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Assim que conquistou o direito de organizar a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016, o foco de notícias e investimentos voltou-se para o Brasil, principalmente em torno dos estádios e equipamentos que sediarão os eventos. No entanto, o país possui pouca experiência e é natural que busquemos exemplos internacionais como referência. Mas, também, nada nos impede que criemos nossa própria bagagem com novos experimentos, elaboração de novos estudos (acadêmicos e em testes nos estádios) mais adequados à nossa realidade social e, também, visando os valores culturais brasileiros – não o mero cumprimento dos requerimentos da Fifa.

É dessa forma que o Brasil ganha, não somente com a visibilidade internacional, mas com a evolução acadêmica, social, humana e urbana. No entanto, isso exige esforço de muitas partes.

Com a aproximação dos dois megaeventos, ambos por aqui, venho com esta coluna abordar temas relacionados aos mesmos, principalmente, considerando os estádios, sustentabilidade, técnicas e tecnologias novas, exemplos de sucesso e/ou fracasso em equipamentos esportivos e em eventos deste porte.

Como arquiteta e urbanista, pretendo mostrar um lado mais técnico e conceitos que foram ou poderiam ser usados na construção, reforma e uso desses “velhos recauchutados” ou jovens estádios que teremos para o nosso país. Com base nos questionamentos e notícias atuais, elaborarei textos que mostrarão, a fundo, argumentos que possam dar base a diversas opiniões, a novas discussões e debates, abrindo, assim, novas visões de fatos que são superficialmente tratados ou esquecidos pela mídia, pelo governo e pelos organizadores dos eventos.

Gostaria também, através deste espaço, levantar assuntos diversos buscando novas soluções para velhos problemas, como a segurança em estádios, por exemplo, baseando-me em setores da arquitetura raramente utilizados no Brasil – até mesmo mundialmente – e que, às vezes, são brevemente mencionados nas universidades.

Acredito que estes assuntos podem ser levados para muitos investimentos preparativos, levando benefícios a clubes grandes e pequenos, bem como às cidades envolvidas direta ou indiretamente com a realização dos eventos e outros setores da sociedade. Mostrarei, também, como o comportamento humano é parte fundamental nesse processo de adequação de nossos estádios.

Espero que agrade, não a todos, pois não pretendo formar opiniões, mas que esta coluna ajude a elaborar a sua própria visão. Se possível, peço os comentários dos leitores para que o debate se prolongue e a evolução seja, de fato, buscada.

Até a próxima semana!

Para interagir com o autor: lilian@universidadedofutebol.com.br
 
Leia mais:
Entrevista: Lilian de Oliveira, arquiteta e urbanista

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