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Já por diversas vezes me referi ao que considero ser o teor encantatório do futebol brasileiro: vejo-o como expressão intencional de um genuíno encantamento, a roçar o erotismo, de uma gestualidade acrobática e levemente narcísica, mas que é também, nessa sua plástica expressividade, motivo de encanto para quem o testemunha e observa.
Confesso que vinha com esse paradigma ainda bem vivo em mim, mas, após ver alguns jogos, reconheço que me invadiu o desencanto.. E eis que a minha alma anoiteceu na réstia mortiça de um crepúsculo de fim: algo, amigos, no futebol brasileiro está morrendo. E a morte mais triste e mais chocante é quase sempre a daquele que morre sem que tempo sequer tenha tido para crescer! Morrer na idade de todos os sonhos é morrer antes de verdadeiramente ter vivido.
E a muitos futebolistas brasileiros, certamente aos melhores, acontece morrerem para a exuberância artística de um corpo em movimento esférico – a esfera, símbolo da perfeição! – mesmo antes de nisso se verem confirmados em pleno: são literalmente arrancados pela raíz, no viço auspicioso da sua flamejante criatividade.
Para ler o artigo na íntegra, basta clicar aqui

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