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Em publicação recente no site “Portal 2014”, há a apresentação de um breve manual descritivo daquilo que os construtores devem levar em conta para os projetos de estádios “Padrão Fifa”, enumerando alguns pontos de enfoque:

a)Estacionamento: com a segmentação de vagas entre torcedores, VIPs, imprensa, TV etc.

b)Áreas de Hospitalidade: para a recepção especial de convidados e patrocinadores.

c)Mídia: com sete diferentes instalações, adaptando-se aos distintos veículos de comunicação.

d)Conforto do Público: formato dos assentos, cobertura e normas de
visibilidade.

e)Orientação do Campo: que define o posicionamento ideal do gramado para que não haja prejuízo de imagem nas transmissões da TV ou que influencie negativamente o espetáculo.

f)Área de Jogo: destacando o tamanho do campo e a qualidade do gramado.

g)Vestiários e Acesso: pensando na comodidade, segurança e acessibilidade da equipe de arbitragem, jogadores e comissões técnicas.

h)Segurança: com a definição sobre os equipamentos de segurança necessários e a vigilância completa da instalação.

i)Green Goal: relacionado com a sustentabilidade.

O texto, que merece leitura atenta e detalhada, reflete a preocupação da entidade máxima do futebol em proteger seu produto e todas as nuances relacionados ao espetáculo do jogo, respeitando a necessidade de cada pessoa que o consome.

Destaco então o Green Goal, que é o item preocupado com a contribuição do futebol em termos de sustentabilidade, acompanhando sobretudo as latentes discussões mundiais sobre o tema.

Neste programa, a Fifa propôs quatro ações-base em que o futebol pode afetar negativamente no meio-ambiente, procurando a partir destas ações neutralizá-las e, enfim, contribuir para a redução das emissões de CO2 em seus eventos*:


 

*Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/1110/MANUAL+DE+ESTADIOS+GREEN+GOAL+SUSTENTABILIDADE.html

São estes pequenos detalhes que por vezes passam despercebidos a “olho nu”. Mas são fundamentais não só para a contribuir com o meio-ambiente, mas sobretudo para alertar que cada indivíduo pode fazer sua parte, por menor que ela seja e, por fim, reforçar o posicionamento de marca e de mercado em favor do futebol.

Assim, ao contrário do que muitas entidades do futebol (e do esporte, em geral) fazem, que é fechar os olhos para os acontecimentos, as inovações e as discussões latentes ao seu redor, reagindo apenas tardiamente ou passivamente, a Fifa, pela proposição do Green Goal (serve apenas como simbologia neste texto) e de tantas outras ações inovadoras realizadas no passado, levanta a bandeira de uma organização dinâmica e, não à toa, a maior organização transnacional em número de filiados do mundo.

Para interagir com o autor: geraldo@universidadedofutebol.com.br

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