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Todo fechamento de ciclo, que pelos cálculos do nosso calendário cristão compreende o curso de 365 dias, enseja a mudança e a entrada de novos tempos, uma renovação de energias, novos planos e expectativa de dias melhores. Fazemos também uma retrospectiva daquilo que realizamos, acertamos e erramos, como forma de refletir sobre práticas e atitudes.

Para o futebol, assistimos a aplicação mínima de conceitos de gestão que culminaram com resultados esportivos importantes, como foi o caso do ano vivido pelo Corinthians. É verdade que nem tudo é perfeito, até porque as ciências humanas não são exatas.

Mesmo assim, o fato sinaliza que o caminho rumo à profissionalização é sem volta e, os que não a fazem, hão de ter resultados esparsos e momentos de penúria sistemática, como o vivenciado pelo Palmeiras em 2012.

É óbvio também que não podemos analisar a boa ou má gestão pela simples análise de títulos, conquistas ou rebaixamentos. Existem bons projetos, dentro do contexto e tamanho de cada clube, que merecem destaque, como a redenção de um Coritiba, que dentro de suas limitações vem conseguindo manter uma lógica de investimento na área técnica de maneira linear.

E os “novos tempos” para o futebol brasileiro começaram no mês de dezembro, com a inauguração de três grandes obras que hão de marcar uma nova forma de apresentar o espetáculo esportivo no país: a Arena do Grêmio em Porto Alegre, o Castelão em Fortaleza e o Mineirão em Belo Horizonte.

Historicamente e cientificamente o “lugar” para a prática do esporte é tido como elemento de transformação e ponto de referência cultural para a população em vistas ao lazer e consumo do entretenimento. 2013 reserva a comprovação deste componente que por tanto tempo esteve negligenciado em nossos estádios.
 

Para interagir com o autor: geraldo@universidadedofutebol.com.br

 

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