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01/04/2019

Porque não se fala de expected goals no Brasil; e porque realmente deveríamos

No futebol de alta performance, já é unanimidade a diferença entre performance e resultados. Embora intimamente relacionados, a beleza do futebol é que nem sempre o resultado pode ser obviamente deduzido através da performance apresentada pelas equipes.

Porém, a importância de interpretar, e assim quantificar, a performance de uma equipe, para fins de tomadas de decisão nas mais variadas esferas da gestão de equipe e clube, ainda esbarra na dificuldade de mensurar tal performance.

Atualmente, o futebol brasileiro tem sido inundado com uma enxurrada de dados: gols, finalizações, desarmes, passes, etc; que ajudam a entender o resultado de uma partida, porém, de pouca utilidade na interpretação da performance das equipes envolvidas.

É necessário entender que, ao contrário de outros esportes, mais suscetíveis à criação de métricas de avaliação , o futebol possui ações muito dinâmicas para serem isoladas e placares muito baixos para evitarem a presença da sorte/acaso nos resultados.

E foi então que esbarrei em um KPI (key performance indicator), me surpreendendo em como já vem sendo usado no futebol mundial (especialmente Europeu) para auxiliar na quantificação e qualificação de performances de equipes e jogadores e individuais. E me surpreendi ainda mais, com a inexplicável imunidade do futebol brasileiros a esse tipo de modelagem e uso de dados.

O KPI em questão é ​Expected Goals​.

 

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

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