Universidade do Futebol

Artigos

13/03/2014

Cuidando da saúde dos ossos: impacto da nutrição, dos exercícios e dos hormônios

Introdução

Somente há vinte anos que alguns preparadores físicos, nutricionistas e fisiologistas do exercício começaram a se preocupar com a saúde dos ossos. Isto se deve ao fato de ter sido observado que atletas, ocasionalmente, apresentavam fraturas. Também poucos eram os profissionais de educação física que trabalhavam com idosos, e poucos eram também os grupos populacionais diagnosticados como tendo osteoporose, doença que era considerada uma consequência inevitável da idade.

Em 1984, a Dra. Bárbara Drinkwater e seus colaboradores, através de publicações, chamaram nossa atenção. Ela documentou a baixa densidade mineral óssea (BMD) em atletas jovens, do sexo feminino, que não tinham menstruado nos 3 anos e meio que precederam a determinação. A BMD média obtida no osso da espinha dorsal foi o equivalente ao de uma mulher de 51 anos de idade. A grande evolução das pesquisas, nessa área, foi obtida através do avanço tecnológico para a determinação da densidade óssea e pelos tratamentos farmacológicos, que a transformaram em uma doença tratável e previsível.

A ingestão de cálcio e a atividade física não representam tudo. Robert Heaney da Creighton University demonstrou que a saúde dos ossos está na dependência de três prováveis inter-relações: 1) sobrecarga de trabalho sobre o esqueleto, 2) ingestão adequada de cálcio e vitamina D, e 3) níveis normais dos hormônios que agem no processo de calcificação.

O propósito desta breve revisão da literatura é fornecer informações aos profissionais de saúde, atletas e treinadores quais são os melhores exercícios para prevenir a osteoporose, como aumentar a ingestão de cálcio através da alimentação, e como ambos, a ingestão adequada de cálcio e os exercícios podem compensar as alterações hormonais.

Para ler oa rtigo completo, basta clicar aqui.

Comentários

Deixe uma resposta