Universidade do Futebol

Nupescec

17/07/2013

Domingo é dia de missa e de futebol

Introdução

A associação dos jogos a questões divinas não é algo recente. Desde os seus primórdios, de forma ainda mitológica, o esporte estava diretamente associado à manifestação dos deuses.

Segundo Gumbrecht (2007) a proximidade com esses seres divinos era, supostamente, provocada e incorporada pelo atleta que, com sua força, podia vencer qualquer obstáculo daquela disputa. Essa proximidade com os deuses era o motivo principal pelo qual todos os jogos Pan-helênicos, mais evidentemente os de Olímpia e de Delfos, eram organizados na proximidade de santuários religiosos.

"Os jogos gregos tinham caráter predominantemente religioso, neles eram homenageados os Deuses do Olimpo. Os Jogos Olímpicos significaram o intercâmbio cultural entre as cidades-estados gregas e eram realizados para celebrar a paz entre os povos gregos. Na História de Roma surgiram os Jogos Públicos, configurados em grandes espetáculos realizados nos circos e anfiteatros, onde ocorriam corridas de brigas, lutas entre gladiadores, combates com feras e execuções. Na época do Império Romano os Jogos foram utilizados na ‘Política do Pão e Circo’ para alienar a população diante das ações antipopulares do Imperador." (SIGOLI: 2004).

No Brasil, o futebol começa a ganhar mais ênfase em meados da década de 1930 quando, similar ao que descreve o autor Sigoli (2004), o então presidente Getúlio Vargas se utiliza desse esporte para impulsionar o povo brasileiro, especialmente, as classes menos favorecidas, a aceitação de ideais propostos por seu governo.

Grande parte da população, desprovida de amparo trabalhista e órfã de um cenário de emergência burguesa industrial, apegou-se ao futebol e todo o ritual que o envolve como meio de expressar e incorporar as emoções e desejos originados pelas dificuldades da vida cotidiana.

Guterman (2009) menciona que nos anos de 1939 a 1944, Getúlio Vargas se utilizou, por diversas vezes, do estádio do Vasco, em São Gonçalo, para anunciar medidas de seu governo favoráveis aos trabalhadores. Naquela época, o espaço já possuía a representatividade de um templo onde "tudo era possível".

De acordo com Da Matta (1982), "o esporte faz parte da sociedade, tanto quanto a sociedade também faz parte do esporte. Impossível compreender uma atividade sem referência à totalidade na qual está inserida."

Com base nessa afirmação, o presente trabalho tem como objetivo demonstrar como a religião e o futebol estão entrelaçados e intimamente relacionados à formação da identidade brasileira.

O levantamento de dados se deu por meio dos seguintes procedimentos: revisão da literatura e análise do programa Sportv Repórter, exibido no dia 26 de maio de 2013, no canal fechado Sportv, da Rede Globo de Televisão. O tema do programa, “Seja o que Deus quiser”, mostrou a religiosidade dos atletas do esporte em diversas modalidades.

Este estudo está dividido em três capítulos. O primeiro aborda, de forma breve, alguns fatos histórico-culturais que demonstram o quanto o Brasil é um país propício a ser devoto. O capítulo seguinte identificará, de forma sucinta, como o esporte é visto atualmente como um aliado da religião em seus diversos propósitos. Na conclusão, é retomada a questão central deste estudo, sendo destacadas as constatações efetuadas ao longo do trabalho.

1 – Um país propício à devoção

O Brasil é um país culturalmente constituído para a crença e devoção. Desde antes da colonização pelos portugueses, os índios que habitavam o Brasil já elevavam seu semblantes ao alto pedindo proteção a deuses pagãos, como o deus Tupã, e pediam ou agradeciam pela comida, chuva, sol e outros elementos que consideravam importantes em suas sociedades.

"Ao contrário da astronomia convencional, uma ciência exata e essencialmente teórica, a astronomia indígena utiliza métodos empíricos, relacionando o movimento do sol, da lua e das constelações com eventos meteorológicos que acontecem ao longo do ano, com períodos de chuva e estiagem, de calor ou de frio. (…). O céu também guia o tempo das festas religiosas e dos procedimentos feitos pelos pajés para proteção e cura dos índios da tribo." (MARIUZZO: 2012)

O documentário sobre o primeiro Campeonato Nacional de Futebol de Nações Indígenas, realizado em Juiz de Fora, Minas Gerais, em abril de 2007, através de uma iniciativa do Núcleo de Pesquisa em Comunicação, Esporte e Cultura da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora mostra de forma clara como, mesmo após todas as influências globalizadoras os índios ainda confiam nos seus deuses para protegê-los durante os embates; no caso em questão, as partidas de futebol.

Tempos adiante, com a colonização portuguesa, a ideia de imposição cultural aos indígenas que habitavam o Brasil foi iniciada através do processo de catequização da religião católica trazida por eles. Num contexto histórico um pouco posterior, surge a figura do negro africano, utilizado como escravo das necessidades braçais dos novos habitantes brancos do país. Os negros trouxeram consigo suas crenças em entidades que consideravam tão poderosas quanto os santos católicos, como Iemanjá e a figura dos pretos velhos. Eis que estavam implantados na cultura brasileira o Candomblé e a Umbanda.

Com o passar dos anos, a convivência global permitiu que às religiões de origem, fossem incorporadas muitas outras, do oriente e do ocidente. Daí hoje haver uma série de outras crenças como o Kardecismo, o Budismo, as religiões Pentecostais, Evangélicas e até o Islamismo. Segundo Brandão (2004), o universo religioso atual está em expansão acelerada e ao alcance de qualquer categoria social e tradição cultural.

"Além do seu caráter histórico, encarnado em instituições, na herança cultural, no patrimônio arquitetônico, estético, musical etc., o religioso também se manifesta como experiência subjetiva, como emoções, valores, visão de mundo e motivações para a vida das pessoas. Tais experiências subjetivas são igualmente buscadas e estimuladas, até certo ponto, pelas instituições religiosas." (MOREIRA: 2008).

O brasileiro é visto, através da história, como um povo formado a custa de imposições, injustiça, descriminação e desigualdade. No entanto, todas as situações descritas como adversas vieram acopladas da crença aos seus deuses, Deus, entidades e santos, nos quais confiavam, sentindo-se protegidos através dos rituais e dos objetos de proteção deles originados, como a cor branca, a arruda, o crucifixo, a água benta ou fluidificada, dentre outros.

Pode-se dizer que o otimismo brasileiro e sua religiosidade estão intimamente ligados ao sofrimento e a superação, definida como “graça alcançada”, “ajuda divina”, ou “proteção de Deus”. Não é incomum escutar frases como “Deus é brasileiro” ou “Deus olha pelo povo brasileiro” em situações nas quais a população sente-se privilegiada por algum motivo.

Na década passada, por exemplo, foram registradas mais de dez catástrofes naturais entre terremotos, ciclones e ondas gigantes que dizimaram milhares de pessoas em vários continentes, causando destruição onde aconteceram. O Brasil não foi alvo de nenhuma dessas catástrofes. Para muitos, um dado que comprova que Deus protege o país.

De 1930, ano em que o país disputou sua primeira Copa do Mundo, de forma vexaminosa segundo Guterman (2009), à Copa de 2010, foram cinco títulos que fizeram do país a única nação pentacampeã do mundo. O gingado brasileiro, os dribles criativos e a miscigenação em campo, deixaram de ser vistos como excêntricos pelos países europeus para se tornarem exemplos de como conduzir o esporte, haja vista o número de “craques” que têm sido “exportados”.

Meninos pobres que se tornam celebridades. Desde Pelé ao jovem Neymar, com passe recém-vendido de forma milionária ao time espanhol Barcelona. Os jogadores brasileiros, por terem como características pessoais, geralmente, origem podre e cor negra, representam a essência do país e de grande parte da população que nele habita nos tempos atuais. São vistos como mais do que atletas, mas verdadeiros exemplos de luta, perseverança, disciplina e realização em todas as nuances possíveis. E se Deus olha por eles, também ajudará a todos os outros.

Segundo Elias e Dunning (1992) “o futebol é reflexo e resultado direto da configuração específica a qual pertence, ou seja, se a sociedade brasileira é uma sociedade religiosa, devotada a religião, isso manifestar-se-á de alguma forma no futebol.” Não é em vão que observamos rezas coletivas dos times antes de entrarem em campo, dedos apontados para o alto após marcarem um gol, camisas customizadas dando ênfase a alguma religião, menção a ajuda divina nas entrevistas, terço nas mãos de torcedores, imagem de Nossa Senhora nos vestiários, olhos fechados em sintonia com o santo favorito, dentre outras manifestações.

2 – O esporte como aliado das religiões

Recentemente foi divulgado pelo Vaticano, através do Conselho Pontifício para a Cultura, um evento chamado “Nós acreditamos no esporte” que, segundo o site consultado, visa o combate à imoralidade e a divulgação de bons exemplos.

Nas informações da matéria constam que a Igreja Católica convidou dois atletas evangélicos mundialmente conhecidos por suas declarações abertas de fé e condutas esportivas impecáveis, Tim Tebow, jogador de futebol americano e Jeremy Lin, jogador de basquete. A divulgação de um evento se propondo a combater situações de imoralidade aconteceu meses após a eleição do papa argentino Francisco, uma nova promessa de valores em uma Igreja decadente de fiéis e rodeada de escândalos. Seria mera coincidência? Os espíritas Kardecistas diriam que “o acaso não existe”.

Segundo Gomes (2012) os estudos sobre religião no Brasil, sobretudo aqueles produzidos pela sociologia da religião, foram, desde os primórdios, pesquisas acerca da decadência do catolicismo. Ainda de acordo com informações deste autor, resultados da pesquisa censo realizada pelo IBGE ao longo da história recente do Brasil demonstra que os católicos passaram de 95,2% da população em 1940 para 73,8% em 2000.

O censo mostra também que os evangélicos cresceram numa taxa de 100% na década de 1990 e no censo 2000 já contavam com uma parcela de 15% da população brasileira. No entanto, o Brasil é um país que se vê tão envolvido pelo catolicismo que o estado que apresenta o menor contingente de indivíduos que se dizem católicos é o RJ e este número é espantosamente alto.

Esses dados querem dizer que mesmo em decadência, a religião católica é aquela primeira na escala de hierarquia das religiões. Segundo Hall (2011), a identidade é formada na “interação” entre o eu e a sociedade. Esse “eu” é modificado num diálogo contínuo com os mundos culturais “exteriores” e as identidades que esses mundos oferecem. A Igreja Católica está, se não modificando, adaptando seus valores às necessidades da sociedade em que atua no propósito de fazer jus a sua soberania. A associação ao esporte, abraçando valores éticos, representa esta mudança.

Ao mesmo tempo em que o Catolicismo busca estratégias para se posicionar, a grande oferta de crenças e filosofias na atualidade faz com que o sincretismo ganhe força no Brasil. “Estou apelando para todos os santos” é uma frase comum de se escutar de alguém que está lutando para sair de uma situação difícil. No esporte não é diferente.

“Jogadores, torcedores, dirigentes e treinadores, vão a igrejas católicas, evangélicas, a terreiros de umbanda e candomblé, a centros espíritas, a benzedeiras e etc. em busca de qualquer tipo de ajuda sobrenatural, seja para que um time vença ou perca um jogo, seja para curar uma contusão, seja para retirar a onda de azar, ou seja, a religião, em sua acepção “pura” ou sincrética, é recorrentemente buscada como forma de realização de um interesse específico.” (GOMES: 2012).

A disseminação de religiões as mais diversas, notada hoje no Brasil, aliada a aptidão esportiva do país, haja vista que o mesmo será país-sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, está levando as religiões a buscarem seus fiéis através da “isca” esportiva. Vive-se hoje em uma sociedade complexa, ditada por regras de consumo, informação em tempo real e consequente estresse.

Muitos dos problemas individuais, coletivos e sociais são atribuídos ao momento capitalista de desigualdades vivido por parte considerável da população brasileira. O esporte é indicado por muitos especialistas da área de saúde como forma de controle do estresse, à medida que contribui com a respiração, concentração, alongamento muscular, interatividade e liberação de substâncias, como a endorfina, no organismo que causam sensação de bem estar e relaxamento.

"Muitas dessas ocupações de lazer, entre as quais o desporto nas suas formas de prática ou de espetáculo, são então consideradas como meios de produzir um descontrole de emoções agradável e controlado. (…). Nesta linha, as tensões miméticas das atividades de lazer e a excitação com elas relacionada, isenta de perigo ou de culpa, podem servir como um antídoto das tensões provenientes do stress que, no quadro da repressão global estável e harmoniosa característica das sociedades complexas, se verifica entre os indivíduos" (ELIAS, 1992A, p. 73).

Além do bem estar físico, o esporte, especialmente o futebol, é visto também como possibilidade de ascensão, estrelismo, dignidade e fama. No entanto, poucos são os cidadãos que possuem acesso a ele, podendo desfrutar dos seus benefícios, sejam eles físicos ou ideológicos. As religiões, sabendo disso, estão associando suas crenças à prática esportiva e convidando novos fiéis a fazerem parte de suas equipes, quase sempre na condição de que eles sigam seus princípios e crenças religiosos.

Segundo Moreira (2008), está havendo um deslocamento do religioso. Instituições ou instâncias sociais estão assumindo as funções das instituições religiosas no campo cultural, o que inclui o esporte. Tais instituições produzem símbolos, sentidos, crenças, explicações sobre o real, rituais e mitos, propõem valores, estilos de vida, figuras para a imitação, a fidelidade e mesmo a devoção das pessoas.

O esporte se torna uma religião a partir do momento em que é ritualizado, idolatrado e devotado como, por exemplo, é feito pelos milhares de torcedores de futebol, especialmente em época de Copa do Mundo. Gomes (2012) menciona em seu ensaio que “nenhum partido político, movimento social ou religião consegue arrebanhar tantos militantes ou ‘devotos” em torno de uma ideologia, de uma passeata ou ritual religioso como as partidas da seleção no mundial realizado pela FIFA.”.

Embasados nesse sentido de coletividade, superação e idealismo, religiões diversas tentam trazer para si mais devotos. O programa SporTV Repórter, exibido no dia 26 de maio de 2013, com a temática “Se Deus quiser”, mostrou como a religiosidade está presente nos esportes. Em um dos blocos foi mostrado um time de futebol ligado à religião islâmica. Todos os membros do time deveriam seguir alguns princípios como não comer carne de porco, não fazer uso de bebida alcoólica e não deixar de praticar as atividades religiosas com rigor.

Em outra situação, também abordada pelo programa, uma Igreja Evangélica oferecia aulas de jiu-jítsu gratuitamente para a população carente que era obrigada a frequentar os cultos religiosos. São os “Faixa Preta de Jesus”. Elias e Dunning (1992), afirmam que “(…) o esporte é a expressão da própria sociedade, é resultado direto da dinâmica da própria configuração à qual pertence.” Portanto, seu vínculo com propósitos inerentes à sociedade, como, neste caso a religiosidade, fazem completo sentido sob essa perspectiva.

Os propósitos da disputa por fiéis através do esporte são, em sua primeira esfera, nobres, visando dar aos cidadãos captados um propósito de vida e uma conduta ética e de boa convivência social. Os propósitos ligados à esfera da disputa por poder, caso existam, talvez tendam a ser perdoados por Deus porque sendo brasileiro, Ele, com toda certeza, dará um jeitinho.

3 – Conclusão

A vocação brasileira pela religiosidade é algo que faz parte de sua construção histórico-cultural. Aos rituais indígenas foram agregados o tradicionalismo católico e supertição africana. O processo de colonização forçada e importação de escravos africanos gerou uma sociedade erguida com doses de sofrimento, repressão e exclusão.

No entanto, as fortes bases religiosas deram origem a um povo otimista, confiante e com fé. E o que seria a fé senão a confiança, a esperança em algo sobrenatural, imprevisível?

Imprevisível assim como o futebol, que com suas características de esporte do povo, com resultados difíceis de prever e reviravoltas de último minuto se assemelha a vida e no seu desenrolar tudo é possível, desde que haja perseverança. Daolio (2005) diz que “se o brasileiro traz em sua dinâmica cultural características (…) religiosas (…) e se o futebol espelha e expressa a cultura, então o futebol também apresenta estas características.”.

Os atletas bem-sucedidos de hoje estão muito conscientes do quanto dependem do progresso de pesquisas altamente especializadas, e também aprenderam a distinguir claramente esse fundamento, necessário para o seu desempenho, daquilo que consideram resquícios de superstição pessoal. A maneira como eles vivem e relembram seus momentos mais inspirados converge fortemente, entretanto, com a tradição que vê o encantamento como presença divina. (GUMBRECHT: 2007)

Assim como a dinâmica do futebol se assemelha à dinâmica da vida, também seus atletas, especialmente os mais renomados, são vistos como exemplos de dedicação, superação e motivação a serem seguidos. Esse gancho, unido à disseminação da prática esportiva como meio de se manter o equilíbrio físico, tem feito com que religiões diversas hoje instaladas no Brasil se aproveitem da decadência já anunciada do catolicismo para se firmarem através da aquisição de novos fiéis.

Segundo Hall (2011), "as velhas identidades, que por tanto tempo estabilizaram o mundo social, estão em declínio, fazendo surgir novas identidades e fragmentando o indivíduo moderno, até aqui visto como um sujeito unificado." Esse contexto representa a fase atual do ser humano, em uma busca constante por algo que preencha suas necessidades e alimente sua motivação em superar os percalços da vida, mesmo que para isso seja necessário transitar por várias religiões.

Da recente manifestação do Vaticano com a divulgação de um evento em apoio às práticas esportivas de forma ética a um time de futebol islâmico com regras rígidas sobre comportamento e oração. Todos os fatos atuais levam a interpretação do esporte como ritual de purificação do corpo, da alma e da mente tanto para os atletas quanto para os seus devotos. A religião, como desde os seus primórdios, mostra-se um alicerce impulsionador da vida, pulsante na identidade brasileira como nunca esteve.

Referências bibliográficas

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DA MATTA, Roberto. Esporte na Sociedade: Um Ensaio sobre o Futebol Brasileiro. In: DA MATTA, Roberto et alii. Universo do Futebol: esporte e sociedade Brasileira. Rio de Janeiro: Pinakotheke, 1982.

DAOLIO, Jocimar. A supertição no futebol brasileiro in Futebol, cultura e sociedade. Campinas: Autores Associados, 2005.

ELIAS, Norbert; DUNNING, Eric. A busca da excitação. Lisboa: DIFEL, 1992.

GOMES, Lívio Rodrigues. Ensaio: Religião e Religiosidade no futebol brasileiro, apresentado no XV Encontro de Ciências Sociais do Norte e Nordeste e Pré-alas Brasil em 04 a 07 de setembro de 2012, na UFPI, Teresin– PI. Disponível em: Acesso em 30 de maio de 2013.

GUMBRECHT, Hans Ulrich. Perdido numa intensidade focada – esportes e estratégias de reencantamento. Aletria: Revista de Estudos de Literatura, Belo Horizonte, v. 15, n.1, jan/jun, 2007. Disponível em: Acesso em 30 de maio de 2013.

GUTERMAN, Marcos. O futebol explica o Brasil – Uma história da maior expressão popular do Brasil. São Paulo: Contexto, 2009.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2011.

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MOREIRA, Alberto da Silva. O deslocamento religioso na sociedade contemporânea. Revista Estudos da Religião, v. 22, n. 34 jan/jun de 2008.

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SPORTV. Seja o que Deus quiser. Programa exibido no SporTV Repórter do dia 26 de maio de 2013. Disponível em:

 

* Pós-graduada em Gestão de Eventos e Encontros pela George Brown College, possui especialização em Marketing pela Universidade de Toronto, graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e, atualmente, cursa a disciplina isolada do Mestrado em Comunicação “Comunicação, Identidade e Práticas Socioculturais”, oferecida também pela UFJF. Atua como coordenadora e professora do Curso Superior de Tecnologia em Eventos da Faculdade Machado Sobrinho.

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