O mais querido e… o mais organizado, o Flamengo de Bandeira de Melo

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“Temos uma responsabilidade muito grande e não podemos decepcionar a Nação. Terminamos o Brasileiro como o quarto time do Rio de Janeiro e eu sofri muito com o fantasma da segunda divisão. Só que fora de campo os problemas são mais preocupantes. Temos uma fama de um clube mau pagador, que desrespeita contratos, que não tem transparência e responsabilidade”.
 
Desde o discurso de posse como presidente do Clube de Regatas Flamengo, o administrador e funcionário público de carreira do Banco Nacional de Desenvolvimento Ecônomico e Social (BNDES), Eduardo Bandeira de Melo, mostrou a que veio.
Longe das demagogias dos cartolas tradicionais, o mandatário rubronegro destacou no seu primeiro pronunciamento presidencial o foco na reestruturação da gestão do clube com seriedade e transparência.
Liderando um time de executivos de sucesso, Bandeira de Melo e sua diretoria reconstruíram a credibilidade do clube de maior torcida do mundo. O Flamengo virou destaque nas manchetes como exemplo de gestão.
Em apenas três anos, Bandeira de Melo iniciou uma revolução administrativa no Flamengo e quebrou paradigmas. Foi protagonista na tramitação da Lei do Profut no Congresso Nacional, no enfrentamento à Federação Estadual do Rio de Janeiro, na criação da Primeira Liga e nada indica que ele pare por aqui. O presidente do Flamengo quer colaborar na reforma geral do futebol brasileiro.
Apresentou-se aos grupos de trabalho do Comitê de Reformas da CBF para defender as propostas da Primeira Liga e do Flamengo. E está disposto a colaborar na elaboração de um Plano Diretor de Desenvolvimento do Futebol Brasileiro, um projeto ousado que pretende apontar diretrizes modernizantes para serem executadas durante os próximos dez anos.
Em 2015, o Flamengo teve um superávit de R$ 115 milhões. Quando assumiu o clube, a dívida atingia R$ 750 milhões. Sob seu comando, o clube ainda conquistou uma Copa do Brasil (2013), um Campeonato Carioca (2014) e a tradicional Copa São Paulo de Futebol Júnior (2016).
Com cerca de 60% dos votos foi reconduzido a novo mandato em dezembro de 2015. Leia a entrevista de fôlego e exclusiva concedida à Universidade do Futebol, em que o presidente do Flamengo fala sobre gestão, cobranças por resultados de campo, relação com a FERJ, crise da CBF, Primeira Liga e seu otimismo em relação ao futuro do futebol brasileiro.
Universidade do Futebol – Como foi a sua entrada no mundo do futebol?
Eduardo Bandeira de Melo – Em 2012, uma quantidade grande de rubronegros insatisfeitos com os rumos que o Flamengo tinha tomado e a situação que o clube vinha enfrentando naquela época, resolveu participar mais ativamente da vida política do clube e isso acabou desaguando numa candidatura à Presidência. Como tinham alguns amigos envolvidos nesse grupo, eu fui junto. A princípio a candidatura não seria a minha, mas a pessoa que seria o candidato na época não tinha condições estatutárias para concorrer, eu assumi a candidatura como um plano B. De uma hora para outra a minha vida virou ao avesso, eu acabei virando presidente. O primeiro cargo que eu exerci no Flamengo foi o de Presidente. (risos)
UdoF – Quais os principais desafios o senhor encontrou ao assumir a Presidência do Flamengo?
Bandeira – O que saltava aos olhos na época era a situação financeira caótica, a crise de credibilidade. Ninguém acreditava no que o Flamengo dizia, até com uma certa razão. O Flamengo desenvolveu uma fama de mau pagador, a de um clube que não cumpria os seus compromissos. Nós chegamos, fizemos uma auditoria da dívida, chegamos à conclusão de que estávamos devendo R$ 750 milhões, com uma conta de apropriação indébita e sonegação enormes também, com as receitas todas penhoradas. Esse foi primeiro problema que a gente teve que enfrentar.
UdoF – Como foi a reação da torcida às primeiras medidas do seu plano de gestão?
Bandeira – Nosso discurso de responsabilidade foi comprado pela torcida imediatamente. Eu sempre conto a história do dia que, uma semana depois da gente ter assumido o Flamengo, tendo que cortar os gastos de maneira dramática, a primeira solução – que não tinha outra – era se desfazer do maior jogador do elenco naquele momento, o Vagner Love. Fechamos a volta dele pra Rússia e nos livramos de um pagamento de 6 milhões de euros que a gente ainda devia pro CSKA e tiramos R$ 1 milhão por mês do nosso fluxo de caixa.
Fechamos a saída do Vagner Love num sábado. No domingo, eu acreditava que ainda era um ilustre desconhecido, estava no supermercado, empurrando meu carrinho, quando um rapaz de 3 metros de altura por 2 de largura se dirigiu a mim: “Presidente, o senhor vendeu o Vagner Love…”. Pensei: “acho que vou morrer aqui”. Já tava me preparando para o pior e ele continua: “Fez muito bem, a gente não podia continuar pagando tudo aquilo…” Aí eu comecei a ver que a torcida começava a comprar a nossa briga por uma postura mais responsável.
UdoF – O resultado do pleito que lhe reelegeu aparenta uma diminuição da pressão política interna do clube. Como o senhor avalia essa questão?
Bandeira – Diminuiu muito (a pressão). Inclusive nessa campanha da reeleição nosso maior adversário era uma chapa composta por pessoas originalmente do nosso grupo. Se não houvesse a dissidência talvez tivéssemos vencido por 80% dos votos. Acabamos ganhando com 60% dos votos. 30% para o segundo colocado e 10% para o grupo que representa o Flamengo de antigamente.
UdoF – Como o senhor consegue equilibrar a pressão da torcida e da imprensa por resultados de campo, para poder manter a coerência do seu plano de gestão?
Bandeira – Claro que não é fácil administrar o Flamengo e nem sofrer pressão. A facilidade que eu vejo é que não tem nenhum outro caminho possível. Eu não vou marcar a minha passagem pelo Flamengo pela irresponsabilidade. O único caminho que temos é esse, você trabalhar para construir uma estrutura que permita o Flamengo ganhar tudo no longo prazo, mas no curto prazo nós temos que sofrer um pouco. Isso fez parte do meu discurso de posse.
No dia que eu tomei posse, foi à noite lá na sede da Gávea, sete e meia, oito horas da noite. Às cinco horas eu estava na Procuradoria da Fazenda Nacional, no centro do Rio, para tentar avaliar o tamanho da encrenca. Naquele momento eu vi o que a gente tinha de apropriação indébita e o porquê das nossas contas estarem sendo penhoradas.
Nós íamos assinar o contrato com a Adidas e íamos separar uma parte do dinheiro para reforçar o time. Era o Montillo na época. “Esquece o Montillo, esquece qualquer reforço, nós vamos pagar essas contas atrasadas com todo o dinheiro que a gente tiver”. E assim eu tornei meu discurso de posse ainda mais cáustico, dramático. Eu falei: “não tem outro jeito, vamos sacrificar os objetivos esportivos e sociais para poder recuperar a credibilidade do clube”.
Presidente Bandeira
UdoF – O senhor enxerga alguma referência no futebol brasileiro ou de fora do país, que lhe inspire ou que lhe sirva como modelo de gestão, mesmo que parcialmente?
Bandeira – Não no futebol. A minha vida foi sempre no setor público. Sou filho e neto de funcionários públicos. E essa coisa da responsabilidade sempre foi uma coisa muito presente para mim desde garoto. Não sou só eu. As pessoas que tavam comigo nesta empreitada, todos também vindo do setor privado, com responsabilidade, com nome a zelar. A gente não ia admitir fazer mais do mesmo. Mesmo todo mundo sendo Flamengo doente, a gente tem certeza que o único caminho para o Flamengo chegar numa situação que todo mundo espera é através da responsabilidade, da competência e da recuperação da credibilidade do clube.
UdoF – Qual, na sua opinião, deveria ser o papel da Federação Estadual do Rio de Janeiro (FERJ)?
Bandeira – Considerando que existe a FERJ – embora eu não veja necessidade do futebol estar estruturado em Confederação e Federações, isso poderia ser revisto – existem federações que exercem um papel interessante no futebol brasileiro.
A FERJ deveria ser uma entidade de promoção do futebol carioca, zelar pelo interesse dos clubes. Agora, a gente vê que a realidade é muito longe disso. O futebol carioca que já foi o futebol mais dinâmico e atrativo do futebol brasileiro, hoje está num processo de decadência, não só técnica como financeira.
UdoF – O senhor defende o fim dos campeonatos estaduais? Como o senhor avalia a situação dos clubes pequenos?
Bandeira – Eu não sou favorável ao fim dos Estaduais, eles têm um papel que deve ser preservado. Agora, acho que eles devem ser organizados de forma mais atrativa tanto técnica, quanto economicamente. Não dá pra você ter um campeonato estadual com 19 datas e jogar várias vezes contra clubes que não sabem o que que estão fazendo no campeonato.
Os times pequenos cariocas já foram celeiros de craques como os times grandes, tiveram um papel muito mais ativo e produtivo no futebol carioca. Quando eu era pequeno o futebol carioca tinha seis clubes grandes, além dos quatro atuais tinha o Bangu e o América que eram clubes grandes, que disputavam os títulos. E eu lembro de vários times competitivos do Olaria, do Bonsucesso, do Madureira. Então a partir do momento que o futebol carioca foi perdendo prestígio e foi se deteriorando técnica e financeiramente, isso não se refletiu só nos clubes grandes, mas nos pequenos também.
Os clubes pequenos têm o seu papel, mas isso tem que ser combinado com o calendário do futebol brasileiro como um todo, em que você pode e deve ter um campeonato nacional atrativo, pode ter copas regionais como a que estamos promovendo na Primeira Liga, que podem conviver com os campeonatos estaduais.
UdoF – Por que o Flamengo aderiu e dá suporte à Primeira Liga?
Bandeira – A Primeira Liga é um movimento que surgiu espontaneamente a partir da insatisfação dos clubes com seus campeonatos estaduais. A briga do Flamengo com a Federação do Rio todo mundo acompanhou – aquelas baixarias que aconteceram no Conselho Arbitral em janeiro de 2015 – resultaram numa postura do Flamengo que, a princípio, definiu por não participar do campeonato carioca com seu time principal. Depois, por pressão da detentora dos direitos de televisão, nós entendemos perfeitamente e resolvemos voltar atrás.
A insatisfação do Flamengo e do Fluminense se juntou à insatisfação de clubes de outros quatro estados brasileiros e resolvemos promover a Copa da Primeira Liga.
Com todas as confusões que vocês presenciaram, eu acho que de uma maneira geral nós estamos nos saindo bem. A Copa da Primeira Liga 2016, ainda que em caráter experimental, vai servir para que a gente possa ter um produto atrativo para os anos posteriores que possam preencher o vazio do primeiro quadrimestre do ano.
UdoF – O senhor acredita que a Primeira Liga pode originar a liga nacional de clubes?
Bandeira – A liga nacional de clubes pode acontecer, não necessariamente no ano que vem ou no ano posterior. Acredito que ela não precisa ser fruto do confronto ou de hostilidades. Acho que pode ser um processo harmônico.
Quando a gente fala de liga nacional por trás disso tem só o interesse dos clubes de participarem mais das decisões que dizem respeito a eles próprios. Então, você organizar o calendário do futebol brasileiro com participação dos clubes, você organizar um campeonato em que os clubes sejam os protagonistas e os tomadores de decisões, isso é o que todo mundo quer. Essa Liga pode conviver até com a CBF, ou com a sucessora da CBF, a entidade de administração do futebol brasileiro. Tudo é questão de diálogo entre pessoas bem intencionadas. Havendo pessoas bem intencionadas e havendo diálogo a gente chega numa fórmula interessante.
UdoF – Como o senhor avalia a possibilidade de clubes paulistas aderirem a Primeira Liga? Esse é um dos objetivos da sua gestãoà frente do Flamengo, ajudar a construir uma liga nacional de clubes?
Bandeira – O objetivo é tentar melhorar o futebol brasileiro. Para ser bem objetivo eu não vejo como os clubes paulistas possam participar da Primeira Liga no curto prazo, porque eles já tem um contrato de televisão longo, assinado há pouco tempo.
O futebol paulista a gente tem que reconhecer que é um futebol dinâmico e atrativo. O campeonato paulista é, individualmente, o mais atrativo econômica e tecnicamente de todos os campeonatos estaduais.
Num primeiro momento nós vamos trabalhar com a Primeira Liga para torná-la cada vez mais dinâmica, cada vez mais atrativa e, quem sabe no futuro, se houver uma convergência, ver se a gente pode incorporar os clubes paulistas e tentar fazer uma coisa estruturada para o ano inteiro.
UdoF – Como o senhor avalia a crise da CBF?
Bandeira – É uma crise do futebol mundial e que o futebol brasileiro não é uma exceção. Se você comparar a CBF com a Federação do Rio ela até é uma entidade exemplar – qualquer entidade comparada a Federação do Rio é uma entidade exemplar.
A CBF tinha todas as condições para iniciar um processo de modernização e que pudesse levar a uma nova CBF. Acredito até que existem iniciativas internas que tem esse objetivo. Mas essas iniciativas sempre tem esbarrado em pressões, como as recentes da Federação do Rio, que levam a CBF para o lado contrário ao das boas causas. Eu tinha muita esperança de que ela pudesse se juntar ao Flamengo e aos clubes no sentido de tentar fazer o futebol brasileiro cada vez melhor.
UdoF – Qual sua opinião sobre o Comitê de Reformas da CBF?
Bandeira – Mais uma iniciativa que no papel parece interessante. Se o que for proposto no Comitê servir efetivamente para reformar, eu acho que vai ser bom. O Flamengo não participa do Comitê de Reformas, não foi convidado, mas nós fomos convidados a indicar representantes para os grupos de trabalho.
Nos grupos de trabalho pode surgir alguma ideia interessante. Eu gostaria muito que as ideias interessantes fossem implementadas. Por exemplo, o Flamengo deu uma sugestão para melhorar o nível das arbitragens do futebol brasileiro, foi muito bem recebida, mas até agora não tive notícia sobre se ela será ou não implementada.
Fizemos uma série de sugestões que entregamos por escrito, por ocasião da eleição do atual presidente e estamos na expectativa. Eu sei que a CBF está implantando – ou pelo menos contratou a implantação – de um sistema de governança corporativa coordenado por uma empresa de auditoria de nível internacional, que pode render bons frutos, mas se houver vontade política. Isso que muitas vezes falta, aquela vontade política para empurrar a bola para dentro.
UdoF – A Primeira Liga foi convidada a participar do Comitê de Reformas?
Bandeira – Não.
UdoF – A Primeira Liga apresentou 10 pontos como sugestão para a reforma do Futebol Brasileiro. Como a Primeira Liga se mobilizará para que suas propostas se tornarem realidade no Comitê de Reformas e na Assembleia Administrativa da CBF, órgão que vota a mudança de estatuto?
Bandeira – Eu não sei se os clubes poderão participar da Assembleia Administrativa, existe essa dúvida ainda, se os clubes estão dentro ou estão fora. Eu, lendo a legislação, entendo que estão dentro. Não sou advogado, mas para mim é o que está escrito lá.
Acho que a participação nos grupos de trabalho podem levar à proposição de vários dos pontos que estão elencados no documento da Primeira Liga. Tudo isso pode ser feito com diálogo.
Eu não estou defendendo rompimento, ao contrário da FERJ, que desrespeitou o Flamengo. Na CBF a gente simplesmente não tem sido atendido na hora que as coisas estão para acontecer, mas vou defender o diálogo até o último momento. Apesar da gente não estar participando do Conselho, indicamos representantes para os grupos de trabalho e vamos ver como esses assuntos são endereçados.
UdoF – O senhor acredita que é possível fazer o futebol brasileiro evoluir nos próximos anos?
Bandeira – Tem que ter esperança. Todo mundo é a favor, quase todo mundo é a favor.
UdoF – Vemos o esforço do seu grupo de fazer uma gestão séria, que dê saúde ao clube. Na sua visão há possibilidade de se consolidar esse crescimento do clube sem que toda a cadeia produtiva esteja também sendo oxigenada, a exemplo do próprio Flamengo?
Bandeira – O ideal seria que todos os clubes embarcassem nesse mesmo caminho. Seria bom para o futebol e a gente conseguiria chegar a um resultado interessante mais rápido. A responsabilidade é o único caminho possível. Quem não seguir, acho que vai se dar mal. A própria Lei do Profut [que refinanciou a dívida dos clubes com a União com exigências de contrapartidas de transparência e responsabilidade fiscal] já estabelece uma série de sanções para quem não andar na linha. Talvez alguns clubes não tenham acordado para isso ainda mas acho que vão ter que acordar.
Não apenas a legislação. Hoje já tem iniciativas como o Pacto pelo Esporte [insert link http://pactopeloesporte.org.br], por exemplo, que estabelece um conjunto de princípios e valores definido por 3 ONGs, que já foi adotado por mais de 20 grandes empresas brasileiras, que dizem “nós só vamos apoiar via patrocínio, via apoio financeiro – tem alguns bancos entre os 20 – os clubes e entidades de administração do esporte que seguirem esse conjunto de princípios”. O Flamengo, com orgulho, já pode dizer que ele cumpre todos eles, atestado inclusive pela própria Ernst & Young, que é uma das empresas que participa do Pacto.
Acredito que no futuro só vai conseguir patrocínio e apoio de qualquer natureza quem tiver andando na linha, seja pela via legal, seja pela via da linha que as empresas estão adotando para evitar o risco reputacional. Ninguém vai querer associar a sua marca a um clube, a uma federação ou a uma confederação que não adere a boas práticas de governança, transparência. Ninguém vai querer seu nome ligado a escândalo. Já estamos vendo isso na FIFA, na própria CBF e, com certeza, vamos ver nos clubes. O ideal seria que todo mundo caminhasse na mesma rota, mas quem não enxergar isso vai ficar para trás.
UdoF – Está crescendo no Brasil, na comunidade do futebol, um movimento que a Universidade do Futebol está articulando, com a ideia de construir um Plano Diretor de Desenvolvimento para o Futebol Brasileiro. A ideia é apresentar diretrizes para serem executadas nos próximos dez anos, com metas de curto, médio e longo prazo, para que o futebol brasileiro retome seu protagonismo o cenário mundial. Não se trata de criar oposição à CBF, mas trazer uma proposta que tenha autoridade e independência para poder propor realmente mudanças no futebol brasileiro. Qual sua opinião sobre isso?
Bandeira – Eu acho ótimo. Vamos gostar muito de participar desse processo. O Flamengo vai sempre aderir as boas iniciativas, vai participar de qualquer movimento no sentido de transformar o futebol. A nossa linha no Profut foi mais ou menos essa. É claro que a gente tinha um interesse próprio de ver a nossa dívida refinanciada, as contrapartidas todas a gente já cumpria como questão de princípio. O Profut não é a redenção, longe disso, mas foi um excelente ponto de partida para gente mudar o futebol brasileiro. E depois do ponto de partida a gente tem que tomar uma série de outras medidas e nessa linha a Universidade do Futebol pode contar com o Flamengo.

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julio cesar
4 anos atrás

eu acho que á camisa do flamengo tem que ser honrrada e tem jogador que não bota o coração na ponta da chuteira.

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  julio cesar

Primeiro, O Flamengo tem que cumprir com suas obrigações com os jogadores e depois cobrar resultados.

Pedro Bernardo de Sousa
Pedro Bernardo de Sousa
2 anos atrás
Reply to  julio cesar

Concordo contigo o Flamengo e um grande club merece todo respeito.

Pedro Bernardo de Sousa
Pedro Bernardo de Sousa
2 anos atrás
Reply to  julio cesar

O Flamengo e um grande club em todo brasil,tem que ser bem representado.

Henrique
Henrique
1 ano atrás
Reply to  julio cesar

concordo fera vc tem razão

julio cesar
4 anos atrás

Onde está esta´garra dos jogadores .

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  julio cesar

Como falei anteriormente, primeiro o Flamengo tem que cumprir com suas obrigações, depois cobrar garra, dedicação, profissionalismo etc…

Sandro Rodrigues de Oliveira

Tenho certeza que o Flamengo,vai voltar a ser um time de ponta.Temos que acreditar na administração do Sr Bandeira Melo.Todo time que está sempre conquistando títulos,tem sempre uma boa administração, com o flamengo não vai ser diferente.

claudio
claudio
4 anos atrás

Caro Sandro, O Flamengo nem sempre teve uma boa administração, espero que com a competência do Bandeira de Melo, O Flamengo retorne ao seu lugar de protagonista do futebol brasileiro

Leonardo
Leonardo
4 anos atrás

Eu acho que tem jogador la que merece mas uma chance como canteros e o chiquinho mancuello tambem merece e contrata o Leandro Damião ou trazer o kaike de volta

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  Leonardo

Acho que o Flamengo não deve gastar energia em contratações mirabolantes, a não ser que tenha como investir para ser campeão brasileiro e disputar a libertadores, aí sim valeria pena.

Pyrata Mor
4 anos atrás

o flamengo é uma merda, como é o presidente do flamengo que é empresário e não entende nada de futebol, só de dinheiro, pega seu dinheiro ho bandeira de melo e some do flamengo. flamengo não é banco náo, e some também com aquele título pode que se chama guerrero, mercenário, e leva esse merda desse rodrigo caetano pra administrar sua casa, seu bosta.

ROBERTO JOSE RODRIGUES
ROBERTO JOSE RODRIGUES
4 anos atrás

Este cidadão não deve ser FLAMENGUISTA (pyrata), primeiro lugar deve respeitar as pessoas mais velhas e não tem o minimo de educação, para se dirigir ao presidente do maior clube do mundo.De um modo geral a atual administração está fazendo um trabalho sério no clube.A curto prazo iremos colher os frutos da boa administração.Já sugeri a atual diretoria que o nosso clube com 40 milhões de torcedores tem q ter seu estádio.(A bambonera rubro-negra para 60000 torcedores).Existe diversos lugaraees próximos as viass principais (linha vermelha,amarela,av.Brasil, etc)

claudio
claudio
4 anos atrás

Não é assim que se resolvem as coisas, porque não reclamou das administrações anteriores que levaram o Flamengo a quase insolvência.

Giancarlo
Giancarlo
4 anos atrás

Sou Palmeirense, mais tenho que admitir que o Flamengo esta acertando o time e vai ser competitivo esse ano!

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  Giancarlo

Tenho absoluta certeza que o Flamengo vai se estruturar, e voltar a ser grande.

claudio
claudio
4 anos atrás

O Flamengo adotou como princípio básico, Um modelo de governança no qual as boas práticas e a ética são os alicerces da gestão, Trazendo consigo uma administração transparente e competente em todos os níveis do tecido social ao que o Flamengo representa, Não só como clube mas como uma nova maneira de zelar pela coisa quase que PÚBLICA. A gestão profissional que foi implementada, Servirá de inspiração para que todos os clubes brasileiros tomem consciência:Só com execução de boas praticas e ética pode-se postular futuros programas de incentivo ao esporte,Bem como acesso aos grandes patrocinadores nacionais. Guardadas as devidas proporções:… Read more »

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  claudio

Tenho certeza que o Flamengo sairá mais forte da crise.

geovanny
geovanny
4 anos atrás

Tenho absoluta certeza que o Flamengo vai se estruturar, e voltar a ser grande.

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  geovanny

Geovanny, Disso eu não tenho a menor duvida, Sei que o caminho é árduo e espinhoso mas é o único caminho que conheço, Sou de iniciativa privada “Ambev” , mal comparando, repare em quanto tempo a Cia se tornou a maior empresa de bebidas do MUNDO. pouco mais de 15 anos, Criaram um modelo de negócio ambicioso para as cervejarias,Reestruturaram a Skol, Brahma e Antarctica e começou o sonho.

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  geovanny

Nosso Futebol,assim como nossa política caiu nas garras dos senhores feudais que tomam conta de seus jogadores como gado no rebanho e aquele que por ventura se desalinhar do curral deve ser acoitado como animais, Assim sendo: Vem se mantendo nos clubes como se estivessem em suas fazenda com seus escravos, vítimas da aristocracia feudal

Felipe
Felipe
4 anos atrás

O Flamengo está no caminho certo, uma coisa de cada vez. Primeiro parcelando dividas anteriores, logo após pagando as divida, depois disso, investindo interiormente como CT, base, socios torcedores, e após esse processo irá vir investimentos que irão aparecer aos olhos de todos. como: Estádio, Jogadores de Alto Nível…. Entre outros! Flamengo está no rumo certo!

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  Felipe

Acho que o importante agora é o Flamengo se estruturar para, saldar as dívidas, restabelecer sua credibilidade, para depois desta etapa , Pensar em ter um time competitivo, como disse nosso presidente, teríamos que fazer sacrifícios sociais e esportivo em nome de obter uma saúde financeira, feito isso, aí sim o sonho é o infinito.

Tiago Borges
4 anos atrás

O nosso futebol é muito podre administrativamente, trabalhei por 5 anos com futebol profissional e de base, a transparência é algo que os clubes não admitem. Acompanhando o Case Flamengo do Universidade do futebol, fico motivado e acreditando que o nosso futebol nacional ainda pode viver com pessoas que presam pela ética profissional. Acredito que Internacional e São Paulo foram os primeiros clubes a praticarem este processo de gestão responsável, apesar do tricolor paulista ter um ano de 2015 com algumas descobertas obscuras. Tendo o maior clube do Brasil aderindo a este modelo de gestão eu só tenho a ficar… Read more »

FÁBIO
FÁBIO
4 anos atrás

A preparação para se tornar um grande clube financeiramente o Flamengo já deu , somente com um planejamento a longo prazo vai conseguir. Parabéns

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  FÁBIO

O Flamengo , como todo negocio deve ser administrado como uma empresa.Sem tirar nem por, simplesmente gerir.

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  FÁBIO

O Flamengo está no caminho certo, não tem que se precipitar, tem seguir um planejamento até atingir o break even, daí em diante pensar em formar um time de futebol a altura da Nação Rubro Negra.

Lenise Souza
Lenise Souza
4 anos atrás

É de pessoas assim que o futebol precisa para mudar!

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  Lenise Souza

Lenise, Na verdade o que precisa mudar é a conscientização das pessoas que fazem a gestão do futebol, O futebol,em sí não mudará apenas sofrerá mudanças estruturantes para se consolidar como um modelo de negócio com pujança e sustentabilidade própria.

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  Lenise Souza

Não são as pessoas que mudam, são suas ideias renovadoras, inovadoras e revolucionárias.

Thiago Farias
Thiago Farias
4 anos atrás

Pensando fora da caixa: Gestão buscando por equalizar suas açoes e busca por certidões e explorando a marca do clube .Sabemos o quanto é importante estar em dia com suas obrigações. Ainda assim tem que dar prioridade ao futebol

daniel
daniel
4 anos atrás

Minha alegria é enorme só de ver o nosso futebol finalmente entrando em cena com profissionais sérios que nos demonstram honra e caráter como principal meta, Parabéns Bandeira !

Luiz Carlos
Luiz Carlos
4 anos atrás

Parabéns ao presidente Eduardo Bandeira de Mello pela hombridade e competência à frente do Flamengo. Ficará com certeza marcado na história do Clube, como um dos protagonistas do “renascimento” do maior time do país.

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  Luiz Carlos

Quem tem compromisso com o resultado do seu trabalho, consegue converter boa vontade em atitude que por sua vez reflete se em resultados positivos.

Rodrigo
Rodrigo
4 anos atrás

muda futebol brasileiro pelo amor de deus

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  Rodrigo

Caro Rodrigo, O que tem que mudar é a mentalidade amadora de gestão, Para uma mentalidade profissional.

Marcio Vieira
Marcio Vieira
4 anos atrás

A minha visão é a seguinte ele profissinalizou a gestão através da sua pq era uma gestão que gastava sem ter e oque tinha ia pagar o que dava ou seja jamais sanaria esta divida teve ousadia ao mudar e ousar zerando gastos salarios altos

Luan Soares
Luan Soares
4 anos atrás

Parabéns ao nosso querido presidente no qual esta mudando a cara de ser gestor desse clube, estamos no caminho certo em que oscompromissiso primeiramente tem que ser cumprido para depois poder gerar cobrança.

Matheus D'Avila
Matheus D'Avila
4 anos atrás

É muito difícil você estabelecer um debate com o torcedor passional a respeito da necessidade de investir na organização em detrimento do futebol. Focar na recomposição administrativa e correr riscos no campo de jogo é uma atitude corajosa e louvável para os gestores. O presidente Bandeira de Melo é um dos novos dirigentes que começam a oxigenar o nosso futebol. É aquele que “planta para colher bons frutos”.

jorge
jorge
4 anos atrás

Presidente…Sou flamenguista,gostaria de saber pq o flamengo o maior clube de torcida,ainda não tem um grande estadio

Matheus Gil
Matheus Gil
3 anos atrás
Reply to  jorge

Talvez a construção de um estadio a qualquer custo, pode prejudicar toda essa restruturação financeira do clube.

joão Marcos
joão Marcos
4 anos atrás

O Flamengo desde 2013 vem dando exemplo de gestão, a direção encabeçada por Bandeira de Melo não se rendeu as pressões por contratações bombásticas e hoje começa a colher os frutos podendo fazer contratações de um peso maior, sem sair da responsabilidade financeira, tomara que conquiste vários títulos em sequencia, para que mais clubes possam aderir a esse tipo de profissionalismo.

Nei Augusto
Nei Augusto
4 anos atrás

Parece ser um homem correto

Rivaldo
Rivaldo
4 anos atrás

Torcendo muito pela consolidação da Primeira Liga! Pelo que ela representaria em relação ao papel das federações no futebol brasileiro, que deveria ser bem menos “essencial” do quanto é hoje.

Ricardo Luzzi
Ricardo Luzzi
4 anos atrás

Acredito que o Flamengo está se estruturando para ser competitivo nacional e internacionalmente em pouco tempo.

Fabio
Fabio
4 anos atrás

Por tudo que já vimos até hoje no futebol Brasileiro, a instituição do Flamengo parece estar tomando um rumo na melhor trajetória possível e no rumo certo de uma empresa de tal porte como é a marca Flamengo.
Hoje parece estar liderando um marco histórico no crescimento e desenvolvimento do futebol brasileiro no cenário mundial.
Espero que todos os clubes brasileiros também possam equilibrar suas finanças e se desenvolverem cada mais, com isso o esporte só tem a crescer e evoluir.

claudio
claudio
4 anos atrás
Reply to  Fabio

Caro Fabio, Os Clubes que tiverem boas práticas deveriam ser impedidos de obter patrocínio privado e público

walber
walber
4 anos atrás

Estou impressionado com toda mudança na gestão do Flamengo, sou torcedor desde minha infância e confesso que não fazia ideia dessa reestruturação interna, desde que o flamengo começou a apresentar mais explicitamente todo os problemas e crise que venho perdendo o interesse em acompanhar o clube, mesmo o amando… não fazia ideia de tudo que o Presidente esteve fazendo nos bastidores e por muitas vezes me revoltei com o desempenho do clube nesses três últimos anos, só que agora vendo tudo que foi feito, fico muito feliz e orgulhoso com todas as medidas tomadas pela gestão do clube e mais… Read more »

Daniel Rodrigues Dos Santos
Daniel Rodrigues Dos Santos
4 anos atrás

Moro em São Paulo e vejo o Flamengo de hoje como foi o São Paulo FC das décadas de 90/00. Lembro de várias reportagens e entrevistas dos gestores que falavam de como revolucionaram o futebol naquela época. Hoje só vejo que clubes como Flamengo e Corinthians e até o Cruzeiro (em menor escala) mudaram seu modo de gerir os clubes e estão colhendo bons frutos.

Claudio
Claudio
3 anos atrás

Tomara que os clubes brasileiros possam todos eles se organizarem em pouco tempo, para voltarmos a ser um dos países protagonistas tanto em clubes de futebol, quanto com a seleção brasileira, teremos um presente feliz e a história e tudo o que já fizemos pelo futebol é o que merecemos como torcedores cada um do seu clube e quase todos da seleção canarinho

Herivelto
Herivelto
3 anos atrás

Somente com pessoas como Sr Bandeira de Melo,com senso de responsabilidade e profissionalismo o futebol Brasileiro vai crescer novamente e cada vez mais ao me ver dirigentes irresponsáveis que administram o clube como se estivessem na arquibancada,prometendo contratações loucas só para se manterem no poder,esses não terão mais espaço para o bem do futebol. Ao me ver Sr Bandeira de Melo nos da exemplo, não só esportivamente como também moralmente pois temos que deixar de ser o país do jeitinho, administrar com responsabilidade, reconhecer que paramos no tempo por conta de sermos pentacampeões e conquistarmos libertadores e mundiais e campeonatos… Read more »

Luiz Carlos
Luiz Carlos
3 anos atrás

A gestão do presidente Bandeira de Melo comprova que os clubes de futebol só tem a ganhar sem o comando dos tradicionais cartolas.

Wladimir
Wladimir
3 anos atrás

Toda e qualquer instituição que for bem administrada, faz a diferença e com o Flamengo não é diferente.

Daniel Clemente Barreto
3 anos atrás

Exemplo para o futebol.

Pedro Gois
Pedro Gois
3 anos atrás

Acredito que o Presidente Bandeira de Mello está certo quando diz que os resultados desportivos precisam ser consequência de uma boa gestão!

Roger Ramos
Roger Ramos
3 anos atrás

Muito bacana a seriedade com que o Mello trabalha para que o Flamengo seja exemplo. Pessoas assim nos fazem acreditar que o futebol brasileiro vai dar a volta por cima.

Rafael
Rafael
3 anos atrás

O Flamengo, atualmente, se tornou um clube em exemplo de gestão administrativa e financeira, com isso, consequentemente, terá uma equipe competitiva em todo campeonato que participar. A boa administração reflete diretamente nos resultados em campo.

ROBERTO JOSE RODRIGUES
ROBERTO JOSE RODRIGUES
3 anos atrás
Reply to  Rafael

A atual diretoria, está de parabens, pois está executando o que prometeram.Entretanto, tem que pensar grande, como o nosso clube representa no cenário esportivo.Temos que construir a nossa bambonera rubro-negra, para 70.000 pessoas. Ai tenho certeza, que seremos comno um BARCELONA/REAL MADRI/BAYERN, ETC.AVANTE PRESIDENTE.

Fernando
Fernando
3 anos atrás

É muito salutar a nova gestão do Flamengo e também exemplar o papel de protagonista no Profut. Espero que o Comitê de Reformas da CBF debata as propostas dos clubes. O futebol brasileiro só irá melhorar (e ser profissional de fato) com clubes fortes, administrados com transparência e as mudanças precisam indicar esse caminho.

Raphael Dylan
Raphael Dylan
3 anos atrás

Muito bom saber sobre a evolução que o Flamengo obteve fora de campo. Isso só demonstra que é possível rever a estrutura administrativa do clube e começar a valorizar as finanças, com receitas e despesas. Uma coisa me deixa intrigado. Será que saberá o Flamengo aproveitar a evolução para em fim, quitar dívidas e pensar em contratações e investimentos de nível europeu?

Marlon
Marlon
3 anos atrás

O Flamengo sempre foi grande.. Agora vai

Ricardo Fortunato
Ricardo Fortunato
3 anos atrás

A gestão profissional que foi implementada, Servirá de inspiração para todos os clubes brasileiros:Só com execução de boas praticas e ética pode-se postular futuros programas de incentivo ao esporte, bem como acesso aos grandes patrocinadores nacionais.

Hamys
Hamys
3 anos atrás

o presidente está de parabéns. Não sou flamenguista,mais fico feliz que um grande clube está se reestruturando de uma forma correta e exemplar. O futebol brasileiro precisa de dirigentes com pensamentos e valores como presidente Bandeira.

Gabriel
Gabriel
3 anos atrás

Acredito que financeiramente o time do Flamengo está num patamar legal com essa organização que vem sendo implantada. Futebolisticamente falando ainda existe um abismo que separa a qualificação dos profissionais do futebol co os profissionais de gestão. O corpo diretor do flamengo na parte esportiva/futebolística, assim como de vários outros clubes, não tem qualificação pra desempenhar funções que lhe são dadas. Muitas vezes os funcionários aprendem o cargo durante o exercer da função.
Parabéns a diretoria que vem resgatando o clube do abismo. Mas é preciso muito mais empenho para dar saltos maiores.

bruno
bruno
3 anos atrás

O presidente Eduardo Bandeira de Melo, está fazendo um ótimo trabalho, no qual prioriza a condição financeira, não só ele mias Paulo Nobre também é um exemplo a ser seguido, quando falamos em gestão. Os clubes brasileiros tem que começar a entender a situação que um cada vive, nem todos os clubes conseguem pagar jogador de 1 milhão por mês, se não tiverem uma renda boa, muito menos gastar o dobro do que ganha, pois uma hora a conta vai chegar, e a partir do momento que conta chegar, o clube vai ter que abrir mãos dos seus melhores jogadores,… Read more »

Claudinei
Claudinei
3 anos atrás

o flamengo está voltando a ser grande!!!

André
André
3 anos atrás

Muito boa gestão.

Benilson Barreiro
Benilson Barreiro
3 anos atrás

Um ótimo exemplo a ser seguido pelos outros clubes brasileiros. Parabéns ao Flamengo pela iniciativa.

JOÃO
JOÃO
3 anos atrás

uma bela referencia.

Saulo Carvalho De Lima
Saulo Carvalho De Lima
3 anos atrás

se todos os clubes Brasileiros se inspirassem na Administração do Flamengo com certeza o Futebol Brasileiro não estaria da forma que esta.

Paulo
Paulo
3 anos atrás

Deixo aqui os parabéns pela coragem e pela competência deste profissional. Bandeira de Melo, merece sim os créditos dos frutos hoje em dia gerado pelo Flamengo, pois fez uma mudança no futebol do clube.

Francisco
Francisco
3 anos atrás

EXEMPLO DE GESTÃO

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