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Há um mês recebi o texto abaixo de uma amiga e achei 10! Na época mandei para os amigos mais próximos e alertei o pessoal que valia a pena lerem com carinho e atenção.

Ao ver o material, pensei o quanto é importante aproveitar os acontecimentos do dia a dia, ver o quanto eles são úteis para o nosso próprio crescimento, fazendo isso ao invés de ficar resmungando pelos cantos sobre o que aconteceu. A conclusão é que tal atitude é muito mais saudável.

Neste fim de semana, assisti à Fórmula 1, vi os jogos do Brasileirão, e notei um fato comum. Depois da corrida, vi o Felipe Massa reclamando do Hamilton – na televisão e com o próprio piloto, de forma bruta, agressiva. Vi também a entrevista do Felipão, reclamando de tudo e de todos, falando que tinha vergonha do resultado, que não sabia o que seus jogadores tinham, e blá blá blá. Sobrou para todo mundo!

Citei esses dois casos, mas tiveram, só no último sábado e domingo, vários outros. E não estou criticando o Massa ou o Felipão, eles tinham suas razões para se exaltarem e digo mais, tinham razão em vários pontos. E se pararem para pensar, notarão que no cotidiano de vocês também aconteceu algo parecido. Você mesmo, ou alguém próximo, relcamou de algo que não aconteceu da forma como esperava. E com certeza vocês tinham razão em vários acontecimentos.

Mas o ponto é outro, e a reflexão que convido a fazer é: vale a pena reclamar, ficar resmungando pelos cantos? Avaliar se isso muda algo na sua vida, avaliar se ao invés de reclamar, a ação for refletir sobre o que houve – que não pode ser mais mudado – e como isso pode servir de ensinamento para o futuro. Verificar se, agindo assim, pensando no que podia ser feito diferente, não é melhor para o seu bem e para o bem de todos que vivem o dia a dia com você, seja em casa, no clube, na empresa. Afinal, ninguém consegue mudar o passado, e como diz o ditado: a flecha atirada não retorna ao arco!

Por isso, da mesma forma que encaminhei o e-mail para o meu grupo de amigos, encaminho agora para vocês alguns trechos e peço que façam uma reflexão sobre o assunto. Pensem se vale reclamar de tudo e de todos no lugar de agir.

O texto é este:

“Outro dia, tive o privilégio de fazer algo que adoro: fui almoçar com um amigo, hoje chegando perto de seus 70 anos. Gosto disso. São raras as chances que temos de escutar suas histórias e absorver um pouco de sabedoria das pessoas que já passaram por grandes experiências nesta vida.

Depois de um almoço longo, no qual falamos bem pouco de negócios, mas muito sobre a vida, ele me perguntou sobre meus negócios. Contei um pouco do que estava fazendo e meio sem querer, disse a ele:

Pois é! Empresário, hoje, tem de matar um leão por dia.

Sua resposta, rápida e afiada, foi sabia como de costume:

Não mate seu leão. Você deveria mesmo era cuidar dele.

Fiquei surpreso com a resposta e ele provavelmente deve ter notado minha surpresa, pois me disse: ‘deixe-me lhe contar uma história que quero compartilhar com você’.

Segue, mais ou menos, o que consegui lembrar da conversa:

Existe um ditado popular antigo que diz que temos de ‘matar um leão por dia’. E por muitos anos, eu acreditei nisso, e acordava todos os dias querendo encontrar o tal leão. A vida foi passando e muitas vezes me vi repetindo essa frase.

Quando cheguei aos 50 anos, meus negócios já tinham crescido e precisava trabalhar um pouco menos, mas sempre me lembrava do tal leão, afinal, quem não se preocupa quando tem de matar um deles por dia?

Pois bem. Cheguei aos meus 60 e decidi que era hora de meus filhos começarem a tocar a firma. Mas qual não foi minha surpresa ao ver que nenhum dos três estava preparado! A cada desafio que enfrentavam, parecia que iam desmoronar emocionalmente. Para minha tristeza, tive de voltar à frente dos negócios, até conseguir contratar alguém, que hoje é nosso diretor-geral.

Este ‘fracasso’ me fez pensar muito. O que fiz de errado no meu plano de sucessão?

Hoje, do alto dos meus quase 70 anos, eu tenho uma suspeita: a culpa foi do leão.

Novamente, eu fiz cara de surpreso. O que o leão tinha a ver com a história? Ele, olhando para o horizonte, como que tentando buscar um passado distante, me disse:

É. Pode ser que a culpa não seja cem por cento do leão, mas fica mais fácil justificar dessa forma. Porque, desde quando meus filhos eram pequenos, dei tudo para eles. Uma educação excelente, oportunidade de morar no exterior, estágio em empresas de amigos. Mas, ao dar tudo a eles, esqueci-me de dar um leão para cada, que era o mais importante.

Meu jovem, aprendi que somos o resultado de nossos desafios. Com grandes desafios, nos tornamos grandes. Com pequenos desafios, nos tornamos pequenos. Aprendi que, quanto mais bravo o leão, mais gratos temos de ser.

Por isso, aprendi a não só respeitar o leão, mas a admirá-lo e a gostar dele. Que a metáfora é importante, mas errônea: não devemos matar um leão por dia, mas sim cuidar do nosso. Porque o dia em que o leão, em nossas vidas morrer, começamos a morrer junto com ele.

Depois daquele dia, decidi aprender a amar o meu leão. E o que eram desafios se tornaram oportunidades para crescer, ser mais forte, e ‘me virar’ nesta selva em que vivemos”.

É isso, pessoal! Reflitam e vejam a melhor opção para o seu dia a dia, para serem ainda mais felizes!

Agora, intervalo, vamos aos vestiários e nos vemos na próxima semana!

Abraços a todos!

Para interagir com o autor: ctegon@universidadedofutebol.com.br

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