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Dirigentes e Executivos dos Clubes Paulistas se capacitam em Workshops na Federação Paulista de Futebol

Crédito imagem: Rodrigo Corsi/Agência Paulistão

Os principais dirigentes e executivos dos clubes paulistas estão participando desde o início de 2022 do Programa de Capacitação MASTER FPF – LIDERANÇA E GESTÃO SISTÊMICA NO FUTEBOL. Esta é uma iniciativa organizada pela Federação Paulista do Futebol e Universidade do Futebol, com o apoio da LaLiga Business School.

Este programa provoca os principais tomadores de decisões do futebol paulista a pensarem sobre o FUTURO DO FUTEBOL, bem como as grandes e recorrentes questões da gestão de clubes de forma coopetitiva. Isto é, contempla a face competitiva dentro de campo e também a face cooperativa para tornar o futebol um negócio mais atraente para quem assiste, investe, trabalha e participa desta indústria.

Lucas D’Andrea (Inter de Limeira), Cleo Prado (São Paulo) e Tony Moreno (São Bernardo) durante o Workshop 3 na FPF. Foto: Rodrigo Corsi/Agência Paulistão

O programa contempla 6 Workshops presenciais na FPF, além de palestras online internacionais e extenso conteúdo de estudo a distância na plataforma da FPF Academia, com o suporte educacional da Universidade do Futebol. O objetivo deste programa é dar informações, gerar um ambiente de troca de conhecimentos e incentivar o networking e boa relação entre as principais lideranças que conduzem os clubes paulistas. Isto é fundamental para o desenvolvimento do futebol como um todo!

Foto do primeiro Workshop do Master FPF – Turma 1, ocorrido em Janeiro de 2022. Foto: Rodrigo Corsi/Agência Paulistão.

Nos workshops, os líderes estão vivenciando palestras nacionais e internacionais, exercícios individuais e em grupo, debates, trocas de experiências e conhecimentos sempre direcionados a pensar em conjunto a indústria do futebol como um todo.

Diogo Kotscho, Vice-presidente de comunicação do Orlando City, apresentando o Case do Clube para a Turma 1 do Master FPF ao longo do Workshop 2, ocorrido em Fevereiro. Foto: Anderson Rodrigues/FPF
Momento de atividade em grupo entre os participantes para co-criarem o FUTURO DO FUTEBOL ao longo do Workshop 2. Foto: Anderson Rodrigues/Ag. Paulistão.

Veja um exemplo mais específico. O Workshop ocorrido em 15 de Março foi o terceiro do MASTER FPF e teve como tema principal a Sustentabilidade do Futebol. Temas como SAF e demais formatos de clube-empresa, fair play financeiro e o diferente repertório de investimentos que deverão procurar os clubes foram trabalhados durante esse dia em que os gestores mergulharam intensivamente nesses temas. Todo este esforço levará esses gestores a conhecer o que há de mais novo e importante para levar o seu clube junto com o futebol paulista e brasileiro aos patamares mais elevados possíveis.

Tony Moreno (São Bernardo) fazendo uma pergunta aos debatedores durante exposição sobre os Impactos dos Clubes-Empresas no Brasil. Foto: Rodrigo Corsi/Agência Paulistão

Somado a esse rico ambiente presencial, no estudo online são ofertadas palestras ao vivo, de outros cases internacionais, com tradução simultânea, e um curso estruturado em 10 módulos com os temas mais importantes da gestão e do Futuro do Futebol profissional.

Registro da Palestra sobre o Case do Real Betis, com o Ramón Alarcon, Diretor Geral de Negócios do Real Betis.
Registro do Case do Atlético Nacional da Colômbia, contado pelo ex-presidente do clube, Juan Carlos de la Cuesta.
Esta ilustração mostra um trecho de uma aula disponível para os participantes do MASTER FPF, referente à Gestão Sistêmica do Futebol Feminino. Imagem: FPF ACADEMIA.

Este Master FPF é o início de um modelo de capacitação e formação de todos os dirigentes e executivos do Estado de São Paulo e que pode servir de inspiração e benchmarking para todos os centros do futebol brasileiro e internacional. É uma iniciativa inovadora que tem trazido excelentes percepções de valor pelos principais clientes desse programa, os próprios dirigentes e executivos. Leia alguns depoimentos de alguns deles sobre a importância do programa, o networking entre os dirigentes e o pensamento do futebol paulista como um todo.

Bruno Pessotti – Ferroviária S/A
Cleudimar Prado – São Paulo

O futebol precisa se cercar de todo conhecimento acadêmico para sistematizar o saber empírico que ele já acumula historicamente. O futebol precisa se organizar e acho que estruturar um conhecimento para isso é um passo fundamental para gente ter um modelo menos aleatório de gestão no futebol paulista e, com isso, diminuir as assimetrias que são características do sistema.

Muitas das coisas têm aplicação prática, é palpável isso, mas além da aplicação prática nos clubes, o objetivo do curso é promover uma reflexão em termos de analisar o sistema do futebol brasileiro, não só pensar no dia a dia prático do clube, mas analisar o produto de entretenimento que é o futebol.

Bruno Pessotti – Diretor Executivo da Ferroviária S/A

Acredito que primeiro é a capacitação, porque dentro de um clube, às vezes, você fica fechado dentro daquela função, dentro da sua diretoria. Aqui a gente está tendo a oportunidade de ter vários depoimentos diferenciados e isso é conhecimento que vamos agregando. A troca de experiência é sensacional, o networking é muito legal, e eu acredito que, à medida que o clube vai passando, você vai conseguindo se ver em algumas posições. Estava assistindo a palestra do Marcelo Paiva e eu me identifiquei, então você pode observar que está no caminho certo.”

Cleudimar Prado – Diretora do Futebol Feminino de Base do São Paulo
Genilson Santos – Grêmio Novorizontino
Lucas Balistiero – Inter de Limeira

A importância de um programa como esse, de um incentivo que a FPF sempre coloca a disposição dos clubes visando um crescimento profissional dos seus dirigentes e que isso seja transportado para a realidade dos clubes, fazendo com que, cada vez mais, se profissionalizem nas suas gestões, na maneira de conduzir o seu trabalho, fazendo com que esse futebol profissional possa ser bem representado em campo, cada vez mais valorizando as competições, mas, principalmente, fazendo um futebol melhor, mais rentável e sustentável.

Muito importante esse networking que é feito entre os clubes, porque, na verdade, vivemos problemas parecidos e com histórias de sucesso parecidas que devem ser compartilhadas, porque isso faz com que ninguém se sinta sozinho. Todos sabem que todos têm as suas dificuldades e as suas vitórias e isso, cada vez que é compartilhado, se torna muito rico em termos de conhecimento.

Genilson Santos – Presidente Executivo do Grêmio Novorizontino

O futebol como um todo precisa dessa evolução e o futebol paulista, nos últimos anos, vem na vanguarda desse processo e é muito importante que esse processo seja de duas vias, dos clubes e da federação, para que a gente possa alavancar o futebol paulista e brasileiro a níveis melhores, competindo melhor no mercado como um todo, não só no esporte, mas também com outras indústrias, como entretenimento e videogames.

A federação, além de estar puxando esse curso por ela, trazendo parceiros como a LaLiga e a Universidade do Futebol, que têm uma visão mais temática de todo o processo, ajudam muito aos clubes abrirem um pouco a visão e buscar soluções alternativas para elevar o nível do nosso futebol.

Lucas Balistiero – Presidente Executivo da Inter de Limeira

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A culpa é do goleiro!

“Perdemos por causa do goleiro!” Quem nunca ouviu essa frase? Isso não é nenhuma novidade. Essa expressão é usada inúmeras vezes, mas antes de entrar neste debate falarei um pouco sobre os goleiros…

O futebol como atividade cognitiva exige o desenvolvimento da percepção e decisão de seus atletas que, para fazê-lo bem, necessita de técnica. Para escolher e executar a melhor técnica, ela deverá ser feita pelo goleiro dentro de um espaço e tempo adequados, contextualizada com a situação-problema. Para isso, o jogador deve saber o porquê, como e para quê a executa, fazendo-a de forma eficaz. Além disso, o goleiro deve conhecer o que acontece ao seu redor (companheiros, bola, adversário, condição do tempo e do campo etc.) a fim de decidir a melhor solução e executar o gesto motor com êxito.

Quanto mais inteligente for o comportamento de jogo, melhor o rendimento do goleiro no âmbito tático da equipe, lembrando que, além de todos esses fatores, ainda temos o componente físico do atleta que deve ser propício para a atividade. Desenvolver a inteligência de jogo, saber lê-lo, ter boa comunicação na organização da equipe e fazer sua função tática são extremamente importantes para o goleiro nos dias atuais, além, é claro, de proteger a meta, sob o iminente risco do erro, que fatalmente resulta em gol adversário.

Depois de ler os parágrafos acima, que são somente algumas das necessidades da posição, você acha fácil ser goleiro? Imagine se esse goleiro tiver 12 anos… Essa idade é só para ilustrar, mas será que os treinadores, os torcedores, os outros jogadores, os pais dele, os pais dos outros jogadores do time pensam o quão difícil é a situação daquela criança? Acredito que não, pelo menos a maioria, infelizmente.

Muitos vão falar que a cobrança deve existir, pois faz parte do futebol, mas o que devemos analisar é se a estrutura, o trabalho que o atleta recebe, a idade e o nível de competição correspondem ao que é cobrado. Isto é real tanto na base como no profissional.

Que o treinamento de goleiros tem evoluído é fato, porém essa realidade não é geral. Muitas escolas de futebol e até equipes não têm um profissional capacitado para ministrar os treinamentos com qualidade. Entendo que várias escolinhas não têm condições de ter um profissional específico, mas será que os responsáveis não poderiam procurar saber mais sobre a posição? Seria difícil um pouco de estudo acerca dessa tão difícil e específica função?

A evolução das crianças, atletas amadores ou mesmo atletas profissionais deve ser constante, e nada melhor para auxiliá-los como o conhecimento. No entanto, tem algo tão ou mais importante em minha visão: não basta ter conhecimento se não souber como usá-lo para guiar o atleta, isso corresponde à didática utilizada, e com essa ideia, destaco algo que os profissionais devem entender…

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A importância do erro!

Voltando à reflexão sobre o goleiro de futebol e pensando no mais acentuado problema, que, a meu ver acontece na juventude, é que, aquele menino aspirante a goleiro profissional, ou mesmo e mais importante, um ser humano em formação enfrenta muitos problemas, dificuldades, erros e derrotas, mas, em contrapartida, muitas vitórias, aprendizado com as experiências enfrentadas e amizades, etc.

Se bem estimulado o esporte pode nos preparar muito bem para a vida, pois, ao usufruir deste, temos as mais diversas experiências e sensações. Grande parte do que iremos enfrentar na vida profissional, social etc, são vividas em nossa formação no esporte. A prática esportiva é importantíssima, e consequentemente os profissionais atuantes nessa área são igualmente importantes e, para isso, eles devem se preparar para exercer essa difícil função.

Apesar do conhecimento que o professor/treinador possui ser importante, é a sua aplicação que distingue uma intervenção de excelência de uma intervenção comum (Woodman, 1983, cit. Mesquita, 2002). O modo como o professor/treinador orienta o processo de aprendizagem, nomeadamente através da relação que estabelece com os praticantes, demonstrada em atos e palavras, interfere nas performances alcançadas. (More e Franks, 1996, cit. Mesquita, 2002).

Ninguém sabe tudo, porém, a busca do conhecimento tanto da função exercida, como da melhor didática a ser aplicada deve ser um objetivo. Nesse processo, o erro é um grande aliado.

A presença do erro é inevitável. Ele deve ser usado para evolução e as atitudes relacionadas a ele precisam estar voltadas para suas causas: nível que se encontra o atleta; será que o atleta errou por não saber o que fazer? Será que ele foi preparado para tal situação? Está sendo oferecido um treinamento de qualidade? A didática do treinador/professor é boa? O professor tem conhecimento sobre o assunto? Etc).

Ignorar o erro é inibir futuras aprendizagens significativas do atleta. Em muitos casos, é preciso errar para, então, acertar. É neste equilíbrio existente entre o erro e o acerto que está a chave do sucesso.

Considera-se que ao avaliar o erro do atleta, lhe serão propiciadas oportunidades de progresso. Entretanto, ignorá-lo é simplesmente deixar o atleta cometê-lo constantemente sem nenhum avanço. Uma das principais tarefas de um professor/treinador é ajudar os alunos a evoluírem e a perderem o medo de falhar (Mesquita, 2002).

Quando escutamos o “treinador” dizendo ao goleiro: “- Você errou!” “Foi frango!” “Esse salto está errado!” “Você é um “mão de pau!” “Você está fazendo errado!” Ou, até mesmo nos elogios, quando ele diz após qualquer defesa do goleiro, mesmo que não sendo a melhor escolha, gesto técnico, ou movimento seguro (segurança física do atleta) “- Muito bom!” “Você é bom!” “Boa!”, etc., essas atitudes irão, no máximo, funcionar como motivação no segundo caso, mas não irão contribuir para a evolução do atleta, uma vez que são críticas e elogios sem significado de aprendizagem.

Entende-se que as críticas não influenciam na aprendizagem, não educam, geram apenas agressividade e distanciamento (CURY, 2003).

Para explicar o porquê de uma determinada atitude ser melhor, a utilização do erro ou até mesmo do acerto é muito mais proveitosa. Além disso, antes mesmo de explicar os porquês, creio que seja melhor questionar o atleta sobre o que aconteceu, fazendo perguntas que levem o praticante a encontrar as causas dos seus erros e a descobrir a melhor solução para corrigi-los e, assim, ele mesmo desenvolver a autonomia, a autoanálise e correção, pois, no esporte, principalmente no futebol e mais ainda na posição de goleiro que se trata de habilidades de natureza aberta, não tem o certo absoluto. Por mais que se estude e se atualize, que é algo indispensável, sempre há espaço para a inovação e, se o atleta é treinado a fim de desenvolver sua autocrítica, sabendo analisar os erros, entendendo suas limitações e usando tudo para sua evolução, teremos, no mínimo, um grande potencial.

Os erros são um elemento indissociável do processo de formação no futebol (Araújo, 2006), já que é através da sua “identificação”, ou seja, da tomada de consciência dos próprios erros, que os jogadores podem evoluir para novos patamares (Pacheco, 2006). O erro constitui-se como um ponto de partida para o jogador construir um padrão novo, que efetivamente reinventa o estabelecido, enriquecendo-o.

Portanto, os treinadores/professores e pais devem pensar muito em suas ações, reflitam sobre as condições oferecidas aos atletas, reflitam sobre a importância do resultado de uma partida de futebol, sobre a pressão que os atletas sofrem, sobre toda a imprevisibilidade de cada jogada no futebol, pensem não só nos acertos, mas também nos erros e em como identificar suas causas a fim de usá-los para a evolução. E, finalmente, utilizem o esporte para o progresso do atleta como um grande ser humano!

 
 
BIBLIOGRAFIA
ARAÚJO, D. (2006). Entrevista in Fonseca, H. (2006). Futebol de Rua, um fenómeno em vias de extinção? Contributos e implicações para a aprendizagem. Porto. Monografia de Licenciatura apresentada à FADEUP.
CURY, A. J. (2003). Pais brilhantes, professores fascinantes. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.
LLOPIS, L. (2010). Implicación y relación del portero en el juego colectivo. Madrid 2010: Revista ABFUTBOL.
MACHADO, J. (2008). QUEM ERRA… APRENDE. A importância do Erro enquanto constrangimento indissociável do processo de ensino – aprendizagem do Futebol. Porto: J. Machado. Dissertação de Licenciatura apresentada à Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.
MESQUITA, I. (2002). O Papel do Elogio no Processo de Ensino-Aprendizagem. In J. Adelino, J. Vieira & O. Coelho (Eds.), Treino e Jovens (pp. 27-37). Lisboa: Centro de Estudos e Formação Desportiva.
PACHECO, R. (2006). Entrevista in Fonseca, H. (2006). Futebol de Rua, um fenómeno em vias de extinção? Contributos e implicações para a aprendizagem. Porto. Monografia de Licenciatura apresentada à FADEUP.

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Propostas de padronização dos elementos do jogo nas categorias de base

*Alex Nascif, Thadeu Rodrigues, Marcelo Matta e Luiz Fernando Sousa
O futebol é um dos esportes com maior número de espectadores e praticantes ao redor do mundo. Um dos motivos para esta paixão pode ser justificado pela imprevisibilidade do jogo, onde nem sempre a melhor equipe ou o melhor elenco vence, pois é possível que um grupo menos qualificado seja mais efetivo, através de melhor estratégia, melhor gestão do espaço de jogo ou eficiência. Assim, percebe-se a importância que a tática, aqui entendida com gestão de espaço, seja considerada uma dimensão de extrema importância no processo de formação do jovem futebolista ao longo do tempo.
Sabe-se que durante a formação do futebolista deve-se adequar as exigências dos treinos e das competições de acordo com suas características de crescimento, desenvolvimento e maturação biológica (MALINA et al., 2004). No entanto, é comum observarmos um desrespeito a este conceito, submetendo os jovens praticantes a treinos e a competições nos moldes dos adultos, ou seja, levando uma criança ou um jovem a ter de gerir um espaço do campo semelhante ao do adulto.
Ao pesquisar sobre o tema, encontramos competições estaduais e regionais onde crianças de 10 até 13 anos competem em formato de 11×11, com traves, bolas e dimensões do campo semelhantes aos dos adultos. Observando este cenário podemos perceber o quanto contraproducente pode ser um jovem tentar preencher um espaço em que talvez nem um adulto consiga preencher de forma efetiva. Além disso, alguns estudos reforçam a ideia de que a expertise é atingida através da maior exposição possível em horas e práticas de qualidade na atividade em questão. Esta informação nos leva a questionar, será que a criança estará sendo mais estimulada em um jogo de 11×11, em campos de medidas para adultos, ou em jogos de 5×5 ou 7×7 com medidas proporcionais? Este questionamento é baseado no fato de que o maior contato com a bola parece possibilitar ao envolvido uma maior estimulação de tomadas de decisão e ações dentro do jogo, potencializando o seu desenvolvimento cognitivo, motor e fisiológico de forma sistêmica.
Para ler o texto na íntegra, basta clicar aqui