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Quando os atletas em geral passam por insucessos ou provações na carreira, em muitos casos acabam paralisados e deixam o medo impedir seu desenvolvimento.

Errar faze parte do processo de aprendizagem humana e quando os atletas evitam correr riscos por medo de cometer erros estão matando sua criatividade e seu talento natural para a prática esportiva, podendo tornarem-se improdutivos.

Sem que o atleta perceba, a preocupação constante com a possibilidade do fracasso o fará cometer mais erros ainda e com isso sentir-se culpado com esse processo. Aceitar o erro é o primeiro passo para evoluir, reconhecer que algo não está indo bem faz com que o atleta deixe de lado o coitadismo e contribui para que ele perceba que o erro não é ele próprio.

Atualmente a síndrome do coitadismo atinge uma grande fatia da população e pode ser definida como a incapacidade do ser humano de tomar o rumo de sua vida e buscar a realização de seus objetivos. Com os atletas o mesmo acontece e muitos ficam na zona de conforto do o insucesso, culpando tudo e a todos ao redor para justificar sua dificuldade em reconhecer que precisa e de que pode evoluir.

“A persistência é o que torna possível o impossível; o possível, provável e o provável seguro.” – Robert Half

É importante para todo atleta buscar novas oportunidades para superar os seus obstáculos do dia a dia. É importante compreender que a cada dia em que o atleta começa uma nova tarefa profissional, este torna-se um momento de encarar como uma oportunidade de começar de novo. Novos resultados são construídos com novos comportamentos, o que ficou no passado deve servir de aprendizado e não de escravidão emocional.

Um bom exemplo de como cada nova tentativa é um recomeço pode-se observar na história dos autores do livro “Histórias para aquecer o coração”, eles apresentaram seu livro em 130 editoras e em todas obtiveram a mesma resposta: NÃO! Porém insistiram no seu objetivo e conseguiram, na tentativa de número 131 eles obtiveram a resposta SIM. Este exemplo nos mostra que sempre há um recomeço em nossas vidas e os atletas podem e devem estar atentos a isso. Não renunciar aos seus objetivos é o ponto fundamental para manter seu foco e persistência na busca por seus melhores resultados.

Por parte dos demais profissionais envolvidos no ambiente profissional dos atletas, cabe o exercício do estímulo constante ao aperfeiçoamento dos comportamentos para que com isso os atletas possam perceber a existência de um ambiente de confiança, que facilite ao atleta o aprendizado através do reforço dos acertos e do ajuste e desenvolvimento com os seus próprios erros. Assim o atleta tem maior possibilidade em ser realmente protagonista ou “titular” de sua própria carreira profissional e vida pessoal.

Vamos nos permitir errar? Talvez não seja tão ruim quanto parece, pois poderão haver muitos aprendizados escondidos por trás dos nossos erros. 

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