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Escrevi na última semana sobre pesquisas relacionadas a lealdade dos fãs como fatores importantes para contribuir com processos de tomada de decisão no esporte no sentido de se relacionar e se engajar de forma mais positiva com o público consumidor.
Insisto, nesta semana, na temática da pesquisa e desenvolvimento, para invocar um texto de 2013, do Sport Business Daily, que fala justamente das inúmeras possibilidades em se aproximar a ciência da prática – http://www.sportsbusinessdaily.com/Journal/Issues/2013/08/12/In-Depth/Sports-business-professors.aspx.
Em determinado momento, o texto aborda a “insanidade das organizações esportivas em não olhar com maior atenção para o meio acadêmico, formado essencialmente por pessoas que passam quase que 24 horas dedicadas a estudos justamente sobre estas organizações”.
E de fato, embora ainda incipiente em alguns campos, o Brasil já começa a formar núcleos relevantes de estudos sobre gestão e marketing esportivo que podem muito bem sair dos “laboratórios” para a aplicação na prática. Aliás, insanidade, se olharmos por outro lado, é realizar pesquisa sem qualquer possibilidade de execução.
Por isso, reforço aqui o conceito de seguirmos estudando mais as diferentes nuances do mercado esportivo como plataforma para subsidiar e contribuir com a construção do desenvolvimento sustentável do setor.

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