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Não sei se todos os leitores já ouviram falar em meditação transcendental. Embora essas duas palavras possam no levar a conclusões precipitadas sobre algo místico, esotérico ou de caráter religioso, a verdade é que se trata de uma técnica mental simples, natural, feita sem esforço durante 15 ou 20 minutos diariamente e muito fácil de aprender.
 
Seus efeitos sobre o corpo enquanto um sistema complexo, bioenergético e de relação com o mundo, com a natureza, com a sociedade e consigo mesmo são cientificamente comprovados.
 
Pesquisas realizadas no início da década de 70 já demonstravam que no estado de meditação ocorrem mudanças radicais no metabolismo e até nas ondas cerebrais. O interessante é que a experiência meditativa pode ser reproduzida e, portanto, seus resultados podem ser cientificamente mensurados.
 
Alguns estudiosos consideram a estado de consciência alcançado pelo exercício da meditação transcendental como um quarto estado de consciência. Os outros três são o estado desperto ou de vigília, o estado do sono e o estado do sonho profundo. Todos eles podem ser observados através de eletro encefalogramas, nos quais se percebe ondas cerebrais características e distintas.
 
Sonho em ver um dia essa técnica aplicada ao futebol. Phil Jackson, o famoso treinador do não menos famoso jogador de basquete Michel Jordan, já a adotava com seus atletas há pelo menos 10 anos.
 
Estudos sinalizam que muitas manifestações de criatividade e genialidade expressas na arte e no esporte são produzidas em estados de consciência semelhantes aos atingidos no estado meditativo. Vejo, portanto, para o bem do esporte, como muito promissoras as aproximações entre futebol e meditação transcendental.

Para interagir com o autor: medina@universidadedofutebol.com.br

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Fundador da Universidade do Futebol

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