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Lesão do ligamento cruzado anterior

O ligamento cruzado anterior (LCA) é um dos ligamentos mais importantes para a estabilidade do joelho. Considerado um ligamento intra-articular, sua função primária é evitar que a tíbia se anteriorize em relação ao fêmur, e sua função secundária é a rotação interna e externa do joelho que não está sustentando carga.
Sua localização está sobre a superfície intercondilar anterior do platô tibial e corre obliquamente em uma direção posterior, superior e lateral para se inserir sobre a face medial do côndilo femoral lateral. É constituído por dois tipos de feixes: o anteromedial e o póstero-lateral.
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A mudança

O ano de 2015 poderá ser lembrado como o ano que as pessoas mais falaram em “mudança”. Da política ao esporte, o termo foi pauta em uma série de movimentos e debates Brasil afora. No futebol, uma série de análises e teses foram construídas a partir do famigerado 7 a 1, que, apesar de trágico, tem sido fundamental para repensarmos muitas das posições existentes no ambiente esportivo em geral.
É lógico que eu, assim como muitos profissionais ligados à indústria do esporte, quero e trabalho por mudanças. Mas nas minhas últimas reflexões, estou tendente a questionar: será que estamos fazendo isso da maneira mais adequada possível? As reivindicações estão de fato atingindo os objetivos que se deseja? Como fortalecer os ciclos de mudança?
Cada vez mais estou convencido que a tentativa de mudar de cima para baixo é inócua. Ela serve para fazer espuma e, muito por isso, tem baixa eficiência no processo de limpeza em geral. Na realidade, a escolha pela crítica aos grandes controladores de uma determinada área é, a bem da verdade, a forma mais confortável para se criticar, já que estes, mais das vezes, não são alcançáveis quando se está fora do sistema.
Para a nossa realidade, o que quero dizer é que, se queremos mudança de fato, é preciso antes começar na base do sistema esportivo, que para o caso do futebol são os clubes. Eles controlam 100% do sistema eleitoral – sim, são eles que votam nos presidentes de Federações que, por sua vez, formam o colégio eleitoral da Confederação, juntamente com os clubes das Séries A e B.
Em 1972, o professor Lamartine DaCosta concedeu uma entrevista ao jornal O Estado de São Paulo (21-setembro-1972), que deveria ser revisitada periodicamente por todos aqueles que buscam construir mudanças no sistema esportivo e na gestão do esporte no Brasil. À época, ele já relatava sobre o engessamento político das organizações esportivas, que respondia pela legislação de 1941. Em 1972 já falava que o sistema era antiquado para responder as demandas da época. Pois bem, passados mais de 40 anos, continuamos respondendo para a mesma legislação de Getúlio Vargas e temos o mesmo sistema esportivo, mesmo com a promulgação de uma diversidade de leis do esporte.
Desde sempre, a impressão que se tem é que a opinião pública bate em um inimigo que parece invencível, por mais estudos e evidências que se apresente. Einstein já dizia que “fazer as mesmas coisas, repetidas vezes, e esperar resultados diferentes é a mais pura insanidade”.
Embora o impacto da mudança, quando iniciado pelos clubes, seja menos veloz do que aquele que necessitamos, uma vez que se fragmenta o movimento, parece muito mais lógico por ser, inclusive, mais próximo daqueles que estão na linha de frente pela mudança, caracterizado principalmente pelo movimento dos atletas, que são figuras respeitadas pela opinião pública. Aliás, já teci diversos comentários sobre a importância do movimento de atletas para a conquista histórica de mudanças estruturais no sistema esportivo mundo afora. No Brasil e no mundo, atletas respeitados possuem um apreço e um poder inimaginável quando vinculados às instituições em que são eternamente lembrados como ídolos!
A mudança é fundamental para a sociedade. Nos faz pensar e evoluir em atitudes, por mais que os paradigmas reinantes pareçam os mais coerentes possíveis. No caso do futebol brasileiro, a ideia de lutar por mudanças é válida e a oportunidade do momento é espetacular para a conquista de um esporte mais sustentável e justo para todos. Talvez a forma é que precisa ser melhor repensada para que as reivindicações se concretizem efetivamente!

O texto de final de ano responde também ao fechamento de um ciclo meu dentro da Universidade do Futebol. Depois de pouco mais de 5 anos como colunista na área de gestão e marketing esportivo, me despeço para poder me dedicar melhor a outros projetos, também ligados ao ensino e à construção de conteúdos e novas propostas que visam o desenvolvimento do esporte no Brasil.
Agradeço imensamente a equipe da Universidade do Futebol pelo espaço e pela acolhida neste período em que dediquei semanalmente algum tempo para refletir sobre minhas posições e discorrer sobre as mais diversas questões ligadas ao mundo do futebol. Levo a experiência como um grande aprendizado!
Sigo à disposição dos leitores pelo geraldo.campestrini@camper81.com.br. Forte abraço a todos e que possamos colocar nossos ideais em prática a partir dos anos vindouros.
 

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Defesa à zona: roubar sem “correr”

No intuito de melhor compreender a complexidade do jogo de futebol, faz-se necessário segmentar o jogo em momentos (ofensivo, defensivo, transição ofensiva e transição defensiva). Dentre esta divisão, os momentos críticos do jogo estão nas transições (ofensiva e defensiva) e no momento defensivo. A equipe que está em transição defensiva e no momento defensivo não possui a bola, mas isso não significa invariavelmente que não tem o controle de jogo. Há a possibilidade de se ter o controle do jogo mesmo sem a bola. Controlar o jogo sem a posse de bola se caracteriza como uma estratégia extremamente complexa.

Defender ou atacar em coletivo (em transições ou momentos) não é pensar a mesma coisa em determinados e diversos momentos, mas pensar tendo os mesmos referenciais em determinados e diversos momentos – mesmo realizando ações de formas diferentes. Essa talvez possa ser a diferença entre a mecanização da organização e a complexidade da organização (diferença entre organização rígida e complexa)

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Defesa à zona: roubar sem "correr"

No intuito de melhor compreender a complexidade do jogo de futebol, faz-se necessário segmentar o jogo em momentos (ofensivo, defensivo, transição ofensiva e transição defensiva). Dentre esta divisão, os momentos críticos do jogo estão nas transições (ofensiva e defensiva) e no momento defensivo. A equipe que está em transição defensiva e no momento defensivo não possui a bola, mas isso não significa invariavelmente que não tem o controle de jogo. Há a possibilidade de se ter o controle do jogo mesmo sem a bola. Controlar o jogo sem a posse de bola se caracteriza como uma estratégia extremamente complexa.
Defender ou atacar em coletivo (em transições ou momentos) não é pensar a mesma coisa em determinados e diversos momentos, mas pensar tendo os mesmos referenciais em determinados e diversos momentos – mesmo realizando ações de formas diferentes. Essa talvez possa ser a diferença entre a mecanização da organização e a complexidade da organização (diferença entre organização rígida e complexa)
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O cenário ideal das categorias de base para os próximos anos

Há algum tempo o futebol brasileiro vive uma crise em todos as seus dimensões, são elas:  política, administrativa e técnica. Sem processos de gestão bem definidos e que tenham capacidade de integrar tais dimensões de acordo com as exigências atuais do mercado, vivemos de projetos e iniciativas isoladas que, como “conta-gotas”, tentam manter viva a esperança do país em retomar a hegemonia do futebol mundial.
Neste contexto de crise, tem sido cada vez mais comuns os comentários sobre a importância das categorias de base para os clubes. Os motivos são simples e seguem a premissa de qualquer prática organizacional: lucro e sustentabilidade. Lucro, pois em média, nos últimos anos, cerca de 15% das receitas dos principais clubes do país foram oriundas das transferências de jogadores (Somoggi, 2014), perdendo somente para as cotas de TV e patrocínio; e sustentabilidade, pois quem conseguir, ao longo do tempo, formar equipes competitivas com os “pratas da casa” adquirirá vantagem competitiva na seguinte combinação: equipe com menor custo, composta por atletas com maior potencial de venda e maior percentual de direitos econômicos do clube.
A construção desse processo, no entanto, passa, necessariamente, por uma prática ainda pouco considerada no futebol brasileiro, que é o investimento de longo prazo. Você já deve ter parado pra pensar que as equipes sub-11 espalhadas pelo país afora estão repletas de joias, brutas, prontas para serem lapidadas e, ao final de seu processo de formação, representarem bem o clube seja atuando na equipe principal, ou então, num clube do exterior. Vale considerarmos também os milhares de jovens garotos de 11, 12 e 13 anos, com talento, fora dos clubes de futebol, mas espalhados por diversas regiões do país, jogando futsal, futebol de areia, futebol society ou quaisquer jogo de bola com os pés, em várzeas ou competições amadoras, esperando, consciente ou inconscientemente, o olho clínico de um observador técnico.
Uma vez captados os talentos, uma tarefa que deve ser permanente, os clubes de futebol tem a missão de, a partir do investimento (e não despesa, como é considerado) estrutural, de tecnologia e de recursos humanos à serviço dos jogadores, potencializar o retorno financeiro, agregando valor a cada jogador ao longo de toda sua trajetória enquanto atleta do clube. Nos parágrafos seguintes serão debatidos alguns elementos que, sob o viés técnico, devem ser contemplados ao longo de um processo de formação. Esse processo, como a própria expressão sugere, visa moldar os futuros homens, jogadores ou não, de acordo com os valores (esportivos, morais, sociais e educacionais) da instituição.
Os atletas devem ser submetidos a um currículo que privilegie uma formação autônoma, criativa e que desperte elevados níveis de inteligência coletiva de jogo. Vale mencionar que a inteligência coletiva não abre mão ou coloca em segundo plano a individualidade; pelo contrário, pois, esta última, quando potencializada com significado coletivo, confere qualidades importantes ao sistema.
Existe um vasto repertório de conteúdos de treinamento que devem ser oferecidos aos atletas. Para exemplificar, podemos mencionar desde aspectos micro, como a capacidade técnica-decisória nas ações de domínio e passe, ou então, as ações de giro de pescoço (executadas com maestria por Toni Kroos, Xavi, Lampard, Iniesta, Thiago Alcântara)  para interpretar melhor ocupação de espaço e ação; até aspectos macro, como a capacidade de ser versátil e adaptável à diferentes sistemas e posições, bem como o domínio de ações coletivas complexas, como pressing, temporizações ou mobilidades com trocas de posição.
Para atingir a excelência e, mais do que isso, sustentá-la ao longo dos anos, transformando joias brutas (ou talentos) em pedras preciosas lapidadas (ou grandes jogadores de futebol), é indispensável uma equipe técnica de campo especializada. Tal equipe deve ser dotada das mais variadas competências, como: conhecimento científico, experiência prática como atleta, didática, liderança, conhecimento técnico específico da sua área de atuação, conhecimento técnico geral das outras áreas, conhecimento tecnológico, capacidade de inovação, de trabalho em equipe e de atualização permanente. Quanto mais competências cada membro da equipe possuir, mais qualificado serão os treinamentos dos jovens futebolistas.
Concomitante à formação técnica, é missão dos clubes que trabalham com categorias de base oferecerem uma formação integral, que é também (e não unicamente) esportiva. Sendo assim, não basta somente as comissões técnicas de campo serem altamente capacitadas mas também toda a equipe de trabalho interdisciplinar, composta por fisioterapeuta, médico, psicólogo, assistente social, nutricionista, fisiologista e pedagoga. Toda esta equipe deve estar em constante comunicação e interação com as comissões técnicas e cada atleta do clube. Do sub-11 ao sub-20, cada jogador pode ser devidamente monitorado através de indicadores de desempenho de cada departamento. Exemplificando, é preciso ser identificado o nível de competitividade de cada um dos jogadores, o percentual de gordura, os desvios posturais, bem como as condições sociais e familiares. Estas avaliações devem compor um Radar Individual do Atleta. A partir dele, fica evidente quais são os planos de ação necessários para cada um dos jogadores.
Vale mencionar também as condições estruturais de moradia, treinamento e alimentação. Moradias confortáveis (mesmo que simples), qualidade dos campos e dos materiais de trabalho e boas refeições compõem, somadas à qualidade do sono dos atletas, o treinamento invisível. Com grandes efeitos sociais e esportivos no longo prazo.
Foi discutido que a formação exclusivamente técnica já não é mais suficiente para formar jogadores que atendam às exigências atuais do mercado. Discutimos também que a composição de uma equipe de apoio interdisciplinar atuante pode maximizar o desenvolvimento dos jogadores, que devem receber condições estruturais, de treinamento e de alimentação ótimas. Podemos, então, afirmar que este cenário idealizado basta para o sucesso de um trabalho de formação?
A resposta é não!
Se voltarmos ao início do texto, sobre as três dimensões do futebol afirmaremos que todas as práticas supramencionadas dizem respeito à dimensão técnica da modalidade. Qualquer projeto da área técnica que não esteja devidamente vinculado às dimensões política e administrativa já inicia com os dias contados.
Por exemplo, um projeto administrativo de futebol que entende o poder estratégico das categorias de base sabe quando deve evitar uma contratação de risco na equipe principal para direcionar os recursos ao departamento de formação. Sabe, também, o momento de fazer a transição de uma jovem promessa para a equipe principal. Um projeto político de um clube de futebol, voltado aos interesses da instituição, tem diretrizes e processos bem definidos e executados mesmo que se altere o mandato.
Projetos políticos e administrativos desvinculados da área técnica tornam o que se passa nas categorias de base praticamente imperceptível. Um “crime”, contra o próprio patrimônio, se considerarmos o investimento realizado.
E agora você deve estar se perguntando se existe algum clube no Brasil que consegue desenvolver, da base ao profissional, um projeto devidamente alinhado nas três dimensões. Voltamos ao início do texto e o que podemos afirmar é que existem tentativas e iniciativas isoladas. Basta acompanhar os noticiários esportivos ou fazer um breve resgaste da memória e você se lembrará de inúmeras incoerências de ordem técnica, política e/ou administrativa que retratam a incapacidade dos clubes em agir planejada e sistemicamente.
Para cada clube que investe em categorias de base, seja ele grande, médio ou pequeno, existe um distanciamento entre o contexto ideal do futebol de formação e o contexto atual. Para alguns clubes, ajustes em alguns processos podem aproximar os dois cenários. Para outros, no entanto, a distância é um abismo e somente com reformas significativas, que partam do nível hierárquico mais alto do clube, encontrarão as soluções. A boa notícia é que não se chega a um cenário ideal sem passar por um cenário atual, repleto de desafios, dificuldades e limitações.
O futebol do amanhã está sendo praticado hoje, pelos nossos jovens futebolistas. Pela nossa decadência nos últimos anos, passou da hora de investirmos de verdade no futebol e nas pessoas em formação. Se não quisermos, temos que assumir que, de fato, chegaremos ao fundo do poço. Seria muito triste ao futebol brasileiro adormecido como pentacampeão mundial.
Me escreva para contar sua opinião!
Obrigado por me acompanhar durante 2015. Feliz Natal e próspero 2016! Espero que continuemos a nos encontrar por aqui…
 

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Mais conteúdo

Tenho comentado já há algum tempo sobre a necessidade das entidades esportivas se apoderarem de forma mais concreta do seu próprio conteúdo. Esta premissa não é nova mundo afora, mas ainda engatinha em termos conceituais aqui no Brasil.
Nesta semana, as chamadas do Programa Vídeo Show, que é exibido na TV Globo desde 1983 (portanto, há 32 anos), me chamaram a atenção para este ambiente de reflexão do esporte. Este é, certamente, o melhor exemplo que temos no nosso mercado de entretenimento em termos de gestão do próprio conteúdo. Afinal de contas, trata-se de um programa de uma emissora que serve para falar de outros programas da própria emissora, o que gera proximidade, expectativas e engajamento com o público consumidor.
Os “canais” de TV de alguns clubes brasileiros na internet exploraram, em certa medida, um conceito muito parecido ao do Vídeo Show. E, em alguns casos, exageraram na dose, o que os tornou pouco atrativos.
E a falta de atratividade tem a ver justamente com a criação de expectativa sobre um conteúdo que não é entregue pelo próprio detentor do conteúdo. O conceito é complexo mas muito verdadeiro. A Benfica TV, como já falado outrora, quebrou este paradigma justamente por fechar todos os ciclos de entrega e distribuição do conteúdo para os seus consumidores.
Vejam que não existe uma fórmula mágica e de fácil implementação. A estratégia de comunicação e o controle de conteúdo envolve um emaranhado de atividades complementares que, quando bem estruturadas tendem a alcançar o êxito planejado. O mercado não aceita mais ações pela metade. Não há mais espaço para isso…

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O Esporte e seu poder Transformador

Final de ano! Momento em que as atenções se voltam para as comemorações natalinas. Os clubes e atletas planejam o próximo ano, que será desportivamente especial com a realização dos jogos Olímpicos no Rio de Janeiro. Época de avaliar os erros e acertos e de reflexão.
O esporte tem o poder de fazer do mundo um lugar melhor.
Em 1969, o Santos de Pelé parou a guerra de Biafra, na Nigéria, que já durava dois anos na época e trouxe um alento ao povo nigeriano.
No jogo, que ficou menos importante, o Santos venceu a Seleção do Meio Oeste por 2 a 1, com gols de Edu e Toninho Guerreiro.
Em junho de 1995, a África do Sul conquistou seu primeiro título da Copa do Mundo de Rúgbi, mas aquele momento se tornou um marco na luta contra a segregação naquele país.
A partida decisiva contra a seleção da Nova Zelândia uniu a nação que esteve oficialmente dividida pelo apartheid (regime de segregação em vigência de 1948 a 1994).
O rúgbi, esporte das elites colonizadoras, era rejeitado pela maioria negra, mas foi usado como elo para conectar negros e brancos.
A Copa do Mundo de 2006 devolveu ao povo alemão a alegria de gritar o nome de seu país.
Protagonista nas duas grandes guerras do século XX, a Alemanha teve seu território e sua população divididos e buscavam desde 1989, quando o muro de Berlim caiu, mostrar ao mundo a alegria e a simpatia do seu povo graças à atmosfera do futebol.
Há uma série de outros exemplos de que o esporte tem o poder de semear o bem, unir povos, combater a violência, enfim, de fazer desse mundo um lugar melhor.
Por essa razão, a tabelinha entre poder público, entidades desportivas, torcedores e direito desportivo é tão importante e deve ser incluída no planejamento para 2016.

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O manifesto da esperança

Caso você lançasse um manifesto, pediria as assinaturas de Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero?
E de Chico Buarque, Luis Fernando Veríssimo e Walter Salles?
Pois é.
Os organizadores do manifesto “Por uma Nova CBF” não pediram as dos três primeiros e pediram as dos três últimos, exatamente porque não querem nunca mais ver o trio de cartolas no comando da CBF.
Confira o texto na íntegra clicando aqui

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Manifesto por uma nova CBF

Brasil, dezembro de 2015
A Confederação Brasileira de Futebol vive a maior crise de sua história.
Seus últimos três presidentes são réus em investigação policial internacional por fraude na CBF e na FIFA. José Maria Marin está preso desde maio, Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero estão indiciados pela Justiça dos EUA desde o dia 3 de dezembro.
Compreendemos que a sucessão determinada por um estatuto viciado, que foi arquitetado e aperfeiçoado para a manutenção do poder nas mãos dessa mesma linhagem, é ilegítima e imoral.
Confira o texto na íntegra clicando aqui

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Pesquisa e desenvolvimento

Escrevi na última semana sobre pesquisas relacionadas a lealdade dos fãs como fatores importantes para contribuir com processos de tomada de decisão no esporte no sentido de se relacionar e se engajar de forma mais positiva com o público consumidor.
Insisto, nesta semana, na temática da pesquisa e desenvolvimento, para invocar um texto de 2013, do Sport Business Daily, que fala justamente das inúmeras possibilidades em se aproximar a ciência da prática – http://www.sportsbusinessdaily.com/Journal/Issues/2013/08/12/In-Depth/Sports-business-professors.aspx.
Em determinado momento, o texto aborda a “insanidade das organizações esportivas em não olhar com maior atenção para o meio acadêmico, formado essencialmente por pessoas que passam quase que 24 horas dedicadas a estudos justamente sobre estas organizações”.
E de fato, embora ainda incipiente em alguns campos, o Brasil já começa a formar núcleos relevantes de estudos sobre gestão e marketing esportivo que podem muito bem sair dos “laboratórios” para a aplicação na prática. Aliás, insanidade, se olharmos por outro lado, é realizar pesquisa sem qualquer possibilidade de execução.
Por isso, reforço aqui o conceito de seguirmos estudando mais as diferentes nuances do mercado esportivo como plataforma para subsidiar e contribuir com a construção do desenvolvimento sustentável do setor.