigentes: João Paulo Medina, Heloisa Rios e Rafael Lacerda.

O Fut Talks é um espaço do pensar estratégico para a transformação do futebol. Duas vezes na semana, nomes importantes do esporte são entrevistados pela nossa equipe para tratar de temas polêmicos que envolvem aspectos técnicos, de gestão, estratégia e política no futebol.