Universidade do Futebol

Entrevistas

26/09/2014

Daniela Alfonsi, diretora de conteúdo do Museu do Futebol

Há seis anos, o Corinthians disputava pela primeira vez a Série B do Campeonato Brasileiro. Na elite nacional, o São Paulo se sagrava tricampeão. O Palmeiras conquistava seu último título Estadual. E o Santos teve um ano de insucessos, com Leão, Márcio Fernandes e Cuca passando pelo comando do futebol. Mas foi para a região do Pacaembu que os holofotes se voltaram.

Em 2008, nasceu o Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. O projeto comemora seis anos de fundação nos dias 27 e 28 de setembro, com uma programação especial que inclui entrada gratuita, jogos educativos e oficinas diversas.

“O grande feito foi ter se tornado um local agradável de ir com amigos e família. Trata-se de uma localização bonita da cidade e uma referência conquistada, com produções interessantes e acessíveis a todas as pessoas”, comemora Daniela Alfonsi, diretora de conteúdo do Museu do Futebol.

As atividades educativas se iniciam às 11h, com o “Faça Sua Camisa”, no cantinho educativo INS-PIRAR ao lado do Centro de Referência do Futebol Brasileiro (CRFB). A área é responsável pela dinamização dos conteúdos do Museu, sendo composta por uma biblioteca, uma midiateca e por uma base de dados online para acesso ao acervo e demais conteúdos gerados pela pesquisa.

Todas as atividades educativas do Museu do Futebol também fazem parte da 8ª Primavera de Museus, coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/Ministério da Cultura), que acontece anualmente na semana do início da estação.

Nesta entrevista concedida à Universidade do Futebol, Daniela fala ainda sobre como o futebol tornou-se um bem cultural passível de ser musealizado e o que será do projeto depois que o Pacaembu tiver um uso limitado pelos quatro grandes clubes do Estado.

“Conquistamos nosso espaço na cidade e, com menos fins de semana com jogos no estádio do Pacaembu, não ficaremos obrigados a fechar o Museu. Nesse ponto de vista, pode ser positivo. Mas ter um Museu em um local em que se respira futebol, sempre é mais interessante”, avalia a diretora.

Ouça a íntegra da entrevista:

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