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Eleição no Cruzeiro: da chapa de oposição, Sérgio Rodrigues apresenta propostas

Faltando um mês para a eleição do novo presidente do Cruzeiro – marcada para 2 de outubro – os bastidores do clube se agitam com a movimentação das chapas em busca de votos dos cerca de 450 conselheiros aptos a escolher o novo mandatário. Duas alas concorrem: a chapa “União – Pelo Cruzeiro, Tudo”, encabeçada pelo empresário Wagner Pires de Sá, apoiado e indicado pelo atual presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares. A outra é de oposição, a “Tríplice Coroa”, que tem como cabeça de chapa o advogado Sérgio Santos Rodrigues. Buscando elucidar as principais propostas e ideias para o Cruzeiro nos próximos três anos, o GloboEsporte.com começa a apresentar o perfil e o que pretendem os dois candidatos. O primeiro será Sérgio. A reportagem já fez o convite ao candidato Wagner Pires e aguarda a resposta do mesmo.

Sérgio Rodrigues tem 35 anos, é advogado e mestre em direito. É filho do conselheiro nato do Cruzeiro, Joaquim Herculano Rodrigues, e trabalha no clube, oficialmente, desde 2009. Já ocupou o cargo de superintendente de gestão estratégica e de assessor jurídico da presidência. Em 2015, assumiu a superintendência de negócios internacionais e, ainda naquele ano, se tornou superintendente do futebol profissional. No início deste ano, deixou o cargo e tornou-se candidato neste segundo semestre, formando chapa com os vice-presidentes Giovanni Baroni e Marco Túlio Miranda. Em uma entrevista de uma hora, em seu escritório, o advogado Sérgio Rodrigues foi perguntado sobre qual seu objetivo ao assumir o Cruzeiro, seus desafios, sonhos e planejamento. Além disso, falou sobre temas que cercam o ambiente do clube, como os problemas financeiros, contratações, a relação com Minas Arena e Federação Mineira de Futebol, além de falar da relação que tem com a família Perrella.

Confira, abaixo, a entrevista completa com o candidato:

PROPOSTAS DE CAMPANHA

GloboEsporte.com: Como você se preparou para se tornar candidato e, talvez, caso ganhe a eleição, o presidente do Cruzeiro a partir de 1º de janeiro?

Sérgio: Vou discordar de você no “talvez”. Não tenho dúvida disso não (de ganhar a eleição). O torcedor pode ter certeza que estamos bem convictos na vitória da nossa candidatura, do que está sendo feito, do apoio que reunimos. Se você pegar a família Brandi, junto com o Rafael (Brandi), o César Masci, os Perrella. Quem geriu o Cruzeiro nos últimos 30, 40 anos, até 2012, está apoiando a gente e com convicção na nossa vitória. Eu passei, primeiro, essa experiência prática dentro do clube. São nove anos trabalhando. Algumas vezes uns falam: “ah, o Sérgio é muito novo”. Mas acho que a experiência que adquiri empírica, é diferente, superior ao dos três candidatos somados da outra chapa. De repente, eles podem ter serviço prestado no conselho, mas são serviços distintos. Eu falo muito: o Cruzeiro já foi um clube social com um clube de futebol, hoje ele é um time de futebol com um clube social. Isso, às vezes, o conselheiro do Cruzeiro fala muito: “O Sérgio não frequentava determinado ambiente do clube sempre”. Eu sempre brinco é que estava trabalhando para o clube ou em outro lugar do clube. Sempre busquei frequentar. Jogo pelada no clube o máximo possível. Mas o que se espera do presidente do clube não é que ela seja um frequentador assíduo do clube social, claro que tem que frequentar e conhecer, mas ele tem que ser um conhecedor de gestão. Presidente não tem quer ficar dando palpite em futebol, em parte técnica, para isso tem o diretor de futebol, o diretor técnico, a análise de desempenho. Costumo dizer que, se for para discutir futebol com os outros, queria ser técnico ganhando o que eles ganham. Não queria tentar ser presidente do clube, ser presidente sem salário.

– Então, desde que venho trabalhando, tenho procurado me qualificar, além da experiência no Cruzeiro, faço visitas técnicas. Tenho todas catalogadas desde 2012. Sempre deixo um desafio para qualquer diretor estatutário, de divulgar quantos CT’s, estádios que visitou. Não tenho dúvida nenhuma que, se tiver alguém com mais, não vai ser muito mais com a gente, porque temos bastante rodagem nisso também. A parte, óbvia também, é acadêmica. Tudo hoje depende do estudo. Segue a prática com a teoria. Para isso, fiz três cursos de futebol, na área de gestão técnica da Universidade do Futebol, de gestão do futebol na CBF e o MBA em gestão de entidades desportivas na escola do Real Madrid, em parceria com a Universidade Europeia, quando fiquei 10 dias estudando, conheci bastante as áreas do clube. A gente junta essa experiência dentro do Cruzeiro com a ênfase no estudo, o que nos permite hoje postular um cargo, claro com a ajuda de pessoas com história no clube, que construíram o clube e que estarão do nosso lado.

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Para ver a matéria na íntegra, clique aqui.

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Adilson, o melhor na visão de Carille

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Bicampeão mineiro e vice da Libertadores com o Cruzeiro, Adilson Batista está sem emprego há dois anos, desde que foi demitido pelo Joinville, mas recebeu uma injeção de ânimo nos últimos dias para seguir a carreira de treinador de futebol. Em entrevista ao programa ‘No ar’, comandando por André Henning, no Esporte Interativo, o técnico corintiano Fábio Carille, destaque no momento, declarou que Adilson foi o melhor treinador de campo que já viu ao longo de sua trajetória como atleta e auxiliar.

A frase de Carille sobre Adilson
”Melhor técnico de campo que eu vi. (…) Treinamentos direcionados para a partida, com objetivo muito claro, com dinâmica, trago muita coisa do Adilson até hoje nos meus trabalhos. De campo, como atleta e auxiliar, o melhor técnico que eu vi”.
Conselhos
Recentemente, Fábio Carille e Adilson Batista fizeram, juntos, o curso de formação de técnicos promovido pela CBF e obtiveram a licença A. Nesse período, o ex- cruzeirense se abriu com o corintiano sobre alguns erros que cometeu em sua trajetória profissional e pediu conselhos. Ao programa do Esporte Interativo, Carille revelou parte dessas conversas. “Acho que se perdeu um pouquinho. Entra nessa questão de levar para campo algo que você não treinou, aí perde um pouquinho a confiança dos atletas. Falo bastante com ele, é meu amigo, fizemos o curso da CBF agora, ele até me perguntou, eu falei algumas coisas, ele me deu liberdade para falar, e eu falei, mas acredito que ele possa ainda fazer muito sucesso no nosso futebol porque é um profissional muito capacitado.

Agradecimento

À coluna Jogo Rápido, Adilson Batista revelou que fez questão de agradecer a Carille pelo depoimento dado em rede nacional. “Muito do que ele falou pode ser confirmado por atletas experientes que trabalharam comigo. Estou querendo melhorar sempre, fazendo cursos, vendo jogos no Brasil, na Europa, nos Estados Unidos, na América do Sul”.

Reciclagem

Nesses dois anos em que ficou fora do mercado, Adilson Batista aproveitou para estudar, participar de cursos e conhecer dinâmicas de trabalho de alguns clubes do exterior. Ele esteve, por exemplo, no Orlando City, onde joga o craque Kaká. Durante a última edição da Florida Cup, também acompanhou os alemães Bayer Leverkusen e Wolfsburg.

Além do certificado obtido na CBF, Adilson fez cursos na Universidade do Futebol com foco não apenas no campo, mas voltados para gestão do esporte e de pessoas. O técnico sabe também que, na volta ao mercado, terá que evoluir também na relação com a imprensa.

Inspirações

Nos livros que leu sobre futebol, Batista buscou inspiração em histórias de sucesso de nomes como Carlo Ancelotti, Pep Guardiola, José Mourinho, Marcelo Bielsa, Alex Ferguson, Jorge Jesus e Tite. “Aprendi muito não só com os livros, mas viajei para Argentina, Uruguai, Chile, assisti jogos, conversei com profissionais. A ideia é evoluir. Mas o futebol brasileiro também precisa mudar e acabar com essa coisa de perder três, manda embora”.
Carille sobre Mano
Na mesma entrevista ao Esporte Interativo, Carille também deixou sua impressão sobre Mano Menezes. “Rápido, o que vem logo na cabeça: disciplinador e linha de quatro muito definida atrás, muita organização, os jogadores sabendo bem o que fazer, não desmanchando nunca, sabendo jogar com e sem bola, muito cuidadoso para não subir os dois laterais. Detalhes que guardo do Mano”.
Assista à entrevista de Carille para o Esporte Interativo:
O trecho sobre Adilson Batista está no minuto 35

 
Fonte: www.mg.superesportes.com.br

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Cruzeiro e Universidade do Futebol celebram parceria para categorias de base

Atento à formação dos profissionais de suas diversas áreas, o Cruzeiro anunciou, na tarde desta terça-feira, uma parceria com a Universidade do Futebol. A iniciativa tem o objetivo de aprimorar os conhecimentos dos profissionais das categorias de base do Clube, proporcionando um espaço de reflexão e discussão dos problemas e desafios do futebol.

Com a proposta de discutir os elementos centrais para o desenvolvimento de programas de iniciação e especialização no futebol, o curso “Currículo de Formação no Futebol” contará com a participação de 24 profissionais dos times sub-14, sub-15 e sub-17 do Maior de Minas. Os profissionais terão a oportunidade de elaborar e aperfeiçoar um currículo orientador de formação de acordo com cada realidade.

De acordo com Antônio Assunção Almeida, Superintendente de Futebol de Base, a parceria tem o objetivo de contribuir com a melhoria do trabalho realizado no dia a dia no Clube.  “A parceria com a Universidade do Futebol foi a decisão mais apropriada para provocar um ciclo de renovação interna sobre o entendimento do futebol moderno, visto que algo precisa ser feito para recuperarmos o protagonismo na formação de atletas em nível mundial”, comenta.

A iniciativa convidará os profissionais cinco estrelas a refletirem sobre como sistematizar os elementos de pedagogia de rua para os ambientes de aprendizagem como escolas e categorias de base.

O Diretor Comercial Robson Pires destaca que o investimento em seus profissionais é um dos principais pilares do Cruzeiro. “Entendo que essa parceria é o primeiro passo para que o Cruzeiro Esporte Clube e a Universidade do Futebol construam diversas alianças, fortalecendo a visão de vanguarda do clube. Tudo isso é feito em prol do Cruzeiro e do aperfeiçoamento dos nossos colaboradores”, afirma.

“A categoria de base no futebol brasileiro foi um dos setores que mais avançou nos últimos dez anos, com profissionais preparados para as demandas do futebol global e que buscam equilibrar a prática com o conhecimento científico. Trabalhar com profissionais do Cruzeiro Esporte Clube, auxiliando no processo de qualificação científica, é uma honra e um privilégio para nós e certamente aprenderemos muito”, conta Eduardo Tega, CEO da Universidade do Futebol.

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Uma escola de sonho

Sócrates, o brasileiro, o jogador de futebol que tinha pincéis no lugar dos pés, que pintou algumas das mais belas obras de arte nas telas verdes dos gramados do mundo disse, um dia, que “com uma bola nos pés a gente muda um país”. Os brasileiros não acreditaram no doutor da bola ou não lhe prestaram a devida atenção; e o país deixou de incorporar em seus perdidos planos educacionais a ferramenta que o gênio da bola sonhou. Os chineses acreditaram no brasileiro ou no sonho do brasileiro, que não era um sonho só seu, mas universal; talvez porque as artes e os pensamentos do Doutor Sócrates lhes tenha chegado por obra da comunicação muda da linguagem dos pés.

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O atual governo chinês decidiu que o futebol será aprendido por todas as crianças e adolescentes do país em suas escolas, como um dos temas centrais de um projeto de 20 anos de fortalecimento do esporte chinês e de seu povo. E hoje, nada do que vimos representa melhor o projeto chinês que a escola nos arredores de Beijing, a poucos quilômetros da legendária Muralha da China. Visitamos a escola, conhecemos as crianças e seus professores, assistimos a suas aulas de futebol e conversamos com seu diretor, o professor Ji Guiwu. Uma longa e inesquecível conversa. Há 13 anos, muito antes de o governo da China decidir transformar o futebol no carro-chefe de um projeto educacional para todo o país, Jin Zhiyang, o iniciador do trabalho na escola Beijing Yanqing Kangzhuangg, inspirou o projeto e ajudou Ji Guiwu a estimular os alunos e convencer pais e professores de que na sua escola todos deveriam jogar futebol. Apostou-se na ideia de que o poder de encantamento do futebol era tão grande que, em torno dele, todo um grande projeto educacional poderia ser viabilizado. Resistências aconteceram no início e somente 30 alunos se entregaram ao aprendizado do futebol. Com o passar do tempo, porém, essas resistências foram sendo quebradas. Os alunos se divertiam com a prática dessa modalidade esportiva e, aos poucos, foram demonstrando, não só um notável progresso na prática do futebol, como um desenvolvimento escolar acima do esperado. Em 2009 o projeto foi ampliado, chegando a abranger a totalidade dos alunos da escola em 2015. Hoje a Beijing Yanqing Kangzhuangg tem 730 alunos e todos praticam o futebol três vezes por semana, logo após o encerramento das atividades em sala de aula. “Mas o futebol praticado aqui em nossa escola não é só para revelar campeões”, nos disse o diretor Ji Guiwu. “Claro que os talentos serão bem-vindos, mas a nossa pretensão é maior. Queremos que nossos jovens sejam mais que jogadores de futebol; nossos alunos, além de jogar futebol, farão dança, teatro, artes marciais e estudarão a matemática, o mandarim, a história e serão bons alunos”, Ji Guiwu completou. Os anos se encarregaram de mostrar que ele tinha razão e a esperança de que os alunos de sua escola se tornem campeões na vida, aumentou. Aquilo que parecia ser apenas um sonho virou realidade e a escola Beijing Yanqing Kangzhuangg tornou-se uma referência para todas as escolas da região e, acreditamos, para toda a China.

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O diretor Ji Guiwu pretende agora que sua escola entre na quarta fase de desenvolvimento desse projeto educacional-esportivo. Após receber a comitiva da

Universidade do Futebol e UNICEF-Brasil, ele crê que uma parceria entre essas instituições e a sua escola pode representar a elevação da qualidade educacional do projeto nos próximos anos. Ji Guiwu exerce forte liderança na educação da região em torno de Beijing, uma área que congrega cerca de 40 escolas que adotaram o “beautiful game” como sua inspiração pedagógica. E o diretor ainda nos sinalizou que pretende, com o apoio da Universidade do Futebol, estender às demais instituições escolares os benefícios desse encantador projeto educacional.

Saímos muito animados da visita à Beijing Yanqing Kangzhuangg, que tem o futebol como sua referência. Acordamos fazer nessa escola-modelo uma espécie de laboratório de práticas e teorias a respeito do futebol educacional, integrando os conhecimentos da “pedagogia de rua”, aquela que ensinou aos brasileiros a arte do futebol, e a cultura chinesa. Nos excelentes campos de grama sintética com que o governo chinês equipa as escolas da China atualmente, a Universidade do Futebol quer espalhar a ideia tão bem acolhida pelos chineses: a de um esporte que ensine o futebol a todos, que ensine bem o futebol a todos, e que, sobretudo, ensine mais do que futebol a todos. Nosso saudoso Sócrates Brasileiro, o grande artista da bola, gostaria de ter conhecido a Beijing Yanqing Kangzhuangg, e ficaria feliz vendo seu sonho ser realizado, mesmo que tão longe de sua querida pátria, o Brasil.

Blog do Juca Kfouri

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Bahia faz adesão a programa do Unicef

Em evento no final da manhã da sexta-feira (28), na Arena Fonte Nova, o Bahia se tornou o primeiro clube a fazer parte do programa JOGUE LIMPO, JOGUE BEM, criado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em conjunto com a Universidade do Futebol (UdoF) comunicou hoje à tarde o site oficial do Bahia.

Ainda segundo o informe, a iniciativa inovadora tem objetivo de apoiar as equipes de futebol brasileiras para que avancem em sua responsabilidade social para além de campanhas pontuais e invistam na necessária identificação e gestão dos riscos, impactos e oportunidades relacionados à formação de crianças e adolescentes atletas.

Em suma, busca contribuir para que o desenvolvimento de jovens jogadores de futebol ocorra em um ambiente saudável, seguro e acolhedor. O lançamento oficial do programa será no mês de agosto.

 
Fonte: Futebolbahiano.org

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Responsabilidade social: Bahia adere a programa do UNICEF/Universidade do Futebol

O Bahia anunciou na manhã desta sexta-feira (28) uma ação visando o lado cidadão do clube. Na Arena Fonte Nova, o presidente Marcelo Sant’Ana assinou a adesão ao programa “Jogue limpo, jogue bem”, do Unicef e da Universidade do Futebol, que busca reforçar o trabalho de responsabilidade social com os atletas da divisão de base. “Mais uma iniciativa do nosso clube referente à responsabilidade social. Demos o primeiro passo em outubro de 2015 com as Obras Sociais Irmã Dulce, que tem nos dado muitas alegrias de retribuir o carinho dos baianos. Com o programa ‘Jogue limpo, jogue bem’, daremos uma atenção aos nossos garotos da divisão de base, melhorar a formação enquanto cidadão. É a minoria desses jogadores que vão chegar na equipe profissional”, declarou o presidente.

“É ter esse trabalho para nos desenvolver como clube e instituição. Não adianta apenas se preocupar com o time profissional, que são os onze que entram em campo. Temos que nos preocupar com o clube e o clube envolve todos os jogadores que a gente sabe que na formação não vão chegar. No elenco profissional do Bahia, hoje temos Jean, Rodrigo, Eder, Feijão, Juninho, Douglas e Júnior Brumado. Nenhum desses chegou ao Bahia com 14 anos, talvez Feijão. Esses são os que chegaram ao profissional. E os outros? Como preparamos para uma vida fora do futebol? É essa preocupação que a gente tem”, indicou.

Segundo Sant’Ana, o projeto vai atingir 40% dos funcionários do clube. “Atinge 40% dos funcionários, cerca de 120 a 130 pessoas, sendo que temos 290 funcionários. Trabalho de dimensão grande. Objetivo grande é ter excelência na formação de atletas. A gente vai ser o primeiro clube avaliado. A gente vai começar a ter uma métrica melhor”, explicou.

Fonte: www.bahianoticias.com.br

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Bahia adere a programa do UNICEF na divisão de base

O presidente Marcelo Sant’Ana anunciou, nesta sexta-feira (28), a adesão do Bahia ao programa “Jogue Limpo, Jogue Bem”, criado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Universidade do Futebol. É um programa de responsabilidade social voltado para crianças e adolescentes atletas que será lançado em agosto, no qual o tricolor é o primeiro clube a aderir.

Atualmente, o Bahia tem 90 atletas nas divisões de base, sendo que 72 moram no Fazendão. “O programa cria métricas para os clubes saberem até que ponto a gente tem tido responsabilidade social, até que ponto a gente tem trabalhado de maneira adequada com os nossos atletas na divisão de base e como a gente pode avançar. O objetivo é melhorar a formação enquanto cidadão e ser humano, porque não é a maioria que vai conseguir chegar ao elenco profissional”, disse Sant’Ana.

O clube já fez a primeira etapa do processo, que foi o auto diagnóstico, e agora passa a ter metas a alcançar ao longo de um ano, tempo de duração do programa – com possível revalidação após o período. A concepção é do Unicef e o suporte técnico ao clube será dado pela Universidade do Futebol.

“São 14 áreas de atuação onde é verificado o posicionamento do clube e, a partir daí são criadas as metas de trabalho. Uma das metas é com relação à frequência escolar, por exemplo. Na refeição, quantas refeições são oferecidas aos atletas residentes (no clube) e não residentes. Assistência social, psicológica e pedagógica…” exemplificou a gerente administrativa do Bahia, Luana Moreno.

“O programa não tem um selo ou certificação. O que a gente entende é que a responsabilidade social é um processo de melhoria contínua”, esclarece Karla Corrêa, representante do Unicef. O objetivo do fundo é que outros clubes brasileiros participem da iniciativa.

Fonte: www.correio24horas.com.br

 

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Pioneiro: Bahia adere ao programa "Jogue Limpo, Jogue Bem" do UNICEF e Universidade do Futebol

O presidente do Bahia, Marcelo Sant’Ana, participou na manhã desta sexta, 28, na Arena Fonte Nova, de um evento no qual oficializou a adesão do Bahia no programa “Jogue Limpo, Jogue Bem”, que pertence ao UNICEF/Universidade do Futebol. O clube é o primeiro a fazer parte da ação.

“Mais uma iniciativa do nosso clube referente à responsabilidade social. Demos o primeiro passo em outubro de 2015 com as Obras Sociais Irmã Dulce, que tem nos dado muitas alegrias de retribuir o carinho dos baianos. Com o programa “Jogue Limpo, Jogue Bem”, daremos uma atenção aos nossos garotos da divisão de base, melhorar a formação enquanto cidadão. É a minoria desses jogadores que vão chegar na equipe profissional”, disse o presidente.

De acordo com o presidente, o objetivo do programa ultrapassa o limite do campo, indo para o lado humano e social. “É ter esse trabalho para nos desenvolver como clube e instituição. Não adianta apenas se preocupar com o time profissional, que são os onze que entram em campo. Temos que nos preocupar com o clube e o clube envolve todos os jogadores que a gente sabe que na formação não vão chegar. No elenco profissional do Bahia, hoje temos Jean, Rodrigo, Eder, Feijão, Juninho, Douglas e Júnior Brumado. Nenhum desses chegou ao Bahia com 14 anos, talvez Feijão. Esses são os que chegaram ao profissional. E, os outros? Como preparamos para uma vida fora do futebol? É essa preocupação que a gente tem”, comentou.

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Fonte: www.bahianoar.com

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Bahia adere a programa do UNICEF para formação de atletas

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As divisões de base do Bahia já revelaram diversos craques para o futebol brasileiro e até mesmo a nível mundial. Atualmente, o time profissional conta com Jean, goleiro formado no clube, como titular indiscutível, além de outros jogadores no elenco principal.

Apesar de já obter sucesso com sua base, como nos três títulos estaduais conquistados em 2016, o Bahia busca melhorar seu trabalho com os futuros talentos tricolores. O clube aderiu ao programa “JOGUE LIMPO, JOGUE BEM”, criado pelo UNICEF em conjunto com a Universidade do Futebol.

A ideia é de trabalhar com os jovens jogadores não mais apenas no aspecto esportivo, mas também como cidadãos.

Em evento realizado nesta manhã de quinta-feira, na sala do Bahia na Fonte Nova, o presidente Marcelo Sant’Ana explicou o objetivo do programa e exaltou o fato de o Bahia ser o clube pioneiro no Brasil.

“O Bahia tem a oportunidade de hoje assinar o termo de adesão. Hoje, com o programa, a gente consegue dar atenção também para os nossos garotos da divisão de base, melhorar essa formação enquanto cidadão. Nos preocupamos com a formação do atleta, a formação do homem”, explicou.

“Não adianta se preocupar apenas com o time, mas com o clube, que envolve todos os jogadores. Se a gente pega hoje no elenco profissional, a gente tem Jean, Rodrigo, Eder Feijão, Juninho, Douglas e Junior Brumado. Nenhum desses chegou com 14 anos, talvez Feijão. E esses chegaram para o profissional. E os outros? Como a gente preparou os outros para uma vida fora do clube e para o futebol? É essa a preocupação que a gente tem. O Bahia ingressando nesse programa, a gente quer entender até que ponto pode fazer trabalho de qualidade. A maioria deles mora no Esporte Clube Bahia, no nosso alojamento. A gente quer saber até ponto nosso trabalho tem sido bem feito e como podemos melhorar”, disse.

Entenda o que é o programa JOGUE LIMPO, JOGUE BEM:

A iniciativa inovadora tem objetivo de apoiar as equipes de futebol brasileiras para que avancem em sua responsabilidade social para além de campanhas pontuais e invistam na necessária identificação e gestão dos riscos, impactos e oportunidades relacionados à formação de crianças e adolescentes atletas.

Em suma, busca contribuir para que o desenvolvimento de jovens jogadores de futebol ocorra em um ambiente saudável, seguro e acolhedor. O lançamento oficial do programa será no mês de agosto.

Ao longo da difícil jornada rumo à profissionalização, crianças e adolescentes estão sujeitos a situações como o afastamento da escola, a ruptura do convívio familiar e comunitário, o comprometimento da sua integridade física, a exploração econômica e a profissionalização precoce.

O JOGUE LIMPO, JOGUE BEM está baseado em 10 compromissos. Por meio da adesão ao programa, os clubes recebem orientação técnica da Universidade do Futebol e do UNICEF e se comprometem a adotar e implementar ações específicas em áreas como proteção, saúde e educação, entre outras.

A iniciativa contará com uma Plataforma Virtual, que estará disponível ao público. Esta plataforma conterá, além de todas as informações sobre o funcionamento do programa, uma Ferramenta de Autodiagnóstico para clubes de futebol identificarem o status de suas práticas e políticas em relação aos atletas do futebol de base, e obterem recomendações sobre como avançar em sua responsabilidade social. (Fonte: Site oficial do Bahia)

Matéria: http://www.ecbahia.com

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Universidade do Futebol e UNICEF lançam iniciativa para a proteção de jovens atletas em formação. E o Esquadrão de Aço foi o primeiro clube escolhido.

A Universidade do Futebol e o UNICEF se uniram para lançar um programa inovador de responsabilidade social no futebol, focado na proteção e promoção dos direitos de crianças e adolescentes na formação esportiva: a iniciativa JOGUE LIMPO, JOGUE BEM.

Diversos clubes de diferentes regiões do Brasil manifestaram interesse no programa. Dentre eles, o Esporte Clube Bahia foi o primeiro clube a se comprometer com a iniciativa e oficializar sua participação, funcionando como modelo e exemplo. A assinatura do termo de adesão e o início da implementação das ações ocorreu nesta sexta-feira, dia 28 de julho.

Ao longo da difícil jornada rumo à profissionalização, crianças e adolescentes estão sujeitos a uma série de situações como o afastamento da escola, a ruptura do convívio familiar e comunitário, o comprometimento da sua integridade física, o abuso sexual, a exploração econômica e a profissionalização precoce.

Diante deste panorama, a iniciativa JOGUE LIMPO, JOGUE BEM tem o objetivo de apoiar os clubes de futebol brasileiro para que avancem em sua responsabilidade social para além de campanhas sociais pontuais e invistam na necessária identificação e gestão dos riscos, impactos e oportunidades relacionados à formação de crianças e adolescentes atletas. Assim, a iniciativa visa contribuir para que o desenvolvimento de jovens jogadores de futebol ocorra em um ambiente saudável, seguro e acolhedor.

1- Garantia do bem-estar das crianças e adolescentes atletas (CAA)

2- Garantia de condições adequadas para a prática do esporte seguro e inclusivo

3- Preparação da equipe do clube para proteção dos direitos das CAA

4- Adoção de códigos de conduta visando a proteção dos direitos das CAA

5- Monitoramento e avaliação regular da condição física das CAA

O programa está baseado em 10 compromissos voltados para a proteção e a promoção dos direitos de crianças e adolescentes no contexto da formação esportiva. Por meio da adesão ao programa, os clubes de futebol recebem orientação técnica da Universidade do Futebol e do UNICEF e se comprometem a adotar e implementar ações específicas em áreas como proteção, saúde e educação, entre outras.

A iniciativa contará com uma Plataforma Virtual, que estará disponível ao público a partir de agosto de 2017. Esta plataforma conterá, além de todas as informações sobre o funcionamento do programa, uma Ferramenta de Autodiagnóstico para clubes de futebol identificarem o status de suas práticas e políticas em relação aos atletas do futebol de base, e obterem recomendações sobre como avançar em sua responsabilidade social.

A Plataforma disponibilizará ainda um Painel de Monitoramento, que auxiliará os clubes a monitorar os seus avanços, por meio de um conjunto de indicadores pré-estabelecidos. Os clubes também poderão recorrer ao Centro de Recursos da Plataforma, que conterá uma série de materiais de referência e boas práticas para auxiliar as agremiações na elaboração e adoção de novas práticas e políticas.

O programa JOGUE LIMPO, JOGUE BEM traz benefícios não somente para os jovens atletas, mas também para os clubes e para o futebol brasileiro como um todo.

A conscientização dos clubes sobre sua responsabilidade na garantia de direitos de crianças e adolescentes associada a uma gestão mais eficaz dos riscos e das oportunidades relacionadas à formação esportiva, geram maior profissionalização da gestão dos clubes, melhor rendimento técnico, maior redução de riscos e de custos, maior sustentabilidade financeira, maior probabilidade de captar recursos no mercado e maior reconhecimento e prestígio do clube perante a sociedade.

Jogar limpo significa jogar bem e, nesta perspectiva, a iniciativa JOGUE LIMPO, JOGUE BEM representa um jogo no qual todos saem ganhando.

Mais um gol de placa do Esquadrão!

6- Garantia do acesso à educação formal

7- Garantia do direito ao convívio familiar e comunitário

8- Garantia do direito ao descanso e tempo livre

9- Respeito à faixa etária mínima para a formação de alto rendimento

10- Contribuição para a promoção e garantia dos direitos das CAA.

Fonte: Esporte Clube Bahia