Treinamento funcional: o movimento do corpo tratado como um todo

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Após contra-ataque em velocidade, o capitão do seu time juvenil tem um estiramento na panturrilha e tem que abandonar o time nos dez minutos finais do campeonato. O time sente a falta do mesmo, sofre um gol e perde o campeonato.
Qual professor ou técnico nunca se deparou com tal contratempo? Como e o que podemos fazer para tentar evitar ou minimizar tais fatalidades? O que faltou para este jogador, fortalecer ou alongar? Como garantir a integridade física do jogador novato ou do profissional, evitando que o mesmo entre num ciclo de lesões que na maioria das vezes migram pelo corpo do atleta, forçando o encerramento de uma carreira promissora, antes mesmo de chegar no ápice do seu vigor físico?
Para entender um pouco melhor, vamos voltar no tempo e recapitular as mudanças que a preparação física dos atletas sofreu nos últimos anos. Há aproximadamente 30 anos atrás, a preparação neuromuscular de várias modalidades esportivas eram focadas em treinamento resistidos onde acreditávamos que exercícios de cadeira adutora, leg horizontal, cadeira extensora e mais alguns aparelhos normais em academias eram suficientes para preparar a musculatura, assegurando músculos fortes, resistentes e velozes.
Próximo ao ano 2002, começamos a ver no Brasil o início de rumores sobre a prática de atividades onde se colocava o indivíduo para realizar determinados movimentos em situações onde não pensávamos em trabalhar este ou aquele músculo, mais sim utilizávamos o corpo como um todo, com exercícios mais complexos, onde o core e a propriocepção articular eram sempre solicitados com enfoque em movimentações que simulassem os gestos esportivos específicos de cada modalidade. Este tipo de treinamento com o nome de treinamento funcional rapidamente cresceu pelo país propiciando respostas positivas, motivando e levando a pensar no movimento como um todo e não mais em partes.
Para ler o artigo na íntegra, basta clicar aqui

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