Universidade do Futebol

Gpaf

03/06/2008

Resposta fisiológica do árbitro no transcorrer do jogo

Por muito tempo, o árbitro de futebol foi considerado uma figura secundária no futebol. Com o passar dos anos, observou-se que o árbitro é a pessoa que realmente pode decidir uma partida e, que para tomar uma decisão correta, um dos fatores mais importantes é estar bem fisicamente, para poder estar o mais próximo possível das jogadas, para que os fatores causadores do cansaço físico não afetem seu raciocínio durante a tomada de decisão, o que, para a arbitragem, deve ser tomada em frações de segundos e sem replay. Segundo Friedman e Klein (1988) para um indivíduo ser um bom árbitro ele deveria apresentar as seguintes características: conhecimento da regra do jogo, boa forma física e personalidade.

Este trabalho tem como objetivo descrever a intensidade da atividade física do árbitro durante uma partida de futebol, por meio da freqüência cardíaca, utilizando para tanto um referencial bibliográfico especifico, para se conhecerem as exigências fisiológicas de sua atividade, constituindo-se assim em mais um referencial cientifico para a fundamentação de um treinamento especifico para o árbitro de futebol.

O controle da intensidade dos exercícios é uma das variáveis mais importantes do treinamento. Exercícios realizados em intensidade mais baixa do que a competição, não provocam adaptações no organismo suficientes para a excelência. Porém, se o exercício for desenvolvido em uma intensidade muito alta, pode provocar sobrecarga no organismo, levando o atleta ao stress excessivo e a lesões.

A determinação da intensidade da atividade física, ou seja, as exigências fisiológicas, é provavelmente, o fator mais importante do princípio da sobrecarga (STEELE e CHARD, 1992). A mensuração da freqüência cardíaca, é uma forma indireta para a estimativa da intensidade do exercício e da utilização de oxigênio pelo corpo (FOSS e KETEYIAN, 2000).

O controle da atividade física pela freqüência cardíaca é utilizado por diversos profissionais envolvidos no esporte. Autores evidenciam uma alta correlação entre a freqüência cardíaca e o consumo de oxigênio máximo (MCARDLE et al., 1998; FOSS e KETEYIAN, 2000; POLLOCK e WILMORE, 1993). A taxa cardíaca é um índice útil do esforço fisiológico que decorre da atividade física. Ela aumenta de forma a facilitar o transporte de oxigênio aos músculos que estão trabalhando. Todavia, ela também pode ser afetada pelo estresse mediado pela secreção dos “hormônios de estresse”, tais como adrenalina e noradrenalina.

De acordo com Mcardle et al., (1998), o erro ao avaliar o percentual do VO2 máx com base no percentual da freqüência cardíaca máxima (FCmáx) ou vice-versa é de aproximadamente ± 8%. Dessa forma, basta monitorar a freqüência cardíaca do atleta, para poder estimar o VO2 da atividade.

Uma forma de estabelecer intensidade do exercício, consiste na determinação da freqüência cardíaca máxima de forma indireta, mediante, por exemplo; a formula (220-Idade) e, a partir desse valor, determinam-se os percentuais desejados. Para Foss e Keteyian (2000) a FCmáx. determinada dessa maneira, espera-se um desvio-padrão ao redor de 10 batimentos/minuto. Segundo Cooper et al., (1977) e Hakki et al. (1983), em decorrência da variabilidade da FCmáx. para a idade, utilizando a formula descrita anteriormente, espera-se um desvio de 12 batimentos/minuto.

Além de a freqüência cardíaca ser utilizada como meio de controlar a intensidade do esforço, ela também pode ser utilizada para controlar o tempo de descanso entre as séries, principalmente quando o treinamento é desenvolvido utilizando o método “Interval trainning”.

Segundo Godik (1996), a freqüência cardíaca como parâmetro de esforço, controla a carga do treinamento. Um atleta monitorado pela freqüência cardíaca, fornece informações ao preparador físico, para verificar se as reações fisiológicas, ou as exigências físicas aplicadas durante o treinamento, são compatíveis com as características da competição. Esses dados permitem aumentar ou diminuir a carga do treinamento. A freqüência cardíaca, mais a descrição das atividades competitivas, são dados que fornecem informações preciosas ao técnico ou treinador, sobre as características energéticas do futebolista. Gomes, Suslov e Nikitunskin (1995) apresentam dados em que se podem observar variações na freqüência cardíaca, de acordo com o nível de carga a que está sendo submetido o atleta.

Para Zakharov (1992), a utilização da freqüência cardíaca como índice de intensidade é valido mais para atividades aeróbias, sendo o teste de teor de lactato no sangue, um índice mais objetivo para as atividades anaeróbias. Mas o autor não descarta a utilização da freqüência cardíaca como meio de controle da intensidade do exercício, ligando-a a outros índices como: velocidade de deslocamento, duração do trabalho etc.

Em um estudo desenvolvido no Brasil, Da Silva e Rodriguez-Añez, (2007) relatam que os árbitros de futebol apresentam uma freqüência cardíaca durante o jogo que varia entre 90 e 182 batimentos por minuto (bpm). Na observação das filmagens, nota-se que os momentos de maior freqüência cardíaca (picos) foram obtidos após o árbitro ter realizado corridas rápidas (sprint). A freqüência cardíaca média dos árbitros brasileiros foi de 141,5 bpm e a diferença entre os batimentos cardíacos mensurados no primeiro e no segundo período de jogo, não foram estatisticamente significativas.

O deslocamento médio do árbitro brasileiro de acordo com Da Silva e Rodrigues-Añez (1999) é de 9209 ï’± 629 metros durante a partida. Esses valores são compatíveis com os valores médios encontrados por Catterall et al. (1993), no futebol inglês, e por Asami, Togari e Ohashi (1988), no futebol japonês. Esses autores descrevem um deslocamento médio de 9380 ï’± 707 metros e 9736 ï’± 1077 metros respectivamente. Valores similares foram encontrados por Johnston e Mcnaughton (1994), os quais afirmam que em média um árbitro desloca 9408 ï’± 838 metros, enquanto Krustrup e Bangsbo (2001) descrevem que em média o árbitro dinamarquês desloca 10070-013 metros.

De acordo com Da Silva e Rodrigues-Añez (1999), os árbitros brasileiros deslocam-se muito, caminhando, os árbitros europeus deslocam-se mais, correndo. Isso poderia justificar a freqüência cardíaca menor, encontrada nesses estudos. As variações na freqüência cardíaca ocorreram em função das cinco formas de deslocamentos intercalados muitas vezes por períodos de tempo onde o árbitro fica parado (caminhada, trote, deslocamentos de costa, corrida e sprint) que se observam nos árbitros durante a partida (Da SILVA e RODRIGUEZ-AÑEZ, 1999; CATTERAL et al., 1993; JOHNSTON e McNAUGHTON, 1994; KRUSTRUP e BANGSBO, 2001). O esforço cardiovascular não parece ser acentuado nas finais do campeonato internacional, já que em um estudo publicado por Helsen e Bultynck (2004) monitorando árbitros de alto nível no campeonato da UEFA de 2000, registrou batimentos cardíacos médios de 155 bpm ao longo dos jogos.

Um grupo de cinco árbitros brasileiros constituiu uma subamostra que foi submetida a um teste de VO2 (espirometria) em que foi possível determinar o limiar anaeróbico e a freqüência cardíaca máxima (Da SILVA e RODRIGUES-AÑEZ, 2007). Os árbitros submetidos a esse teste apresentaram uma freqüência cardíaca máxima (FCmáx.), em média, de 193 bpm, e o limiar anaeróbico era atingido quando a freqüência cardíaca era em media de 176 bpm.

Analisando os resultados obtidos durante o teste de laboratório, bem com os mensurados durante os jogos, pode-se concluir que a atividade física do árbitro de futebol, corresponde à de uma atividade física predominantemente aeróbica, devido ao fato de a freqüência cardíaca dele, durante a partida, ser em média de 141,1 bpm, isto é, 20% mais baixa que a freqüência cardíaca do limiar anaeróbico. Outro parâmetro que reforça essa afirmativa, é, o fato da freqüência cardíaca média do árbitro durante a partida, corresponder a 70% da freqüência cardíaca máxima. Esta intensidade (percentagem), segundo Pollock e Wilmore (1993), corresponde à de uma atividade física de moderada intensidade. Catterall et al., (1993) relatam que os árbitros ingleses atingem uma freqüência cardíaca de até 200 batimentos por minutos (bpm), 0,09% maior que do árbitro brasileiro.

A média da freqüência cardíaca encontrada nos árbitros brasileiros durante o jogo contrapõe a média de 165 bpm descrita por Catterall et al., (1993), de 163 bpm, encontrada por Johnston e Mcnaughton (1994) e a média de 162 bpm descrita por Krustrup e Bangsbo (2001). Catterall et al., (1993), Johnston e Mcnaughton (1994), Krustrup e Bangsbo (2001) afirmam também não haver encontrado diferenças significativas entre os dois períodos de jogo.

Como o árbitro apresenta, durante a partida, alguns picos de freqüência cardíaca por volta de até 182 batimentos por minuto, contra 200 pulsações descritas por Catterall et al., (1993), ou seja, uma freqüência cardíaca superior à do limiar anaeróbico, observou-se que, em determinados momentos, a atividade física do árbitro pode ser considerada mista, isto é, aeróbica por excelência, mas com períodos anaeróbicos. Mesmo Catterall et al., (1993), Johnston e Mcnaughton (1994) descrevendo uma atividade física com intensidade superior à encontrada na pesquisa com árbitros brasileiros, suas conclusões não divergem dos resultados obtidos com os árbitros brasileiros, principalmente no que diz respeito ao fato de a atividade física do árbitro de futebol ser predominantemente aeróbica, apresentando apenas pequenos períodos anaeróbicos.

Catterall et al., (1993), Johnston e Mcnaughton (1994) determinaram a freqüência cardíaca máxima dos árbitros estudados de uma forma indireta, utilizando a fórmula (220-idade). Johnston e Mcnaughton (1994), Krustrup e Bangsbo (2001) afirmam que, na maior parte do jogo, os árbitros trabalham com a freqüência cardíaca que corresponde a 85% da freqüência cardíaca máxima. Já a intensidade da atividade física dos árbitros ingleses durante o jogo, descrita por Catterall et al., (1993), chega a 95% da freqüência cardíaca máxima. Portanto a atividade dos árbitros europeus no transcorrer de uma partida, é mais intensa que a dos árbitros brasileiros.

A metodologia utilizada por esses autores, para a mensuração da FCmáx. foi diferente da metodologia clássica utilizada com os árbitros brasileiros (análise de gases). Johnston e Mcnaughton (1994), Catterall et al. (1993) determinaram a FCmáx. dos árbitros de forma indireta, utilizando a formula 220 – Idade. Embora essa regra ainda seja usada em muitos livros e programas de treinamento, seu uso para calcular taxas de trabalho e para criar metas individuais deve ser questionado, pelo menos para esse grupo de idade em especial (HELSEN e BULTYNCK, 2004). Como foi mostrada por Shephard (1987), a fórmula que usa a correção de idade num batimento máximo estimado pode exagerar o efeito da idade.

No Brasil, no ano de 1998, durante as finais do campeonato Paranaense, foi desenvolvido um estudo que determinou a freqüência cardíaca máxima utilizando também a formula 220 – Idade (ROMAN et al., 2004). A freqüência cardíaca média dos árbitros no transcorrer do jogo foi de 156 bpm, sendo que, a média da freqüência cardíaca máxima foi de 179 bpm. Assim sendo, com a FCmáx. estimada foi de 185 bpm, a FCmáx, do árbitro durante o jogo correspondeu a 96% da estimada. Contudo, a intensidade média da atividade física do árbitro correspondeu a 84% da FCmáx.

Em um estudo envolvendo árbitros italianos, foi constatado que a freqüência cardíaca durante o jogo, chegava próximo aos 89 % FCmáx. (D´OTTAVIO e CASTAGNA, 2001). Segundo esses autores a freqüência cardíaca média dos árbitros foi de 163 bpm, não sendo encontrado diferença estatisticamente significativa entre os dois períodos de jogo. Os índices de freqüência cardíaca atingidos pelos árbitros de futebol, sugerem que o estresse cardiovascular deles, é frequentemente maior do que o observado nos jogadores de nível semelhante. Sendo assim, é provável que, em determinadas partidas, dependendo da intensidade do jogo experimentada pelos árbitros em jogos de alto nível, a tomada de decisão poderia ser afetada de forma negativa (D´OTTAVIO e CASTAGNA, 2001).

Os árbitros dinamarqueses apresentaram uma freqüência cardíaca que variou de 150 – 170 bpm, em 56% do tempo total, e acima de 170 bpm por 27 do tempo total. Os batimentos cardíacos excederam 90% da máxima por mais de 25 minutos. A taxa mais alta da freqüência cardíaca observada foi de 196 bpm (KRUSTRUP e BANGSBO, 2001). O valor médio da freqüência cardíaca encontrado em um estudo envolvendo árbitros portugueses foi de 150 bpm. Contudo, o valor médio da FCmáx. atingida pelos árbitros durante o jogo foi 176 bpm, o que corresponderia a 82% da FCmáx estimada (REBELO et al., 2002).

De acordo com psicólogo Kirschen, citado por Eissmann (1996), dependendo do tipo de falta que o árbitro assinala durante uma partida, ela afeta seu estado emocional, causando alterações no ritmo cardíaco. Ao analisar os teipes, não foi encontrado nenhum fator que pudesse sustentar essa afirmação, isto é, de que o fator emocional interferiu ou interfere na freqüência cardíaca do árbitro durante o jogo, pois as alterações na freqüência cardíaca observadas, ocorreram após o árbitro executar uma corrida rápida (pique), ou qualquer outra forma de deslocamento. No momento que ele estava parado e intervinha na partida, não se observou nenhuma alteração na freqüência cardíaca (Da SILVA e RODRIGUES-AÑEZ, 2007). Como a tensão mental pode elevar os batimentos cardíacos pela liberação de hormônios, tais como, adrenalina e noradrenalina, a experiência do árbitro também pode ter um impacto nas respostas dos batimentos cardíacos durante as partidas, uma vez que a tensão psicológica pode ser reduzida na medida em que os árbitros adquiram mais experiência (WILKINS et al., 1999).

Alguns estudos afirmam que os árbitros de futebol são, em média, 10 a 15 anos mais velhos que os jogadores de elite desse esporte, sendo que a idade teria efeito negativo na performance física (CATTERALL et al., 1993; WESTON et al., 2004; HELSEN e BULTYNCK, 2004) portanto os árbitros brasileiros estudados não fugiram a esta regra. O árbitro de futebol credenciado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), tende a apresentar uma idade superior à dos jogadores de futebol, isto porque, antes de atuar em nível nacional, ele deve atuar no seu Estado, onde é avaliado e adquire experiência. Mesmo sendo a intensidade da atividade física do árbitro considerada moderada, aconselha-se a que ele se prepare de forma adequada, conforme sugerido por Da Silva e Rodriguez-Añez (1999), Da Silva e Romero (2004), Rebelo et al. (2002) caso contrário, pode ter sua atuação durante o jogo prejudicada pelo cansaço físico.

Apesar das ações motoras de alta intensidade estarem presentes em uma porcentagem tão baixa durante a partida, são essas desenvolvidas pelos árbitros nos momentos decisivos da partida, ou seja, quando uma equipe sai em contra ataque, após um lançamento. Portanto, no momento que pode ocorrer um gol ou ser marcado um pênalti, o árbitro esta se deslocando em alta velocidade. A relação das atividades de alta e baixa intensidade é de aproximadamente 1:7, o que significa que uma atividade de alta intensidade ocorre a cada 7 atividades de baixa (Da Silva 2007). Assim sendo, durante o treinamento físico, os exercícios de potencia e velocidade, são imprescindíveis, ou seja, atividades aeróbicas e anaeróbicas devem compor o programa de treinamento do árbitro de futebol.

Bibliografia

Asami, T.; Togari, H.; Ohashi, J. Analysis of movement patterns of referees during soccer matches. In: Reilly, T. Lees, A. Davids, K. Murphy, W.J. eds. Sciense and Footboll.London, E& E N. Spon, 341-345, 1988.
Catterall, C.; Reilly, T.; Atkinson, G.; Coldwells, A. Analysis of the work rates and heart rates of association football referees. Br. J. Sp. Med., 27(3):193-196, 1993.
Cooper, K. H.; Purdy, J. G.; White, S. R.; Pollock, M. L.; Linnerud, A. C. Age-fitness ajusted maximal heart rates. In: Brunner, D. JOKL, E. Medicine ande Sport, Vol. 10. The role of exercise in internal mecidine basel. S. Karger. 78-88, 1977.
Da Silva, A. I.; Rodriguez-Añez, C. R. Ações motoras do árbitro de futebol durante a partida. Treinamento desportivo. Londrina : Editora Treinamento Desportivo, Vol. 4 nº 2. p 5 – 11. 1999.
Da Silva, A. I. Reposição hídrica e gasto energético do árbitro de futebol no transcorrer da partida. Tese de Doutorado. Curitiba. UFPR. 2007.
Da Silva, A. I.; Rodriguez-Anez, C. R. Resposta cardíaca da atividade física do árbitro de futebol durante a partida. Cadernos Camilliani. Espirito Santo, v. 8, p. 83-90, 2007.
Da Silva, A. I.; Romero, E. F. Preparación física del árbitro de fútbol utilizando ejercicios de atletismo. Rev. Ciências do movimento humano, São Paulo: Centro Universitário – UniFMU. 2004; ano 5, nº. 1, p. 32-39.
D’Ottavio, S. Castagna, C. Physiological load imposed on elite soccer referees during actual match play. Journal of Sports Medicine and Physiological Fitness. Mar; 27-32, 2001.
Hakki, A.; Hare, T. W.; Iskandrian, A. S.; Lowenthal, D. T.; Segal, B. L. Prediction of maximal heart rates in men and women. Cardiovasc. Ver. Rep. 4: 997-999, 1983.
Helsen, W.; Bultynck, J.B. Physical and perceptual-cognitive demands of top-class refereeing in association football. Journal of Sports Sciences. 22, 179-189, 2004.
Eissmann, H. J. El árbitro de futebol. Madrid: Editorial Gymnos, 1996.
Foss, M. L.; Keteyian, S. J. Fox, Bases fisiológicas do exercício e do esporte. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000.
Friedman, Z. Klein, K. What are the physical activities of a soccer referee on the field. Soccer Journal 33 (4), 35 – 37, 1988.
Godik, M. A. Futebol: preparação dos futebolistas de alto nível. Londrina: Grupo Palestra Sport, 1996.
Gomes, A. C.; Suslov, F. P.; Nikitunskin, V. G. Atletismo: preparação de corredores juvenis nas provas de meio fundo. Londrina – PR: CID, 1995.
Johnston, L.; Mcnaughton, L. The physiological requirements of soccer refereeing. Aust; J Sci Med Sport, 26 (3-4): 67-72, 1994.
Krustrup, P.; Bangsbo, J. Physiological demands of top-class soccer refereeing in relation to physical capacity: effect of intense intermittent exercise training. Journal of Sports Sciences; 19, 881-891, 2001.
Mcardle. W. D.; Katch, F. I;. Katch, V. L. Fisiologia do exercício. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1998.
Pollock, M. L.; Wilmore, J. H. Exercício na saúde e na doença. 2ª ed. São Paulo: Medsi,1993
Powers, S. K.; Howley, E. T. Fisiologia do exercício. 3ª ed. São Paulo: Manole, 2000.
Rebelo, A.; Silva, S.; Pereira, N.; Soares, J. Stress físico do árbitro de futebol no jogo. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto. Portugal. Universidade do Porto. Vol. 2, nº 5 p.24-30. 2002.
Roman, E. R. Arruda, M. Gasperin, C. E. B. Fernandez, R. P. Da Silva, A. I. Estudo da desidratação, intensidade da atividade física e distância percorrida pelo árbitro de futebol durante a partida. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício. Rio de Janeiro, 3 (2) 160-171, 2004.
Steele, J. Chad, K. An analysis of the movement patterms of netball players during match play: Implications for designing training programs. Sports Coach 15 (1), 21 – 28, 1992.
Shephard, R.J. Physical Activity and Aging, 2nd edn. London: Croom Helm, 1987.
Zakharov, A. Ciência do treinamento desportivo. Rio de Janeiro: Grupo palestra Sport, 1992.
Weston, M.; Helsen, W.; Macmahon, C.; Kirkendall, D. The impact of specific high-intensity training sessions on football referees’ fitness levels. The American Journal of Sports Medicine, Vol. 32, n.º 1 suppl. 54s-61s, 2004.
Wilkins HA, Petersen SR, Quinney HA. Time-motion analysis of and heart rate responses to amateur ice hockey officiating. Can J Sports Sci. 16(4):302-7, 1999.

* Grupo de Pesquisa em Árbitro de Futebol (GPAF) da Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG
albertoinacio@bol.com.br
 

Comentários

Deixe uma resposta