Lá fora já perceberam o potencial do nosso mercado

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Com um título que já diz tudo para quem estuda minimamente o mercado esportivo local, mas significa pouca coisa para as entidades que o administram e promovem. Pelo menos é o que a prática nos mostra…

Em dois movimentos recentes, de duas modalidades distintas, evidencia-se cada vez mais a força que o mercado brasileiro possui. Ou melhor, o potencial de negócios que pode ser gerado por meio do mercado esportivo.

É isso o que o Barcelona está fazendo por meio de parceria com a Gillette.

É o que a NBA fez recentemente com um jogo que transcende o evento em si e se transforma em um projeto consistente da liga no Brasil, ao firmar, simultaneamente, uma parceria estratégica e de negócios com o Novo Basquete Brasil (NBB).

Ou seja, enquanto por aqui, tanto as empresas que patrocinam quanto as entidades que praticam ou administram o esporte teimam em reclamar da pequenez do mercado ou da falta de boas oportunidades para alavancar novos negócios. Já do lado de fora, começam a enxergar um mar de oportunidades entre os consumidores que estão há anos esperando entregas esportivas mais qualificadas para se entreter.

Precisamos parar de pensar e agir de forma tacanha em relação ao mercado consumidor de entretenimento esportivo no Brasil. Os projetos precisam sair da mesmice. O potencial que temos é gigantesco e precisa ser melhor explorado!

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