Categorias
Conteúdo Udof>Colunas|Sem categoria

Universidade do Futebol 17 anos – Da infância à adolescência

Com a consciência de sua adolescência em busca de maioridade, sempre acreditando na “transformação pelo conhecimento” e no firme propósito de contribuir com as necessárias “mudanças no futebol, inspirando mudanças na sociedade”, Universidade do Futebol completa neste sábado, dia 25 de julho de 2020, seu 17º ano de existência.

Lançada em 2003, esta instituição – com a inestimável participação e engajamento de seus colaboradores passados e atuais – tem procurado integrar toda a comunidade do futebol, oferecendo conhecimentos, atrações e oportunidades aos apreciadores e estudiosos desta modalidade esportiva, propiciando o livre acesso às informações e a democratização do conhecimento no futebol.

Durante todo este período, a Universidade do Futebol passou por algumas importantes fases de crescimento. Engatinhou, aprendeu a andar, alfabetizou-se e agora, adolescente, continua mais do que nunca disposta a aprender a jogar o jogo, principalmente, o jogo da vida, ciente de que esse jogo é cheio de desafios e que exige superação a cada dia.

Apesar de sua juventude, e a exemplo da imprevisibilidade de um jogo de futebol, adquiriu a noção das incertezas de um mundo cada vez mais impaciente e veloz em seus processos de transformação. Porém, não se intimida com isso. Pelo contrário, toma cada desafio como uma oportunidade de crescimento.

Este é o momento que a Universidade do Futebol vive hoje. Fundada em um tempo em que o seu ecossistema ainda desconfiava do papel do conhecimento científico e da educação à distância no futebol como forma de aprendizagem, atualmente celebra o movimento onde parece que ninguém mais dúvida que este é um dos caminhos mais seguros para nossa aprendizagem, capacitação e, consequentemente, à solução dos problemas que nos afligem.

A Universidade do Futebol, portanto, se sente preparada para encarar esses novos tempos. Mesmo neste período de crise sanitária e econômica em que mergulhou o Brasil e o mundo, entende que trata-se de um momento de muitas possibilidades para a humanidade. Mesmo diante de novas circunstâncias, procura entender as diversidades humanas e sociais, suas idiossincrasias, tentando a todo o momento superar os conflitos e as contradições presentes em nossa sociedade, ao mesmo tempo em que nela busca se impor e contribuir, marcando de forma indelével a sua presença.

Finalmente, a Universidade do Futebol, tem orgulho dos amigos e admiradores que fez ao longo desses 17 anos de vida. E procura valorizá-los e agradecê-los, sempre. Aprendeu desde cedo que é preciso primeiro plantar, regar, compartilhar, e depois colher e continuar compartilhando o que colheu, em um processo contínuo, retroalimentado.

E é assim que segue o seu caminho. Com a humildade de quem conhece as limitações humanas, mas ao mesmo tempo com a enorme convicção de que tem potencial para conquistar o respeito de todo mundo.

 

João Paulo S. Medina; Heloisa Rios; Rafael Lacerda

Sócios

Universidade do Futebol

 

Categorias
Imprensa|Conteúdo Udof>UdoF na Mídia

Presidente do Fortaleza defende protagonismo dos clubes

Para Marcelo Paz, a mudança nas regras de transmissão pode ser financeiramente benéfica para os clubes 

A Medida Provisória 984, editada pelo presidente Jair Bolsonaro, que altera principalmente regras de direitos de transmissão, é um passo importante nas mudanças em curso no futebol brasileiro. Para o presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, os clubes precisam ganhar protagonismo. “É questão conceitual, o torcedor vai para o estádio para ver o time, não vai para ver a Federação, não vai para ver arbitragem, ele vai pra ver o clube”, diz.

O texto da MP diz que passa a pertencer apenas ao clube mandante o direito de transmissão dos jogos sob seu mando. Atualmente, a lei prevê que o direito de arena pertence aos dois clubes envolvidos em cada partida.

Marcelo Paz defende a atuação em bloco com argumento matemático. “Individualmente você vai ter sempre a soma de 19 jogos. Pode ser o maior time do mundo, mas sozinho, ele só vai ter 19 jogos no modelo de Campeonato Brasileiro série A. Mas se ele se junta com mais três, são 45. E aí eu dou um exemplo matemático disso no modelo anterior à MP 984. Se você juntasse quatro times para negociar o direito, você só conseguiria vender 12 jogos, que eram os jogos entre esses times (ida e volta). No modelo pós MP, se você juntar quatro times são 76 jogos, então o direito passou a valer muito mais, você tem mais a oferecer quando você se junta em blocos”.

Quanto à situação dos clubes menores, Marcelo Paz exemplifica com o futebol espanhol. “Se Barcelona e Real Madrid disserem que são grandes e não vão negociar coletivamente, o Real Madrid vai ter 19 jogos para negociar e o Barcelona terá 19 jogos. Se os outros 18 times se juntarem, poderão dizer “nós vamos fechar um bloco aqui” quantos jogos esses times não vão ter para transmitir? Inclusive vão ter 18 jogos do Real Madrid e 18 do Barcelona, como visitante. Então é uma questão de inteligência, né? E de matemática também”, diz.

Confira a entrevista completa:

Categorias
Conteúdo Udof>FutTalks|Imprensa

Daniela Castro defende união dos setores para melhorar o esporte brasileiro

Confira a entrevista completa com a advogada no Fut Talks

Para Daniela Castro, sócia da Impacta Advocacy e diretora-executiva do Pacto pelo Esporte no Brasil, escândalos e má gestão no setor esportivo ainda afastam patrocinadores. “Há muitos CEOs, que quando você fala do esporte até demonstram interesse, mas ressaltam também o medo da parte da reputação e do compliance”, diz.

O Pacto pelo Esporte no Brasil, criado em 2015, é um acordo entre empresas patrocinadoras do esporte brasileiro para contribuir para a prática de governança, integridade e transparência do segmento. “O esporte não é uma prioridade nas políticas públicas e nem no setor privado, então entendemos o Pacto como um espaço para sensibilizar as empresas para o esporte”, diz.

Veja o bate-papo completo:

Categorias
Conteúdo Udof>FutTalks|Imprensa

Vasco da Gama aposta no Investimento na Base

Para o diretor de Futebol do Vasco, André Mazzuco, priorizar a formação de talentos é a saída financeira para os clubes brasileiros

Todos os anos clubes passam por dificuldades para segurar atletas ou para fazer novas contratações. Para o diretor de Futebol do Vasco da Gama, André Mazzuco, investir nas categorias de base garante ótimos resultados a médio e longo prazo.

“A categoria de base é a sustentação, não podemos recorrer a ela somente na crise, mas poucos clubes conseguem ter um trabalho sustentável”, diz.

Segundo Mazzuco, mais de 60% do plantel do Vasco é formado nas categorias de base. Aqui somos privilegiados porque temos um trabalho muito bem feito, contando com coordenadores metodológico e técnico e um processo de formação constante”, avalia.

Com a chegada da dificuldade financeira, a base costuma sofrer com os cortes, mas para o executivo, não faz sentido, porque é uma parte muito pequena do orçamento dos clubes. “O problema não está ali. O clube está atuando justamente onde pode estar a solução, onde você pode formar bons jogadores. Mais do que nunca, a base não pode ser a salvação. É onde nós temos que fomentar, investir e dar condições para que possamos desenvolver bons atletas”, diz.

Veja o bate-papo completo: