Uma análise do jogo final da Liga dos Campeões da Europa 08/09

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O jogo da final da Champions League 08/09, entre Barcelona e Manchester United, foi marcado por muita velocidade, transições intensas, passes rápidos e um “combate” entre formas distintas do “jogar”, que fez emergir dinâmicas de confronto muito interessantes dentro do jogo.

O Barcelona investiu no seu habitual jogo apoiado, com grande volume de passes (505 no total – com 17.6% desses sendo longos), busca rápida pela recuperação da posse da bola e manutenção da bola em proximidades de sua meta ofensiva.

O Manchester United, por outro lado, apesar de ter começado o jogo conseguindo impor sua forma de jogar, logo teve suas ações controladas. Equilibrou a manutenção da posse da bola (49% de posse contra 51% do adversário), mas não traduziu esse equilíbrio em eficiência de jogo (nem no ataque, nem na defesa). Errou muitos passes tentando jogar de forma apoiada e acabou investindo em um jogo de bolas longas que também não conseguiu ser eficiente.

De forma geral, foi um jogo de alto nível organizacional, em um confronto tático no qual o modelo da equipe do Barcelona sobressaiu ao do Manchester United, mostrando-se mais consistente e adequado ao jogar adversário e ao jogo.

Na sequência, o Relatório Alfa, do Ciefut, sobre os modelos de jogo das equipes, observados na partida final do principal torneio de clubes do mundo, disputada nesta temporada em Roma.

Para ter acesso ao relatório completo, clique aqui.

 

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