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A luta contra a fome

Caros amigos da Universidade do Futebol,

Estamos chegando próximo das festas de final de ano, e com elas, o sentimento de solidariedade e de esperança de termos um mundo melhor.

O futebol é parte integrante da luta por esse ideal. Falamos muito aqui na função social desse esporte, que é o mais popular do mundo e movimenta uma riqueza inestimável todos os anos.

Não só o povo precisa do futebol, como também o futebol precisa do povo. E, portanto, um deve cuidar do outro. As entidades que governam o futebol têm enorme responsabilidade por exercer a função social do esporte e promover, por meio dele, dentre outras coisas, a inclusão social, a luta contra a pobreza, e a luta contra a fome.

A FAO, agência da ONU para o alimento e agricultura, divulgou recente número que atesta que mais de um bilhão de pessoas sofrem de fome e desnutrição ao redor do mundo. Muitas vezes, é difícil de visualizar uma forma de ajudarmos essas pessoas (é mais fácil entender que a responsabilidade são dos governantes, ou como dizia o compositor baiano Raul Seixas, “é sempre mais fácil achar que a culpa é do outro”).

É nessa medida que as entidades do futebol podem promover ações coletivas, grandes parcerias para que um simples jogo de futebol profissional possa representar, também, um prato a mais de alimento para uma pessoa carente.

Vamos nos unir no espírito natalino e pensar em grandes projetos contra a fome para o próximo ano.

Para interagir com o autor: megale@universidadedofutebol.com.br

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A função social do futebol

Caros amigos da Universidade do Futebol,

Tivemos novamente no futebol notícias com relação a comportamentos não desejáveis entre jogadores profissionais no Brasil. Os jornais de hoje estampam a possível agressão verbal que teria sido feita pelo atacante argentino Maxi López, do Grêmio, contra o zagueiro brasileiro Elicarlos, do Cruzeiro.

Evidentemente, atitudes de desrespeito, e eventualmente criminosas como aquelas envolvendo racismo, são indesejáveis em qualquer parte. No futebol, em especial, isso se agrava pelo fato de termos nesse jogo uma função social importante.

Como mencionamos exaustivamente neste espaço, o futebol cumpre um papel crucial no desenvolvimento de comunidades, na formação de jovens cidadãos e na reinserção social de comunidades menos favorecidas. 

Não só através da participação ativa da população no jogo em si, como também no seu envolvimento como espectadores. O futebol leva a alegria para milhares de torcedores apaixonados.

Esse poder, entretanto, pode ter um efeito negativo. Condutas impróprias dos ídolos podem acarretar em uma má influência nos milhares de fãs.

É assim que o jogador de futebol possui uma grande responsabilidade social. O jogador é, em última análise, a ponte entre o esporte e o torcedor. Entre os princípios de fair play, respeito ao adversário, etc. e os valores do dia-a-dia de uma sociedade.

Tratando-se de o esporte mais popular da face da Terra, essa responsabilidade é evidentemente potencializada. E tratando-se do Brasil, o país do futebol, temos uma potencialização ao quadrado.

Nessa medida, temos que apurar sempre os atos dos jogadores, e punir severamente aqueles que forem comprovadamente danosos a essa imagem positiva do futebol. Temos que garantir que o futebol seja sempre uma forma de transformar nossos jovens em pessoas que valorizam os valores éticos e morais. E que sejam cada vez melhores cidadãos.

E que o racismo não tenha mais espaço neste mundo. E que exemplos como o da torcida da África do Sul sejam utilizados. Como foi bonito ver aquela multidão de sulafricanos, a grande maioria tendo sofrido com o apartheid, gritando o nome de seu ídolo, independente da sua cor e raça.

Vamos nos juntar ao coro: ¨Boooooooo¨!!!

Para interagir com o autor: megale@universidadedofutebol.com.br