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O Mundo das Copas

O livro apresenta uma série de informações sobre acontecimentos históricos e fatos marcantes das Copas do Mundo. A cobertura jornalística nas primeiras edições, por exemplo, é bem detalhada pelo autor. Naquela época não existia internet, imagens ao vivo e a cores e até replay instantâneo, novidade na transmissão de 1970.

A obra também conta com um conjunto de curiosidades e estatísticas, como os maiores artilheiros, as 10 maiores viradas, pênaltis perdidos, como surgiram os cartões amarelo e vermelho e a verdade sobre Ronaldo na Copa de 1998.

Sobre o autor

Lycio Vellozo Ribas é jornalista com passagem pelo jornal O Estado de S.Paulo

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Enciclopédia das Copas do Mundo

Em sua nova obra, Luiz apresenta casos e curiosidades de atletas, esquadrões e partidas inesquecíveis da Copa do Mundo. O autor oferece uma série de dados e estatísticas dos mundiais, além de vários acontecimentos marcantes que entraram para a história.

O livro também conta com detalhes sobre as seleções campeãs e um guia completo sobre a primeira Copa do continente africano, realizada em 2010 na África do Sul.

Sobre o autor

Luiz Fernando Baggio é gerente administrativo

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A caminho da África!

Caro leitor,

Excepcionalmente nesta semana não teremos a coluna do Erich Beting. O jornalista está a caminho da África do Sul!

Aguarde até a próxima semana para receber notícias fresquinhas direto do país da Copa!

Um grande abraço,

Equipe Universidade do Futebol

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Confira todas as colunas de Erich Beting

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Marcar em profundidade e marcar em largura: linhas de marcação mais compridas ou um número maior de linhas?

Mais uma vez vou tentar uma “vídeo-coluna-tática”.

A idéia é discutir as vantagens e desvantagens de se utilizar mais linhas de marcação na composição do esquema tático (por exemplo, ao invés de um 1-4-4-2, utilizar um 1-4-2-2-2), ou ao invés disso, linhas mais compridas.

O vídeo tem pouco mais do que cinco minutos.

Vamos lá!

Para interagir com o autor: rodrigo@universidadedofutebol.com.br

 

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Joao Carlos Bouzas, professor da UFV

Espaço de excelência do departamento de futebol do Atlético Mineiro, a Cidade do Galo é o melhor centro de treinamento entre os clubes que disputam a primeira divisão do Campeonato Brasileiro em 2010. A avaliação compõe um ranking desenvolvido a partir de estudos científicos da Universidade Federal de Viçosa (UFV), capitaneados por João Carlos Bouzas Marins e Próspero Brum Paoli.

O projeto foi uma iniciativa do Sportv, canal especializado em esportes do sistema Globosat, em parceria com o Curso de Especialização em Futebol da instituição de ensino mineira. Os pesquisadores elaboraram um caderno de apreciação, utilizando critérios objetivos para estabelecer as agremiações com as melhores estruturas de concentração, preparação e reabilitação.

“Foi elaborado um instrumento constando uma avaliação de mais de 400 itens que devem estar presentes em um CT. O total de pontuação possível a ser atingido corresponde a 4.274 pontos. Esses elementos foram divididos em quatro principais eixos temáticos com pesos diferentes”, explicou Bouzas, nesta entrevista concedida por e-mail à Universidade do Futebol.

Metade dos pontos está ligada a aspectos da infraestrutura, mesmo. Recursos humanos (20%), recursos materiais (20%) e operacionalização e logística (10%) selam o parâmetro de medida, a qual foi baseada em elementos referenciais bibliográficos existentes sobre instalações esportivas internacionais, experiência profissional dos avaliadores e uma série de normativas.

O Atlético Mineiro recebeu 3.538 pontos, seguido do Atlético-PR, com 3.509. A Cidade do Galo foi usada durante as Eliminatórias pela seleção brasileira, como concentração, antes do jogo com a Argentina. Já o CT do Caju, do clube paranaense, acolheu a delegação chefiada por Dunga antes da viagem à África do Sul, para a disputa da Copa do Mundo, nesta semana.

A Toca da Raposa II, do Cruzeiro, foi considerado o terceiro melhor CT, com 3.465 pontos, seguido de São Paulo e Santos, com 3.447 e 3.142, respectivamente. O lanterna no ranking foi o Grêmio Prudente, que recebeu apenas 395 pontos. Já o penúltimo colocado foi o Ceará, recém-egresso à Série A Nacional, com 1.705.

Diante de hipotéticas contestações em relação à colocação final dos clubes, Bouzas está amparado pela sua trajetória. Graduado em Licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (1985), com mestrado na área pela mesma UFRJ (1993), possui também doutorado em Actividad Física y Salud – Universidad de Granada (2003) e em Bases Fisiológicas de La Nutrición – Universidad de Murcia (2000).

Atualmente é coordenador do Curso de Especialização em Futebol (www.ufv.br/des/futebol), editor chefe da Revista Brasileira de Futebol (www.rbfutebol.com.br) e diretor do Laboratório de Performance Humana – Dep. Ed. Física – UFV. Experiente, Bouzas possui ênfase em Nutrição Esportiva, atuando principalmente em performance humana, treinamento desportivo, avaliação física, hidratação e desidratação.

“É necessário buscar uma fórmula de equilíbrio, e para isto é fundamental ter um profissional responsável com conhecimento técnico, capacidade de gestão, relacionamento interpessoal e ética, de forma a propor uma filosofia de trabalho voltada para o sucesso”, acrescentou Bouzas, que esmiuçou a sua metodologia do trabalho, traçou uma comparação com estruturas europeias e falou sobre modelo de gestão.

Avaliação completa dos CTs das 20 equipes que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro nesta temporada


 

Universidade do Futebol – Ao lado do professor Próspero Brum, você desenvolveu um trabalho pioneiro de avaliação dos Centros de Treinamentos dos clubes de futebol que estão na Série A do Campeonato Brasileiro em 2010. Como surgiu a ideia desse projeto?

João Carlos Bouzas – A proposta inicial foi feita por dois jornalistas do Sportv – Rafael Correa e Ligia Carriel – que mantiveram contato buscando uma avaliação imparcial feita por profissionais do meio acadêmico, sem envolvimento com o futebol profissional.

Os jornalistas justificaram a escolha de meu nome, tendo em vista o trabalho desenvolvido nos últimos anos como coordenador do curso de especialização em futebol da UFV, por ser o editor da Revista Brasileira de Futebol, da experiência profissional, principalmente na área de fisiologia e treinamento.

Outro fator que contribuiu foi a história de envolvimento acadêmico com o futebol por parte da UFV – desde os anos 1970, por intermédio do professor Adalberto Rigueira, autor de diversos livros didáticos sobre esta modalidade.

Universidade do Futebol – Um dos alvos do estudo é o de auxiliar os clubes no planejamento de investimento para o aprimoramento das estruturas. Você já recebeu o contato de algum dirigente para comentar sobre possíveis mudanças nesse sentido?

João Carlos Bouzas – Sim. Vários clubes da primeira divisão de São Paulo já mantiveram contato para prestar consultoria, visando auxiliar na elaboração de um planejamento de construção ou reforma de seus CTs, buscando, assim, um nível de excelência.


 

Universidade do Futebol – Qual foi a metodologia utilizada nesse levantamento científico, bem como os instrumentos de avaliação e a dinâmica da coleta de dados?

João Carlos Bouzas – Houve uma preocupação em tornar o processo de avaliação com critérios totalmente objetivos. Para tal, foi criado um instrumento considerando o que seria um CT com 100% de perfeição.

O total de pontuação possível a ser atingido corresponde a 4.274 pontos. Esses elementos foram divididos em quatro principais eixos temáticos com pesos diferentes, sendo eles:

Infraestrutura física: 50%
Recursos humanos: 20%
Recursos materiais: 20%
Operacionalização e logística: 10%

Os itens avaliados foram considerados tomando como base vários elementos, tais como:

Referencial bibliográfico existente sobre instalações esportivas, com bibliografia consultada produzida na Espanha, EUA e Russa;
Normativas da Comunidade Européia sobre instalações esportivas;
Normativas Espanholas para instalações esportivas;
Normativas da ANVISA sobre higiene de ambientes fechados;
Experiência profissional dos avaliadores.

Após uma profunda análise documental, foi possível gerar o instrumento de avaliação proposto. Cabe destacar que esta ação é inédita no Brasil, longe de ser perfeita, porém importante pela preocupação metodológica seguida, além de abrir a discussão para um aprimoramento do instrumento.

Dinâmica de coleta de dados

Os dados foram coletados pelos dois jornalistas do SporTV, Rafael Correa e Ligia Carriel, que após um período de treinamento e familiarização quanto ao uso do instrumento, percorreram mais de 20.000 km visitando pessoalmente cada CT.

Com um agendamento prévio, cada clube disponibilizou um funcionário específico para assessorar os profissionais, facilitando a visita ampla e irrestrita das instalações, bem como o contato com profissionais que ali trabalham. Esta fase correspondeu a 75 dias de viagens pelo Brasil. Cabe destacar que em alguns casos a receptiva dos clubes foi feita pelo próprio presidente.

Principais pontos analisados

Infraestrutura física:

Representa um elemento fundamental do CT. Para sua construção, é necessário um investimento de milhões de reais, com planejamento de investimento em longo prazo. Sua composição deve estar atrelada não somente às normativas da construção civil, como também de sua funcionalidade para uma equipe de futebol, sendo este um grande desafio, tendo em vista que isto não está documentado.

A infraestrutura física foi o principal ponto de análise correspondendo a 50% da pontuação total. Os sub-tópicos analisados corresponderam à estrutura de treinamento principal, auxiliar, atendimento clínico, setor de apoio, área administrativa e, por último, área de lazer.

Recursos materiais:

Os recursos materiais disponíveis no centro devem dar perfeitas condições de treino técnico, físico e tático para os atletas, assim como de avaliação, controle de treino, atendimento médico, fisioterápico e nutricional. Outro aspecto representa as ações de funcionalidade do CT, como, por exemplo, equipamentos de segurança também foram considerados.

Este item teve uma importância estimada de 20% na pontuação total. Os pontos considerados para avaliação dos recursos materiais foram relativos ao treinamento principal e auxiliar, atendimento clínico, setor de apoio, área administrativa e, por último, área de lazer. Foi observado não somente a presença destes recursos, como também sua condição de uso.

Recursos humanos

Os RH são fundamentais para que o CT possa funcionar adequadamente. São dezenas de pessoas envolvidas neste trabalho, em que o técnico da equipe é a figura mais aparente. Contudo, existe um grupo de pessoas que trabalham diariamente e fazem um CT funcionar de maneira adequada, como, por exemplo, o agrônomo responsável pela qualidade da grama, ou o podólogo que cuida da saúde dos pés dos jogadores.

O grau de importância considerado neste item foi de 20% na pontuação total. Foram considerados seis grupos de pessoal envolvido em um CT, que correspondem à comissão técnica, avaliada quanto à sua titulação acadêmica e desempenho profissional com base nos títulos já obtidos; o corpo administrativo; o corpo clínico, avaliado quanto titulação acadêmica, bem como anos de experiência no futebol; corpo de apoio com titulação de ensino superior e técnico; por fim, corpo de apoio administrativo.

Operacionalização e logística

Para avaliação total, foi creditado um total de 10% neste ponto de avaliação. Foram considerados oito elementos na avaliação, em que cada um deles possuía vários sub-elementos a serem observados. Um exemplo foi a questão de acesso ao CT, distância entre o CT e o estádio de jogo e aeroporto.


 

Universidade do Futebol – E em relação à estrutura dos locais de trabalho, quais foram os principais pontos analisados?

João Carlos Bouzas – O CT não pode ser avaliado somente por sua infraestrutura física, que é importante, sem dúvidas, porém outros fatores devem ser considerados, como os recursos humanos, recursos materiais, além da operacionalização e logística.

Assim, deve haver um planejamento amplo e um equilíbrio entre estes quatro eixos centrais de avaliação.

Universidade do Futebol – Como você vê o trabalho voltado à base e ao projeto social nas outras agremiações brasileiras? É possível se traçar um paralelo com o que ocorre nas principais forças européias, e quais são as particularidades?

João Carlos Bouzas – Quanto à questão da base, seria necessário fazer adaptações do instrumento elaborado, pois existem certas características específicas que devem ser atendidas.

Hoje, o Ministério Público tem prestado atenção em denúncias de exploração de menores que estão ocorrendo, havendo, assim, a necessidade de atender rigorosamente às leis sobre menores e adolescentes.

Particularmente, já estive na “Ciudad Deportiva Real Madrid”. É um CT realmente em condições de treinamento excepcional, contudo os centros dos quatro primeiros colocados, Atlético Mineiro e Atlético-PR, Cruzeiro e o São Paulo, possuem uma estrutura que beira a perfeição, sem dever nada ao do Real Madrid.

Universidade do Futebol – Em termos de pontuação, o estudo desenvolvido não se refere ao processo de capacitação, integração e aos aspectos multidisciplinares entre os variados profissionais ligados aos clubes. É possível mensurar essa importância? Qual a sua opinião sobre o tema?

João Carlos Bouzas – Quanto à primeira pergunta, não foi um foco da avaliação, e pode ser um ponto a ser considerado nas próximas avaliações. Eu considero muito importante haver um processo de acompanhamento da vida atlética de um jogador. Na Europa, foi criado o passaporte biológico, que é algo parecido com isto.

Em minha opinião, a CBF deveria ter um sistema integrado padronizado, no qual os clubes registrariam tudo o que ocorreu na vida esportiva do atleta, como suas avaliações físicas, histórico lesional, intervenção fisioterápica, médica nutricional, entre outros.

Assim, quando um jogador fosse negociado para outro clube, deveria apresentar este histórico ou “passaporte”, o que facilitaria bastante a vida de todos elementos integrantes da comissão técnica, sendo possível fazer um profundo diagnóstico da vida do atleta em curto espaço de tempo.


 

Universidade do Futebol – Muitos clubes comentam que a parte social representa um déficit nas contas mensais. Desta forma, uma parte das receitas do futebol é deslocada pra cobrir esse prejuízo. Dentro da realidade estrutural dos clubes brasileiros, como essa situação poderia ser mudada? Em um próximo estudo, seria interessante incluir este índice na mensuração?

João Carlos Bouzas – Eu vejo esta questão de prejuízo como um problema de falta de organização e planejamento. O Internacional e o Cruzeiro, por exemplo, possuem excelentes estruturas de base e fazem delas uma “fábrica” de jogadores para serem comercializados, às vezes antes mesmo de chegarem ao profissional.

O caso particular do Cruzeiro é muito interessante, pois trabalha com esta perspectiva desde os anos 1990. Isto faz com que os frutos deste trabalho de base possam gerar recursos para sustentar toda a estrutura.

Não é uma tarefa fácil, pois exige uma grande seriedade, organização e planejamento em longo prazo, algo que nem sempre é possível. Uma estabilidade política no clube auxiliaria muito este trabalho de longevidade, sem dúvidas.

Universidade do Futebol Em sua opinião qual a importância de um estudo como esse para o desenvolvimento e profissionalização dos clubes brasileiros?

João Carlos Bouzas – A importância é auxiliar os clubes em seu planejamento de investimento para comporem ou aprimorarem suas estruturas de CTs, visando, assim, melhorar a qualidade do desempenho do jogador.

Universidade do Futebol – Qual será a periodicidade deste estudo? Novas métricas serão acrescentadas no próximo levantamento?

João Carlos Bouzas – O Sportv foi quem financiou o estudo. Nós, aqui na Universidade Federal de Viçosa, não temos recursos financeiros para visitar os 20 clubes. Acredito que pelo sucesso da matéria haja um interesse de uma atualização em períodos regulares de no máximo dois anos.

Contudo, o Clube dos Treze ou a CBF também poderiam participar do projeto junto à UFV. Isso seria extremamente interessante para os clubes, pois significaria um planejamento financeiro de forma aguda sem desperdícios de recursos, tanto para a construção de novas instalações, como de reforma.

Universidade do Futebol – No livro “Código do Talento”, o autor Daniel Coyle debate sobre ambientes (infraestruturas) simples que produziram grandes talentos (no esporte, na música, na ciência, etc.) graças a três elementos fundamentais – a dose adequada de prática, motivação e orientação. Em sua opinião, a infraestrutura é mais importante do que o método no desenvolvimento de atletas?

João Carlos Bouzas – A infraestutura física tem um peso importante, mas ela sozinha não resolve. As pessoas que trabalham no CT, desde o funcionário da limpeza até o técnico, possuem uma responsabilidade no processo de educação, conscientização e formação do jovem jogador.

É necessário buscar uma fórmula de equilíbrio, e para isto é fundamental ter um profissional responsável com conhecimento técnico, capacidade de gestão, relacionamento interpessoal e ética, de forma a propor uma filosofia de trabalho voltada para o sucesso.

Universidade do Futebol – Qual é a relevância da área acadêmica para o diálogo e para a melhoria da atuação da comissão técnica e das demais áreas em um clube de futebol?

João Carlos Bouzas – Hoje, a área acadêmica possui muitos profissionais extremamente capacitados para prestar assessoria ao mundo do futebol. Contamos com diversos cursos de especialização, mestrado e doutorado existentes no Brasil, os quais realizam pesquisas dando suporte ao desenvolvimento da modalidade. Contudo, eu não vejo o universo do futebol profissional tendo a mesma relação frente ao meio acadêmico, olhando geralmente para os pesquisadores com certa desconfiança.

O Brasil é um país de excelência no futebol na questão física, técnica, médica, fisioterápica e nutricional. Há muitos profissionais que fazem trabalhos brilhantes, como o caso dos professores Turíbio [Leite] no São Paulo, Emerson Silame no Cruzeiro e Paulo Figueiredo no Flamengo – são exemplos de profissionais relacionados ao meio acadêmico, mas que também trabalham no dia-a-dia do futebol. Este modelo pode ser perfeitamente reproduzido em outros clubes.

Tendo em vista que se trata de um mundo extremamente complexo, acredito que o futebol brasileiro poderia ainda evoluir muito na questão gerencial. Neste aspecto, tanto o conhecimento do mundo acadêmico, como do mundo empresarial, podem ainda colaborar e muito com a realidade esportiva.

Confira a classificação final:

1 – Atlético Mineiro – 3.538
2 – Atlético Paranaense – 3.509
3 – Cruzeiro – 3.465
4 – São Paulo – 3.447
5 – Santos – 3.142
6 – Palmeiras – 3.107
7 – Internacional – 3.032
8 – Goiás – 2.993
9 – Grêmio – 2.964
10 – Botafogo – 2.814
11 – Flamengo – 2.690
12 – Vasco – 2.650
13 – Corinthians – 2.439
14 – Fluminense – 2.297
15 – Avaí – 2.255
16 – Guarani – 2.252
17 – Atlético Goianiense – 2.156
18 – Vitória – 1.943
19 – Ceará – 1.705
20 – Grêmio Prudente – 395

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Entrevista: Mário André Mazzuco, coordenador das categorias de base do Coritiba
Entrevista: Adriano Silva Soares, preparador de goleiros da base do Atlético-MG 

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Energia para a Copa

Caros amigos da Universidade do Futebol,

Estamos aí, já no clima da Copa do Mundo. Assim, não tem jeito, vamos nos dedicar agora nessa coluna a assuntos relacionados a esse grande evento.

E, nesse momento de “esquentar as turbinas”, nada mais apropriado do que falar sobre o assunto da energia. Aliás, com toda a discussão que envolveu a futura construção da usina de Belo Monte no Brasil, o tema fica ainda mais propício.

Sempre soubemos que a questão energética é um desafio para a África do Sul e será um dos desafios prioritários para o Brasil em 2014. Recentemente ouvimos que diversas medidas serão tomadas para que se evitem um apagão no mundial deste mês. Dentre as ações, destaca-se a economia forçada de energia por algumas empresas de impacto na África do Sul, que desligarão suas máquinas, luzes, etc, quando for possível.

Isso nos mostra, de cara, que existe um desperdício crônico de energia. Ora, por que essa economia de energia não é sempre realizada?

Outro ponto que devemos atentar, é que essa necessidade gritante por mais energia não pode atropelar a discussão sobre as formas de produção de energia sustentáveis, tais como a energia eólica e outras formas de energia limpa. Os governos não deveriam avançar com projetos de energia nuclear, por exemplo, que apesar de muito eficiente, resultam em uma grande quantidade de lixo atômico e ainda uma sempre presente possibilidade de exploração da energia nuclear para fins militares.

É preciso que se trabalhe com eficiência nessa questão, mas com muita responsabilidade, pensando sempre no futuro de nosso planeta.

A discussão leva sempre para aquela máxima de que grandes eventos como a Copa do Mundo deveria trazer melhorias definitivas e sustentáveis para os países-sede, e não trazer apenas soluções provisórias para apenas viabilizar o evento (isso é principalmente verdade na questão da segurança e redução da criminalidade).

Ou seja, vamos tentar propor medidas definitivas de controle de consumo de energia e de formas limpas e renováveis de produção de energia (para não falar nas outras tantas áreas como a saúde, segurança, educação, etc).

Só assim a Copa poderá se justificar, de verdade, dentro da realidade de países que poderiam gastar as verbas de viabilização do evento em outras tantas questões sociais.

Para interagir com o autor: megale@universidadedofutebol.com.br

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Futsal – apontamentos pedagógicos na iniciação e na especialização

O livro composto por textos pedagógicos inéditos, abrange os apontamentos da pedagogia do esporte. Tratando mais especificamente sobre futsal, a obra relaciona diversos temas como a complexidade do futsal na infância, o método de ensino, a versatilidade tática, a especialização esportiva precoce, a arbitragem educacional, a cultura infantil, entre outros.

Recheado de ilustrações que compõe a idéia transmitida pelo autor, o livro também versa sobre a diferença de tratamento que deve ser empregada entre jovens de faixa etária distinta.

Sobre o autor

Wilton Carlos de Santana é professor universitário e também técnico de futsal. Dirigiu equipes do mirim ao adulto, inclusive algumas seleções estaduais paranaenses.

Mestrado e o doutor em educação física (Unicamp). Na UEL, leciona as disciplinas Futsal, Pedagogia do Esporte e Métodos de Ensino-Aprendizagem dos Esportes.

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Cuidados com o jovem atleta: enfoque interdisciplinar na iniciação e no treinamento esportivo

O livro descreve as medidas e precauções que o profissional deve tomar ao fornecer auxílio para crianças e adolescentes envolvidos com a prática esportiva. O guia procura educar os atletas visando à melhora do desempenho e disseminar sua prática de forma saudável.

Também está presente na obra uma análise sobre as questões psicológicas, físicas, nutricionais e fisiológicas e sua importância no desenvolvimento prático do atleta. O conteúdo serve de suprimento para médicos ligados à área da medicina esportiva e para todos os profissionais e estudantes da área da saúde.

Sobre os autores

J. Andy Sullivan é professor, pediatra e formado em medicina pela Universidade de Washington.

Steven J. Anderson é médico pediatra especializado em medicina esportiva.
 

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Futebol também se aprende na escola

Neste livro o autor ilustra todo o processo de aprendizagem do futebol,explicando conteúdos como os principais fundamentos deste esporte, os processos de atividade física e também as implicações coletivas do jogo.

A obra apresenta uma série de esquemas e sugestões que facilitam o entendimento das explicações por parte dos leitores. O livro também pode ser empregado como um auxílio para o professor na orientação à prática educativa do futebol aos seus alunos.

Sobre o autor

Manoel Luís Melo é ex-atleta do Treze Futebol Clube. Formado em Comunicação Social/Jornalismo e também licenciado pela UFRN em Educação Física.

É pós-graduado em Metodologia do Ensino Superior na PUC/MG, mestre em Educação pela UFPB e doutor em Educação pela Universidade Tecnológica de Ituiutaba/MG.

Possui formação em futebol pela Escola de Educação Física do Exército/RJ e atualmente, é professor de Educação Física da UFPB.

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Futebol – treinamento em espaço reduzido

Nesta obra, Cyro Garcia Leaes discursa sobre utilidade das atividades em espaço reduzido no treinamento de equipes de futebol. O autor indica o exercício como uma nova perspectiva metodológica que, paralelamente ao objetivo específico do treinamento, desenvolve a autonomia e a criatividade nos jogadores, fator fundamental no futebol moderno.

Sobre o autor

Cyro Garcia Leaes é treinador de futebol. Formado em educação física no IPA e mestrado na Espanha, trabalhou inicialmente como preparador físico ao lado de treinadores como Adílson Batista, Cláudio Duarte e José Luiz Plein e atuou em clubes como Brasil de Farroupilha, Porto Alegre, Inter de Lages, Glória, Grêmio, Internacional, Guarani de Venâncio Aires e SV Neulengbach.