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Identidade: reconhecendo alguns significados e territórios

Em A geração de hinterlândias e identidades no Brasil sob as transmissões do Brasileirão de Futebol pela TV Globo: o efeito da “fute-polarização”, Helcio Campos analisa a força midiática da TV mais assistida no país e o seu poder de superpor territórios através dos jogos que exibe. Para tanto, é mostrado um breve histórico da influência da mídia sobre o futebol, desde a “era do rádio” até a fase da TV aberta, a mais utilizada pelos brasileiros. O autor monitorou os jogos dos Campeonatos Brasileiros (2014 e 2015) e mostra, por meio de mapas, uma incrível hegemonia espacial centrada em São Paulo e no Rio que é ainda mais significativa do que aquela comumente estudada em Geografia Urbana, como fluxos de passageiros, transações comerciais, etc. Nesse contexto da TV Globo maximizar a penetração dos clubes cariocas e paulistas por todo o país, está o fato de uma contraposição entre o local e o hegemônico sob o viés de uma identificação regional “distorcida” em que o torcedor também se decide por times mais exibidos que os outros na TV e distantes de seu cotidiano.

Livro disponível em www.estantevirtual.com.br/bancacultural/Helcio-Ribeiro-Campos-e-Mara-Lucia-Rodrigues-Costa-Identidade-359910467

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Transferências e registros de atletas profissionais de futebol

SUMÁRIO
Capítulo 1 — Introdução
Capítulo 2 — Das Normas Aplicáveis. Regulamentos das Entidades de Organização do Desporto. A Linha Tênue entre as Competências Materiais da Justiça do Trabalho e da Justiça Desportiva. Arbitragem no Campo Desportivo Trabalhista
2.1. Das normas aplicáveis. Regulamentos das entidades de organização do desporto
2.2. A linha tênue entre as competências materiais da Justiça do Trabalho e da Justiça Desportiva. Arbitragem no campo desportivo trabalhista
Capítulo 3 — O Fim do Passe — Criação da Cláusula Indenizatória Desportiva. Registro Desportivo. Entidade Formadora e Passaporte Desportivo. Direitos Econômicos e Direitos Federativos. O Pré-Contrato. Os Partícipes das Transferências: Atleta, Clube e Intermediários
3.1. O fim do passe — Criação da cláusula indenizatória desportiva
3.2. Registro desportivo
3.3. Entidade formadora e passaporte desportivo
3.4. Direitos econômicos e direitos federativos. O pré-contrato
3.5. Os partícipes das transferências: atleta; clube e intermediários
Capítulo 4 — Transferências Nacionais e Internacionais Definitivas — Responsabilidades, Janelas de Transferências, TMS e CIT. Cessão Temporária — Responsabilidades. Justa Causa Desportiva e Outras Rescisões Indiretas do Contrato de Trabalho Desportivo. Período Protegido. Vedação da “Transferência Ponte”. Impossibilidade de Assédio para Transferências. Indenização por Formação e Mecanismo de Solidariedade. Possibilidades de Punições Desportivas por Ausência de Cumprimento dos Termos do Contrato de Transferência. Da Prova Documental Apresentada Perante a
Justiça do Trabalho no que Concerne a Transferências Internacionais
4.1. Transferências nacionais e internacionais definitivas — responsabilidades, janelas de transferências, TMS e CIT
4.2. Cessão temporária — responsabilidades
4.3. Justa causa desportiva e outras rescisões indiretas do contrato de trabalho desportivo
4.4. Período protegido. Impossibilidade de assédio para transferências
4.4.1. Vedação da “transferência ponte”
4.5. Indenização por formação e mecanismo de solidariedade
4.6. Possibilidades de punições desportivas por ausência de cumprimento dos termos do contrato de transferência
4.7. Da prova documental apresentada perante a Justiça do Trabalho no que concerne a transferências internacionais

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Flô, o goleiro “melhor do mundo”

Saudado como o maior nome do jornalismo esportivo paulista até o início dos anos 1970, Thomaz Mazzoni realmente fez jus à fama. Escreveu mais de 20 livros e almanaques de sucesso, e foi o editor e principal colunista de “A Gazeta Esportiva”, a partir de 1947 – quando transformou o matutino, criado graças à inquietude do grande Cásper Líbero, no mais lido e respeitado jornal de esportes do Estado de São Paulo.
Preferindo se autodenominar Olimpicus, pois conhecia várias modalidades esportivas como poucos, Mazzoni tinha uma admirável capacidade inventiva. E foi isso que o levou a batizar os grandes clássicos paulistas, com Santos x São Paulo virando San–São; Corinthians x Palmeiras, Derby; São Paulo x Palmeiras, Choque–Rei; e Corinthians x São Paulo, Majestoso.
Foi ele, também, que apelidou o Juventus , da rua Javari, de “Moleque Travesso”. O Corinthians, de “Mosqueteiro”. O São Paulo, de “Clube da Fé”. O Palmeiras, de “Campeoníssimo”. E o XV de Piracicaba, de “Nhô Quim”.
Para completar, o genial Olimpicus ainda produziu o primeiro romance esportivo da literatura brasileira. Uma obra escrita em 1939, em meio aos almanaques e outros livros, mas que só seria editada em 1941. Retratando a epopeia de um jovem goleiro, que atendia pelo apelido de Flô, o livro chegou às vitrines das livrarias provocando uma grande curiosidade. Um fato, inclusive, visto até como dos mais naturais, ainda mais pela força da grife Thomaz Mazzoni, capaz de obras respeitadas como “Histórico do Palestra”, “Problemas e Aspectos do Nosso Futebol”, “História do Futebol no Brasil (1894–1950)” e “O Brasil na Taça do Mundo de 1938” – este, seu maior êxito de crítica e público.
Quanto a uma análise concreta sobre o pioneiro romance de Mazzoni, o que fica logo latente é que Flô, o goleiro “melhor do mundo” se apresenta como uma obra de leitura leve, sem complicações. De texto transparente. E deixa evidenciada – ao menos, aparentemente – que só deseja contar uma história. Singela; das mais comuns. Mesmo centrando a sua temática em um personagem nada usual: um desportista. Melhor dizendo, o goleiro de um time de futebol.
Apesar das evidências iniciais, de que irá traçar o elogiável perfil de um jovem e vitorioso atleta, os caminhos da história mudam de rota pouco depois. E, inesperadamente, começam a invadir um universo tortuoso. Na verdade, um mundo de sombras e mistérios, que desemboca nos subterrâneos do futebol. Um ambiente costumeiramente frequentado por escroques, por personagens de reputação, no mínimo, duvidosa. Onde a intriga e a corrupção acabam comprando a honestidade e o caráter de tantos descuidados – ou fracos de espírito.
Mazzoni também invade alguns dramas familiares. E penetra na tumultuada relação amorosa de Flô. Um jovem simples e apaixonado por Lydia, que corresponde à altura, e também é apaixonada por ele. Só que, em meio aos planos e sonhos do casal, surge a ganância de um pai ambicioso e autoritário. E é a partir daí que se desenrola toda a trama – ou melhor, todo o drama – envolvendo o goleiro do Velox.
Do Flô sempre aclamado, e cotado até para a Seleção Nacional, ao Flô arrasado, tomando “frangos” homéricos e acusado, inclusive, de ter-se “vendido” aos cartolas dos maiores adversários, é tudo rápido. Muito rápido. E a ressureição do herói só vem à custa de uma tragédia, e de quando o inesperado entra em campo.
No desfecho – recheado com fortes pitadas de emoção –, Flô recupera o velho cartaz, é campeão com o Velox e recebe a ansiada recompensa maior: o beijo apaixonado de Lydia. Mas, para que ocorresse um final tipicamente feliz, Thomaz Mazzoni fez questão de expor as habituais mazelas que via no futebol brasileiro. Em especial, os desmandos ocorridos na fase de preparativos e durante a Copa do Mundo de 1938. Uma aventura, que ele acompanhou bem de perto.
Péris Ribeiro — jornalista e escritor. Autor de “Didi, o gênio da folha-seca”, vencedor do I Prêmio João Saldanha de Jornalismo Esportivo, em 2011, como o Livro do Ano.
Sobre o Autor
Thomaz Mazzoni foi um dos mais importantes jornalistas esportivos da história da imprensa brasileira, destacando-se por seu trabalho em jornais, obras publicadas e revistas de São Paulo na primeira metade do Século XX.
Italiano de nascimento, mas brasileiro por escolha – naturalizou-se em 1945 −, Mazzoni chegou ainda criança ao Brasil em 1909, junto com toda a família.
Criou-se na região do Braz, na Rua do Gasômetro, reduto da crescente colônia italiana na cidade de São Paulo. Segundo relatos de familiares, teria sido um bom ponta-esquerda quando jogava na “Várzea do Carmo” – possivelmente, esta é a razão de remeter sempre com ares saudosos aos tempos “áureos da várzea”.
Ao longo de sua carreira, produziu 16 livros, o Almanaque Esportivo (entre 1929 e 1941) e mais de 5.000 crônicas para “A Gazeta Esportiva”. Seu livro “História do Futebol no Brasil 1894–1950” é referência obrigatória para jornalistas, acadêmicos e aficionados de uma maneira geral.
Suas trajetórias biográficas e bibliográficas ainda estão renegadas a poucos trabalhos de pesquisa. Agora, a LivrosdeFutebol.Com se compromete, sob as bênçãos da família Mazzoni, a reeditar toda a obra do notável jornalista.
Faleceu meses antes da Copa do Mundo do México, de 1970, não testemunhando a vitória do Brasil. Mas, com seu estilo militante e ousado, deixou gravado o seu nome no jornalismo esportivo brasileiro e sua obra como legado histórico para os admiradores do futebol nacional.

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Análise de Jogo

Resenha

Análise de Jogo é uma ferramenta importante tanto para conhecermos melhor a nossa própria equipe quanto para elaborarmos a estratégia correta para enfrentarmos nossos adversários. Match Analysis nos permite ter uma visão clara do comportamento de uma equipe durante uma partida e determinar seu modelo de jogo.

Uma Análise de Jogo errada da nossa equipe nos impede que avaliar com precisão nossas próprias virtudes e defeitos e compromete todo planejamento de treinamentos para melhorar e corrigir as ações dos atletas (e de toda equipe). O futebol exige hoje informações precisas, detalhadas, que auxiliem na melhora dos atletas durante os treinamentos e jogos.

A Análise de Jogo também nos permite conhecer o modelo de jogo dos nossos adversários, sua formação, estilos de jogo, estratégias que utilizam e características individuais dos jogadores, bem como o estilo do treinador. Quando temos uma visão clara de todos esses fatores e conseguimos transmiti-las para os nossos atletas, podemos dizer que estamos preparados para enfrentar um adversário e vencê-lo. Sem uma Análise de Jogo de qualidade nossas chances de ser bem sucedidos nos jogos diminuem bastante.

Esse livro é um manual que vem nos ajudar a estarmos mais preparados para analisar corretamente uma equipe de futebol. Aumenta as nossas chances de encontrarmos as vitórias. Podemos elevar a performance das nossas equipes bem como a qualidade dos nossos treinamentos. Leitura obrigatória para a preparação dos profissionais de futebol modernos ou para aqueles que são apaixonados pelo jogo. O futebol precisa continuar crescendo e, é a nossa obrigação como pessoas ligadas as futebol ajudá-lo a crescer. Precisamos estar preparados e a Análise de Jogo no Futebol é um dos fatores importantes para isso.

Sobre o autor

Jaemyeong Shin, Formado em Educação Física na PUCRS, Brasil e mestrado em Treino de Alto Rendimento na FMH -Universidade de Lisboa, Portugal. Estagiou como o auxiliar de Preparação Física na equipe Sub-23, SC Internacional, Porto Alegre, Brasil. Trabalhou como o auxiliar técnico (Preparação Física) nos Sub-17 e Sub-19, Casa Pia A.C., Portugal e como o preparador físico na equipe profissional, Sangju Sangmu FC, Coréia do Sul.

Fundador de Conferência Internacional de Futebol – LET´S TALK FOOTBALL. Atualmente, dá aulas de Preparação Física no Futebol e Análise de Jogo do Futebol em Jeonju University, Coréia do Sul. 

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Insuficiências

Como mandante, que time tem a melhor torcida: Cerro Porteño ou Olimpia? Caxias ou Juventude? Boca Juniors ou River Plate? Everton ou Wanderers? Corinthians, Palmeiras, Santos ou São Paulo?

Cláudio Norrland viajou pelos cinco países do Cone Sul para avaliar mais de 100 torcidas de futebol. O resultado (o ranking das torcidas e descobertas turísticas convencionais e anticonvencionais) foi mesclado em Insuficiências com uma narrativa ficcional cujo ponto de partida é o deslumbramento que uma desconhecida desperta no protagonista num pequeno estádio uruguaio.

SOBRE O AUTOR: O paulista Cláudio Norrland é formado em Cinema pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). Insuficiências é seu primeiro livro e ganhou Menção Honrosa no Concurso Internacional de Literatura 2014 da União Brasileira de Escritores (UBE/RJ) na categoria “romance”.

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Procurando Mônica

Quando José Trajano conheceu Mônica, ele ainda era chamado de Zezinho, e mal tinha largado as calças curtas para descobrir as festas e bares de Rio das Flores, cidade no interior do Rio de Janeiro onde costumava passar o verão. O garoto nem desconfiava que aquele encontro daria início a uma obsessão de mais de quarenta anos, a um amor não correspondido que ele nunca iria esquecer.

Procurando Mônica é uma história dessa paixão impossível, um relato repleto de esperanças, sonhos e frustrações. Puxando pela memória, Trajano recria sua implacável busca por Mônica, contando com humor e uma dose de tragédia grega os inúmeros foras que recebeu de sua musa.

Mas os tempos mudaram. Trajano, que seguiu para uma carreira brilhante no jornalismo esportivo, não é mais o garoto inseguro que Mônica tanto desprezou. Com uma nova dose de coragem, ele partirá novamente atrás dela para, quem sabe, escrever o último capítulo deste livro.

Sobre o autor

José Trajano nasceu no Rio de Janeiro, em 1946. Começou sua carreira no Jornal do Brasil, em 1963, e desde então passou por todos os grandes veículos do país. Foi comentarista do telejornal esportivo Cartão Verde e diretor de jornalismo da ESPN Brasil, na qual hoje apresenta o programa Pontapé inicial e participa da mesa-redonda Linha de passe. É um dos mais conhecidos torcedores do América do Rio

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A bola e o verbo – O futebol na crônica brasileira

 Com prefácio de Juca Kfouri e apresentação de Ignácio de Loyola Brandão, o livro do jornalista esportivo Rodrigo Viana mostra como a crônica de futebol se instalou na imprensa brasileira e os desdobramentos desse movimento para a nossa literatura e para o jornalismo.

Para entrar nesse universo tão simples e tão complexo ao mesmo tempo, o jornalista descreveu inicialmente o percurso histórico da crônica até ela chegar ao Brasil.

Em seguida, demonstrou em que momento sociocultural a crônica específica de futebol tomou vulto, contextualizando o surgimento e a consolidação da imprensa e do esporte futebol no país. Embasado historicamente, partiu para o olhar crítico dos textos produzidos pelos maiores cronistas literários da cena futebolística.

Na apresentação da obra, o escritor Ignácio de Loyola Brandão descreve com maestria a sutileza de uma crônica: “Quanto mais simples é a escrita, mais difícil ela é na sua feitura. A simplicidade exige disciplina, talento, aplicação. E essa simplicidade aparente está aqui para decifrar uma coisa que parece simples, no entanto é complexa, o mundo do futebol. Bem-vindo ao mundo do futebol literatura, Rodrigo Viana”.

Sobre o autor

Rodrigo Viana é jornalista e mestre em Estudos Literários pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), professor de pós-graduação em Jornalismo Esportivo, repórter do SBT e colunista da revista Imprensa, além de ministrar palestras, oficinas e workshops em parceria com a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom).

Criador do FutCiência – grupo de estudos dentro da Universidade do Futebol –, também é membro do Memofut – Grupo de Literatura e Memória do Futebol. Tem mais de 15 anos de carreira

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No País do Futebol, Cidade sem Memória: A história futebolística de Campos dos Goytacazes

A necessidade de se resgatar uma bela história que se apagava com o passar dos anos fez com que esta obra fosse escrita para deixar como subsídio para as próximas gerações, um pouco do passado futebolístico desta cidade que um dia foi chamada pelo então presidente Getúlio Vargas de "Espelho do Brasil."

Sobre o autor

Aristides Leo Pardo é jornalista
 

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Dicionário do Futebol

Introdução

Um dicionário é uma compilação de termos próprios ou palavras de uma área de conhecimento específico, ou ainda tema de interesse a um determinado público quase sempre dispostos por ordem alfabética.

Cada dicionário possui classificações em harmonia com objetivos e finalidades didáticas e pedagógicas. Isso muito se deve a uma constante necessidade de atender aos diversos níveis e áreas de conhecimento, o que resulta em uma minuciosa classificação de diferentes dicionários disponíveis no mundo.

O Dicionário do Futebol tem o papel de servir de instrumento para a compreensão dos termos mais usados na prática deste esporte mundialmente conhecido e praticado. Visa facilitar o entender dos comentaristas e amantes esportivos, sendo um elo para a melhor compreenção da atividade coletiva-desportista, realizada por lazer, em aula de educação fisica, entre outros, buscando o maior entendimento do esporte.

Outro ponto importante deste trabalho em forma de dicionário é do uso dos termos ade- quados e usados na informação, comentários e debates do futebol regional, nacional e mundial. Este Mini Dicionário do Futebol, foi elaborado no intuito de uma melhor e ampla terminologia a ser e usada atualmente e sua compreensão em geral.

O futebol é um tema esportivo de interesse mundial, daí a imporância da melhoria e da compreensão dos termos técnicos , físicos e táticos do mesmo.

Espero que este dicionário seja útil a todos os profissionais que atuam ou desejam atuar nesta área esportiva. O êxito desta iniciativa é testemunhar a soma de vários anos da atuação esportiva. Desejo a todos esportistas e amnates do futebol uma boa leitura e entendimento do valor do Mini Dicionário do Futebol.

Sobre o autor

Claudio Mahlmann é formado em Educação Física e possui mestrado na mesma área pela Universidade Federal de Santa Maria. Atuou como professor.

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Futebol e relação de consumo

Futebol & relação de consumo trata da relação jurídica travada entre entidades desportivas de organização e prática do futebol profissional, torcedores e demais indivíduos ou coletividades que intervêm nessa relação.

A primeira parte é dedicada à contextualização do tema a partir de breve panorama histórico e social do futebol. O autor tece uma exposição crítica das contradições do desenvolvimento institucional da organização desportiva brasileira, desde a primeira regulamentação legal do sistema desportivo nacional (1941) até o advento do Estatuto de Defesa do Torcedor (EDT, 2003).

A segunda parte descreve as principais características do Direito do Consumidor e os conceitos de vulnerabilidade do consumidor, responsabilidade objetiva do fornecedor e os elementos da relação de consumo (fornecedor, consumidor, produto ou serviço).

Por fim, o autor define a chamada relação de consumo do futebol. Identifica e analisa seus elementos peculiares no contexto de hipóteses e fatos nos quais há incidência das normas do Código de Defesa do Consumidor, combinadas ou não com o Estatuto de Defesa do Torcedor ou Lei Pelé, demonstrando os instrumentos normativos disponíveis para a proteção e defesa de direitos individuais, coletivos e difusos dos torcedores e de coletividades de pessoas afetadas, direta ou indiretamente, pela relação de consumo do futebol.

Sobre o autor

Antonio Rodrigues do Nascimento é especialista em Direito das Relações de Consumo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e Direito do Consumidor e Processos Coletivos pela Escola Superior de Advocacia da Ordem dos Advogados do Brasil (ESA-OAB/SP).

É professor do Curso de Direito das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), advogado e consultor em Direito Público, com foco em Direito Administrativo. Foi coordenador do Procon de Ribeirão Pires – SP (1998-2000).