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Os 100 melhores jogadores brasileiros de todos os tempos

Realizando uma votação aberta ao público, os jornalistas Paulo Vinicius Coelho e André Kfouri selecionaram os 100 principais nomes da história do futebol nacional. Com a lista em mãos, os autores buscaram descrever o perfil, as curiosidades e as vitórias de craques escolhidos.

Com exceção do maior jogador de futebol de todos os tempos, que encabeça as personalidades retratadas, os atletas foram organizados em ordem alfabética com divertidas caricaturas em suas páginas.

Sobre os autores

André Kfouri e Paulo Vinicius Coelho são jornalistas esportivos.

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O futebol como linguagem

"Este livro trata do futebol sob um ângulo mitológico e psicanalítico. É um livro feito de recordações infantis muito embora nem sempre pareça isso. A relação do futebol com o enriquecimento das classes sociais menos abastadas oferece oportunidades de transformações sociais notáveis".

A obra procura avaliar as relações desta maneira, levantando a perspectiva de uma visão diferente, ou seja, uma visão do futebol através do mito, para que se compreenda o sentido mais profundo e arcaico da linguagem do mundo.

Sobre o autor

David Azoubel Neto é formado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco, pós-graduado em Epidemiologia, e especialista em Psiquiatria.

Trabalha atualmente como psicanalista.

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Proibidão: bota tudo Botafogo

Este livro é o relato de um torcedor, mais do que fanático, apaixonado pela estrela solitária. Adilson Taipan é poeta que adora discursar sobre sua maior paixão, o Botafogo.

Conhecido como Poeta do Povo, o autor traz uma seleção de poemas sobre o time de General Severiano, relatando, com destreza, sua paixão pelo alvinegro.

Sobre o autor

Adilson Taipan é conhecido como o poeta do povo e do Botafogo.

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O jovem craque

Nesta obra, Gary Lineker, ex-jogador de futebol profissional, que atuou como capitão da Inglaterra e jogou em duas Copas do Mundo mostra aos principiantes todas as técnicas e peculiaridades do jogo. Com a ajuda de fotografias, ele explica as regras, as habilidades básicas e as táticas especiais de equipe no futebol.

Tópicos como “Aprenda a passar a bola, desarmar, cabecear, bater um pênalti, chutar e marcar um gol” detalham informações essenciais para um iniciante desta modalidade esportiva.

Sobre o autor

Gary Lineker é ex-jogador de futebol profissional e atuou como capitão da Inglaterra em duas Copas do Mundo.

Atualmente trabalha como jornalista esportivo da BBC.

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Futebol – bases científicas do treinamento físico

Este livro é dedicado ao treinamento das principais capacidades motoras necessárias à prática dos esportes, principalmente, mas não exclusivamente, dos esportes coletivos. A obra apresenta inúmeras sugestões de treinamento que permitem racionalizá-lo de forma a torná-lo mais efetivo.

Nele, o leitor encontrará citações frequentes de pesquisas americanas, alemãs, escandinavas, inglesas e soviéticas, isto é, das escolas que mais avançaram na área do treinamento físico.

Sobre os autores

Dartagnam Pinto Guedes possui graduação em Educação Física pela Universidade Estadual de Londrina (1974), mestrado em Ciência do Movimento Humano pela Universidade Federal de Santa Maria (1984), doutorado em Educação Física pela Universidade de São Paulo (1994) e pós-doutorado em Condição Física e Saúde pela Universidade Técnica de Lisboa, Portugal (1997).

Atualmente é professor-titular do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Norte do Paraná (Unopar).

Já Ricardo Vivacqua Costa é graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (ex-Universidade do Brasil), e possui pós-graduação em Cardiologia e especialista em medicina esportiva.

Foi presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia – RJ entre 1982 e 1984 e diretor do Laboratório de Medicina do Exercício do Hospital Procardíaco do Rio de Janeiro.

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Futebol de campo

Esta obra de José Roberto Borsari nos mostra que o futebol de campo é especialmente eficaz na ação coletiva, já que incentiva as mais diferentes qualidades físicas e habilidades psicomotoras de todos os jogadores em qustão.

O livro também trata sobre as especificidades do futebol moderno e sua evolução na dependência direta de um trabalho na qual o enfoque didático permite a consolidação da técnica executada com naturalidade.

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Blindagem felipônica

Luiz Felipe Scolari chegou ao Palmeiras, criou uma regra para que os jogadores não dessem entrevista à beira do campo, reclamou da arbitragem, da imprensa, da torcida e… Agora, numa vitória extraordinária sobre o Vitória, voltou a ser o Rei Felipão, aquele que é especialista em mata-mata, que sabe conduzir um time como poucos, que tem a sina de ser um vencedor.

Por trás de todo esse sucesso de Felipão está uma interessante estratégia de tratamento com a mídia que o treinador adota e que, aos poucos, cria num time o ambiente propício para que os atletas tenham calma para trabalhar, a imprensa deixe de ser tão perseguidora e, por fim, a equipe consiga se tornar vitoriosa.

Felipão usou a velha tática de criar e derrubar crises para desviar o foco de atenção. Quando chegou ao Palmeiras, o treinador encontrou um clube em frangalhos, com crise de identidade e sem resultados dentro de campo. Para encerrar com especulações em torno de atletas e dirigentes, ele assumiu o papel de porta-voz do time.

Ninguém mais falou, apenas ele. E, nessas declarações, o treinador passou a ser um espanta-crise. Ou um gerador de outros problemas, que não a sua equipe. Uma derrota e a culpa foi do árbitro. Um empate bobo dentro de casa, falha da torcida, que não pressionou o quanto deveria. Outro empate bobo, fora de casa, e declarações de que a coisa não ia bem por falha dele…

A estratégia desviou o foco do time e passou a ser o treinador. Atletas proibidos de falar logo após o jogo. Com a cabeça fria depois de passarem pelo vestiário e, quem sabe, até com um discurso previamente acordado, os jogadores começaram a falar só na saída do estádio.

Aos poucos, a biruta virou. E, ao que tudo indica, mudou o vento desde a quinta-feira, quando heroicamente o Palmeiras conseguiu a classificação na Copa Sul-Americana aos 43 minutos do segundo tempo, numa festa emocionante, unindo time e torcida como há cerca de dez anos não acontecia, justamente quando Scolari era o comandante do time campeão da América.

A seu estilo Felipônico, Felipão dá uma aula de como gerenciar crises, manipular o comportamento da mídia e, o mais importante, dar tranquilidade para sua equipe. Dizer que tudo isso é sorte é ser muito superficial. Mas que, sem dúvida, o imprevisível é sempre mais a favor de Scolari, isso é inegável…

Para interagir com o autor: erich@universidadedofutebol.com.br

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A bola não entra por acaso

O Internacional acaba de conquistar, pela segunda vez, em 5 anos, a Copa Libertadores da América.

Não foi por acaso.

Nada é por acaso.

O processo evolutivo na gestão do clube passou por um período de diagnóstico, do qual o grande professor Medina foi o protagonista, na gestão anterior ao grupo que está comandando o clube há 8 anos. Naquela ocasião, a devassa no clube sugeria um conjunto de mudanças que passavam da cozinha ao ponta-esquerda.

O Internacional passou a equilibrar-se na gestão e nas finanças a partir de boas campanhas esportivas nas competições em que disputava. Essa é a premissa que interessa: um clube de futebol vive de conquistas esportivas, ainda que parciais. Participar de um torneio continental de clubes já é uma conquista.

O FC Barcelona – que, apesar da grandiosidade institucional e esportiva, foi derrotado pelo próprio Internacional no Mundial Interclubes em 2006 – é exemplo de gestão.

Tive a oportunidade e o privilégio de, no ano passado assistir a uma palestra proferida pelo ex-diretor econômico do clube na gestão 2003-2008, de Joan Laporta. A palestra inspirou o livro A Bola não Entra por Acaso, que acabo de ler e se recomenda como leitura obrigatória na área de gestão.

É, diretor econômico é algo mais amplo e complexo que apenas diretor financeiro ou contador (controller para os que defendem o vocabulário corporativo em inglês).
E um clube como o Barça o tem em seus quadros. Duvido que exista um diretor econômico no futebol brasileiro.

A economia, segundo o portal Wikipédia, consiste na produção, distribuição e consumo de bens e serviços. O conceito vem do grego oikos (casa) enomos (costume ou lei), ou também gerir, administrar: daí “regras da casa” (lar) ou “administração da casa”.

É também a ciência social que estuda a atividade econômica, através do desenvolvimento das teorias econômicas, e que tem na administração a sua aplicação. Portanto, quanto mais próxima a administração da economia, mais um clube terá chances de “arrumar a casa” e buscar a performance esportiva, que é sua essência. Maiores, então, são as chances de racionalizar o planejamento e executá-lo.

Claro que é obrigatória a interpretação diagnóstica inicial para executar as mudanças com certa dose de ousadia e pulso administrativo.

Tal qual fez o Barcelona em 5 anos.

Tal qual fez o Internacional em 5 anos.

E que, se bem administrados segundo princípios da economia, podem projetar ciclos de crescimento mais longos.

Para interagir com o autor: barp@universidadedofutebol.com.br